
Há algum tempo o NaTV vem se dedicando a competições musicais. Temos American Idol, The Voice, The Voice Uk, The Voice Brasil e finalmente a franquia X Factor recebe seu espaço nas review do blog. E pensando no The X Factor Uk, talvez o melhor reality de música da atualidade, decidimos fazer algo diferente e dividir com vocês esses momentos.
Como é costume, montamos uma bancada para fazer a review do reality. Entretanto, cada membro dela será responsável pelos comentários de uma categoria. Eu, Camila Cerdeira, vou analisar o trabalho e escolhas de Louis com os Groups. Nosso querido Silvestre Mendes estará junto a Tulisa opinando sobre as Girls e a novata Bruna Brandão fará Over’s 28, categoria que ficou nas mãos de Gary. Como Nicole gerou total desconfiança após sua passagem pelo US a categoria dos Boys será comentada na forma de rodizio e cada semana um de nós irá falar sobre ela.
Girls

Silvestre: Ano passado, quando anunciaram X Factor US, fiquei curioso para saber como era o programa e fui atrás da versão original e me apaixonei. Posso dizer que foi o início de um amor que vai durar por muito tempo. O Reino Unido sabe produzir bons cantores e X Factor e The Voice UK (na minha opinião) são os programas certos para a qualidade musical presente na terra da rainha.
Ano passado a bancada era diferente, assim como o nível dos participantes. Não sabia quem deveria ser eliminado, não sabia como iria encarar os live shows e foi fantástico. Me vi completamente “in love” por Kelly LYNDA Rowland e querendo pedir em casamento, após cada aparição, Tulisa. Rowland foi responsável pela categoria Girls e fez um bom trabalho, controverso, verdade seja dita, mas um bom trabalho. Esse ano não achei o nível lá em cima, mas consegui ir adivinhando como esse painel iria se formar.
- Ella Handerson – Me conquistou na audição. Mas tive medo que a história e a música (composição própria), tivessem “facilitado” pra ela. Mas no bootcamp e principalmente na última apresentação na judge’s Houses, não tive mais nenhuma dúvida, Ella Handerson iria para o live show e pode ser ouro nas mãos de Tulisa.
- Jade Ellis – Ela também me conquistou na audição, mas foi deixando a desejar no meio do caminho. Acho que foi mais apego da Tulisa do que realmente estar preparada para o live show.
- Lucy Spraggan – Assim como Ella, Lucy cantou uma música própria e no momento que mandou algo que não dominava, não se saiu tão bem. Fiquei pensando que ela traria mais uma vez uma composição própria e isso iria me decepcionar bastante, mas Spraggan teve coragem suficiente de fazer Whitney e de uma maneira própria e nunca antes ouvida. Lucy pode ser o grande azarão da temporada e isso não me surpreende em nada!
Boys

Silvestre: Ano passado amei e odiei essa categoria, assim como comecei a ter os mesmos sentimentos por Gary. Gostava de Craig Colton, mas não ia muito com a voz e nem apresentações de Marcus Collins. Para falar a verdade, meu top Boys teria sido completamente diferente no ano passado… Mas estamos em 2012 e Nicole (a mesma que marcou a história do X Factor US) ganhou essa categoria. Me resta pensar que ela pode tomar boas decisões…. Ou não.
- James Arthur – Se existe uma voz fantástica e uma pessoa que sinto que pode ter uma carreira fantástica após o programa, com toda certeza é James. Como tanto sentimento, tanta voz e tanto amor pela música podem ter ficado guardado por todo esse tempo? James, mostre quem você é nos Lives Shows.
- Jahmene Douglas – Alguém tinha alguma dúvida de que ele iria seguir até o live show? Tudo bem que ele derrapou na primeira parte do Bootcamp, mas se recuperou e na apresentação feita antes da decisão final, Douglas conseguiu mais uma vez me emocionar. Ele pode ir longe na competição, basta Nicole saber levá-lo até lá.
- Rylan Clark – Se a decisão estivesse nas mãos de Louis, tenho certeza que ele teria sido o primeiro a entrar na categoria. Cheguei a pensar que Nicole, arrependida do que fez na versão americana, seria mais séria e teria decisões diferentes… Ryan Clark? O palhaço desse ano do X Factor.
Groups

Camila: A oitava temporada foi meu primeiro contato com X Factor Uk e óbvio que eu cai de amores pelas Little Mix, talvez isso tenha influenciado no meu apego aos groups. Agora essa temporada conseguiu superar e muito a anterior quanto a qualidade dos grupos. Little Mix não teve competição, agora dos 6 que chegaram à fase de Judge’s Houses vejo 4 ou cinco que poderiam ir longe na competição.
Louis foi um tanto quanto conservador nas suas escolhas, duas boybands é demais. Não que os meninos do GMD3 ou do Union J sejam ruins, são ótimos, entretanto bastava um grupos deles. E eu escolheria o Union J, no lugar do GMD3 teria levado para os lives Times Red, um grupo realmente bom e diferente na medida certa, acredito que eles realmente poderiam fazer ótimas apresentações nos lives e até competir pela vitoria. Fiquei surpresa com a presença do MK1, eles me agradaram muito com dupla e realmente não esperava que fossem estar no time do Louis.
Over 28

