True Blood – 05×05 – Let’s Boot and Rally

   

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Pronto, minhas férias acabaram e, com elas, o mundo da procrastinação. Desculpem-me pelo atraso nas reviews, leitores fiéis; vou colocar tudo em dia o mais rápido possível (pelo menos essa é a intenção). Voltemos 2 semanas no passado, quando grande parte do mundo assistiu ao quinto episódio da 5ª temporada de True Blood enquanto eu assistia às duas temporadas de Game of Thrones e à primeira de The Glee Project em maratona, e não fazia mais nada da vida (ocasionando o atraso). Dois episódios já sucederam Let’s Boot and Rally, mas, até agora, ele foi o melhor da temporada.

Foi um “divisor de águas” onde ficou decidido se devido personagem tem função ou não na vida. Se ele fez alguma coisa de útil no episódio (não necessariamente sensacional, mas apenas alguma coisa além de respirar e gastar dinheiro da HBO), ele tem função. Se não, não. Sookie, que até o começo do episódio não estava servindo para muita coisa, foi o item principal na busca por Russell e Tara-vampira está começando a ficar mais legal (ou menos chata), mas em contrapartida, Lafayette e suas bruxices não tiveram muita graça, aquela cabeça de boca costurada do Jesus foi forçada e a cada dia que passa o cozinheiro do Merlotte’s fica mais sem graça.

Falando em Merlotte’s, pela primeira vez em anos eu consegui sentir alguma coisa que não fosse tédio e preguiça com a trama do dono do estabelecimento. Luna era péssima, mas confesso que dei até uma sofridinha quando ela morreu e o bebê husky siberiano saiu correndo pela noite. Só acho que a história dos haters de shifters poderia ter enrolado um pouco mais antes de atirar nos 2 metamorfos principais da série, mas também, são tantas as criaturas que existem em Bon Temps que nem sobrava espaço para mais nenhum existir, nem que fosse apenas para ser morto.

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Nem a trama de Terry, fazendo a Lost com um Monstro de Fumaça, foi horrorosa, apesar de estar completamente deslocada. Esse bicho de fogo não despertou muito o interesse geral da nação, mesmo que não seja tão ruim assim. O problema é que isso parece forçado demais até pra True Blood, que anda sofrendo bastante com o excesso de monstros e criaturas sobrenaturais.

Um personagem que sempre foi “ok” e já não anda mais em seus melhores dias é Jason. Gostei da “revelação” do episódio passado de que os vampiros mataram seus pais, mas daí ele acorda pelado em casa (assim como Andy – e eu achei que aquele final do episódio passado fosse dar origem a algo mais interessante do que apenas enviar os dois para casa, despidos) e não faz mais nada. Tudo isso está servindo para ele adquirir um certo ódio de criaturas sobrenaturais, mas não há nada de novo nessa trama. É a Sociedade do Sol all over again. Falando nisso, nem tivemos Newlin nesse episódio… Ainda bem.

Gostei bastante da conversa entre Tara e Jessica, do laço sendo formado entre as duas. Mas então Tara traíra fura-olho pega o ex da nova amiga e as duas saem no tapa. Hoyt não convence na pose de fangbanger, e pra falar a verdade, já cansei de seu sofrimento por Jessica 2 episódios depois que ele começou, na temporada passada. E não sei muito bem o que achar do amor que a vampira ruiva sente pelo ex e por Jason. Hoyt é amor eterno e Jason era um fuck buddy que evoluiu pra amigo do peito, mas ela não consegue escolher entre um e outro. Poderia ser legal, se não fosse cansativo.

O grupo do climão formado por Alcide, Bill, Eric e Sookie finalmente encontrou Russell, mas foi muita inocência se deixar levar daquele jeito. Tava na cara de ser tudo armado. Se a pessoa que o libertou é mesmo da Autoridade (muito conveniente conseguir ver apenas o colar e não o rosto da pessoa, né Sookie), provavelmente deve saber dos poderes da telepata, e por isso não levou o antigo Rei da Louisiana pro esconderijo no próprio colo. E também é claro que tal pessoa não deixaria Russell desprotegido se ele não estivesse forte o suficiente. Bill e Eric são bundões e sempre dão bobeira.

A review dos próximos episódios pode sair a qualquer momento. Só espero que os episódios continuem a melhorar com o tempo, e não fazer o caminho inverso.

   

Sobre Eduardo Storm

Eduardo Storm é metido a publicitário, cinéfilo desesperado, músico nas horas vagas, leitor assíduo e viciado em séries. De vez em quando (sempre, na verdade) devaneia em seu twitter, só pra descontrair.

Comentários

  1. laura disse:

    aaaaaaaaaaah esse episódio continua, de fato, sendo o melhor da temporada.
    os dois depois dele ainda seguraram a onda até razoalvemente bem, mas acho que tao enganando demais em termos de ação.. todo episódio eu acho que muita coisa vai acontecer, cabeças vao rolar (nao que eles nao estejam mantendo uma constante de mortes por episódio..) e o inferno vai pairar na terra. mas aí vem aquele lenga lenga de lafayette.. aquelas chatices de monstro de fumaça.. hoyt sendo hoyt.. pff. eu nao sei pra onde eles tao levando jason.. se é pra odiar vampiro que nem na fellowship.. ou sei lá. mas acho que nao vou voltar aih nao.. talvez seja só uma distração pq nao sabem oq fazer com ele no desenvolvimento da trama, mas tenham algum papel pra ele no fim!

    ahhh e a trama de sam tava parecendo que ia ser pra matar a pessoa de tédio, mas nem foi, né? tive brilhos nos olhos com a possibilidade de algo mais emocionante por bon temps!

    é bom que toda a plot vampiresca nao acabe nessa temporada, por sinal. já que rolou renovação, dava pra eles elaborarem mais as histórias e tals.. quero vampiros e histórias de vampiros, e que elas nao envolvam sookie exclusivamente, ou dependam dela pra existir!

    (tava esperando mils anos por essa review :XXXXXXXXXXXXXXX . tô carente de séries nesse hiato e true blood é meu xodó)

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