Depois desses dois episódios acho que chegou a hora de declarar todo o meu amor por essa temporada de Weeds. Ne Me Quitte Pas.
No final da sétima, quando a renovação da série ainda não havia sido confirmada, eu torcia que aquele tivesse sido o Series Finale. Achava que aquele final aberto, onde a possibilidade da Nancy ter morrido era igual a dela ter sobrevivido, onde havia uma promessa de um final feliz para todos os outros membros da família seria suficiente. No decorrer daquela temporada a qualidade dos episódios diminuiu muito diante algumas escolhas equivocadas, com isso a minha confiança para com os rumos de uma nova temporada também diminuíram. Porém, agora só me resta ajoelhar e pedir perdão a Jenji Kohan, essa linda!
Hoje Weeds caminha por situações nunca antes imaginadas, pelo menos por mim. Jenji Kokhan conseguiu renovar as motivações de cada na busca de seus objetivos pessoais. Por mais que alguns deles já tenham fracassado nessas buscas o que vale é o caminho percorrido.
Andy e Nancy são os protagonistas fracassados de quem falei. Para Andy a possibilidade de ser pai trouxe um novo significado para seus atos e para tudo o que ele ainda pretendia fazer. Aceitou as chances do filho ser de outro homem, encarou toda a sua história com Nancy e os sobrinhos como uma treinamento para o que viria e até conseguiu um emprego adequado para os seus métodos de trabalho. Tudo isso para descobrir que tudo não passou de um alarme falso. E agora o que fazer com tantos planos?
Enquanto Nancy cansou de ficar a cinco milhas entre o bem e mal. Por mais que insistisse em não ceder a criminalidade sempre aparecia uma nova maneira de transgredir a lei dos homens, já que a lei de Deus ela nunca se preocupou em respeitar. O rabino dono da piscina que o diga. E como foi divertido assistir Nancy no emprego de representante, por vezes pensei estar assistindo uma versão mais interessante de o “Amor e outras drogas”. Interessante também foi notar a dedicação que ela estava destinando aquilo, afinal era uma ótima chance de se manter longe da criminalidade e manter sua família unida. E foi esse desejo de manter a família unida que ela chegou uma milhas mais perto do lado mal, só que dessa vez ela decidiu ir acompanhada e já dizia um provérbio qualquer: “Quem anda entre irmãos é de Deus”.
Já rasguei uns mil elogios para Jill e, consequentemente, para Jennifer Jason Leigh e nunca vou me cansar de continuar com eles. Uma das causas desse frescor que a oitava temporada está apresentado é a presença dela como parte fixa do elenco. Desde as primeiras aparições dela que eu cultivava um amor tímido que evoluiu e hoje se declara diante de tamanha espontaneidade. Ela e Nancy se completam, em coisas que uma foi bem sucedida, a outra fracassou e nesse ritmo elas se ajudam e crescem.
Não posso terminar esse texto sem destacar um dos melhores momentos de Doug em toda a série. O oitavo episódio foi inteiramente bom, todos estavam muito bem e blá blá blá, porém, entretanto, todavia as cenas de Doug foram simplesmente geniais. Geniais…










Pois eu tenho a mesma opinião que a sua, só que ao contrário. Ha!
A Jill, aparentemente, saiu da série.
E, não me leve a mal, mas achei que o texto ficou superficial. Muitas frases poderiam se aplicar a episódios anteriores.
Pra mim, Weeds anda em eternos círculos. Mas, daqui a pouco, acaba.
Sério que a Jill vai sair da série? Ainda não assisti o nono episódio por isso o meu choque.
Como vc falou até esse episódio Weeds permanecia num mesmo ciclo com a Nancy lutando para ser uma pessoa honesta, o Shane na curso de formação, Silas no cultivo e o Andy e Jill juntos tentando ser alguma coisa. A partir de agora acho que a série deve começar a fechar as histórias, construindo um final para os personagens.