Bruna: Welcome back to The X Factor! Eu que nunca acompanhei o X Factor UK esse ano me senti muito mais atraída pela edição, talvez seja fruto do remorso de perder Pawla Abdul no US – isso eu comentarei na época certa – mas eu comecei logo na estreia e estou encantada com a qualidade muito superior dos britânicos.
Vamos dizer que eu e Gary Barlow temos uma relação, que ele nem precisa saber. Portanto, nós compactuamos de ideias, e nada melhor que usar essas ideias nos Over’s. Desde o começo eu vi potencial na categoria e as escolhas no Judge’s Houses não me decepcionaram (tanto) quanto eu tinha receio. Com opções musicais preocupantes basicamente todos os concorrentes derraparam, o que facilita as escolhas, se tratando de talentos tão maduros. Eu concordo com os escolhidos, mas nego terminantemente levar o Christopher para a repescagem. “I <3 Country Music” e a voz do Brad Shackleton me deixa nostálgica e profunda, além disso, lágrimas são fofas no começo, mas com o tempo acabam se tornando enjoativas e detestáveis.
WildCard

Bruna: Justiça seja feita! Ter a Nicole como mentora e nenhuma chance de consertar erros é preocupante, neste quesito o Wildcard caiu como um manto abençoado. A grande voz de Christopher não é suficiente pra ele ter o X Factor, e é por essa e mais outras que eu torço muito que Adam seja trazido de volta e a categoria não seja manchada pela loucura que Nicole insiste em fazer por onde quer que ela passe.
Camila: X Factor Uk sempre tem um bom twist na manga e isso é o que me faz ser apaixonada pelo reality. Esse ano a disputa está incrível, todos os times estão recheados de bons candidatos. Pode até ser que eu esteja puxando sarda pro meu time, mas acho que os meninos do Times Red merecem essa chance, acho bizarro eles ficarem de fora dos lives, espero muito deles, muito mesmo.
Silvestre: Já imaginava esse twist e esse ano, diferente do ano passado, eles sabiam. Gary não levou Christopher de propósito, assim como Nicole, Tulisa e Louis. Eles deixaram bons cantores nas mãos do público e para que o mesmo público sinta como é difícil estar na posição deles. Gostaria MUITO que Christopher voltasse. De todas as eliminações, ele foi o mais injustiçado. Não que Adam não tenha sido quando Nicole optou por aquela coisa, mas é bom ela ter que aprender a lidar com as próprias falhas.








Seria Rylan a Kitty Brucknell dessa temporada? Porque as primeiras audições de Kitty foram tão deliciosas quanto o trainwreck de Rylan. E o que foi aquela apresentação de Respect? Todo o respeito que alguém podia ter por ele deve ter acabado ali mesmo.
Como eu só passo a acompanhar o programa de verdade a partir dos live shows, só gosto de MK1 por enquanto, mas não sei até quando eles vão me agradar.
Apenas o Gary conseguiu montar uma categoria consistente. Melanie me conquistou desde o primeiro griiiito. Coisa linda!!!
Tulisa tinha a tarefa mais difícil que era enxergar além do hype que é a Lucy. Grande compositora, cantora mediana quando comparada com a Amy por exemplo. Ela infelizmente se deixou levar pela falsa sensação de vitória.
Todos perceberam o desespero do Louis em encontrar um One Direction pra chamar de seu. Nem julgo o fato de ser boyband. Tulisa tinha duas boybands ano passaso, mas possuíam abordagens diferentes. Enquanto que GMD3 e Union J são mais do mesmo.
Nicole conseguiu montar uma categoria de boys descompensada. O que sobre em um, falta no outro e no meio de tudo temos o Rylan pra preencher o cota do bizarro.
EU QUERIA MUITO UM VÍDEO, OU ALGUMA INFORMAÇÃO DE COMO O GEORGE ENTROU NO TRIPLE J, QUE ENTÃO SE FORMOU UNION J.
Alguém me ajuda?
Rayssa, foi o seguinte: Rough Copy era um grupo que havia passado para o Judges Houses, mas um dos integrantes teve problemas em tirar passaporte para os Estados Unidos, então foram eliminados. Assim, chamaram DOIS grupos de volta. Triple J, mas com o George (em momento nenhum explicam o motivo) e com o nome de Union J. Procurei no youtube e não entrei nenhum informação além das exibidas pelo programa. Mas ainda não assisti ao XTraFactor, pode ser que lá tenha mais informações e caso isso aconteça, te aviso!