The Office – 08×24 – Free Family Portrait Studio (Season Finale)

   

office11 The Office – 08×24 – Free Family Portrait Studio (Season Finale)

Termina aqui a primeira temporada DMS (depois de Michael Scott). Preocupações à parte, os roteiristas e atores remanescentes conseguiram provar que realmente a série possui total capacidade para se sustentar sem seu personagem principal. Claro, o programa já não é tão genial como antigamente. A irregularidade na qualidade das histórias foi perceptível este ano. Porém, colocando tudo sobre a balança, eu continuo me divertindo muito com essa série.

Esta season finale é um dos exemplos do que The Office teve de melhor. São episódios como esse que complicam minha vida: foram tantas coisas bacanas, acontecendo em tão pouco tempo, que fica difícil de falar de tudo. Darei uma visão geral então.

Andy finalmente conseguiu recuperar seu antigo posto. Porém, como não poderia deixar de ser, sua trajetória foi complicada. Adorei a idéia de se humilhar e pedir um emprego (o mais simples possível) para depois poder revelar que ele retornaria a liderança mediante a apresentação do comprador da empresa. Claro que Bernard colocou sua ideia da forma mais extrema possível. Como não dar risada de sua tentativa de limpar o carpete ou de fingir que derrubou a tijela de sopa em si. O atraso de David foi muito bem vindo. Pressionado para falar a verdade sobre como estava sua vida, ele começou a ficar sem desculpas e resolveu falar a verdade.

Do jeito que ele estava contando, parecia mesmo que ele estava louco. Adorei a cena. Foi bem construída. A chegada de David, que era para ser seu momento de alívio, acabou se tornando em mais um momento constrangedor para Andy. Como já disse antes, o personagem de Ed Helms cresce muito nesses momentos.

Por fim, adorei de ver sua conversa com Nellie. Pessoalmente, via maior potencial dela como gerente. Porém vamos ver o que vai acontecer com ela nesta sua nova posição de liderar os “projetos especiais”. Seja lá o que isso queira dizer.

Quanto ao Robert California, ele realmente acabou saindo da empresa. Com a mesma malandragem com a qual entrou. A revelação de que David doaria um milhão de dólares para que ele “viajasse por 3 anos para ser mentor de mulheres africanas, asiáticas e européias”, pode até possuir algum sentindo quando se analisa sua personalidade depravada. Porém, convenhamos, a cena ficou meio exagerada, não? Os funcionários ficaram chocados e nada de dizer para o novo dono da Dundler Mufflin que aquilo era conversa fiada? Por favor!

No outro ponto importante do episódio, tivemos Dwight promovendo um momento agradável para os funcionários: uma sessão gratuita de fotos com seus filhos. Foram cenas simples porém muito divertidas. Tivemos Meredith bancando a adolescente, os velhinhos abraços com o Creed, a família Halpert reunida (o momento mais meigo da temporada!) e, para terminar, a presença do vereador Rob Lipton.

Angela desconfiou corretamente. Tudo não passava de um plano de Dwight para coletar alguma amostra do DNA do bebê. Um plano executado com toda a “sutileza” que lhe é própria. O desfecho foi hilário. Quem esperava ver aquela perseguição de carro por causa de uma frauda roubada?

Por fim, Angela acabou se entregando novamente para Dwight. Foi previsível, mas foi bacana. Mais uma polêmica para apimentar o romance do trio. Ou melhor, quarteto. A cantada final recebida por Oscar foi, desta vez, clara e definitiva. Prepare para cenas dos próximos capítulos.

Para finalizar este review, devo comentar mais alguns detalhes. A cena de abertura foi ótima. O plano de Jim de adicionar velcro as roupas de Dwight foi hilário. Adorei ver a retirada do logo da Sabre da entrada do escritório. Até a participação de Gabe neste episódio foi bacana. O único ponto negativo foi, novamente, o caso enrolado de Darryl. Ele foi novamente desprezado sem que sua amada fizesse nada na presença de seu namorado. Até quando? Eu fiquei bastante incomodado com a aparição dela durante a sessão de fotos.

E foi isso. Um ótimo episódio para fechar a temporada. Muita polêmica agendada. Porém, acima de tudo, muita diversão por vir.

   

Sobre Kleber Anderson

Assiste séries sem preconceito: comédia, drama, ficção científica e o que mais surgir pela frente. Acima de tudo, se interessa por tramas com textos bem escritos. Após um dia inteiro programando em frente ao PC, gosta de correr no parque. Twitter: @kleber7777

Comentários

  1. laura disse:

    meu deus concordo com tudo que tu falasse. altos e baixos (eu nao lembro de ter visto baixos na passada, especialmente).
    e ter que ver andy fazer, da sua forma, michael em sua fase maioor vergonha alheia tem sido um pouco dificil pra mim.
    adeus digno de robert california, eu achei. só deus sabe como ele entrou. assim como foi digna a contrataçao de nellie. a versao feminina dele.

    e PORFAVOR! joguem fora essa boyzinha de daryl, quem aguenta? ta horrivel de chorar essa historia. era mmelhor nao terem inventado isso.. pqp.

    ^^

  2. Priscila disse:

    Como você bem apontou, a temporada foi bem irregular. Mas não me
    incomodei com o episódio. Foi bacaninha e só. Realmente, se for pôr na
    balança os melhores personagens dessa temporada, destaco Nellie (Tate
    não errou em nenhum momento na personagem) e Dwight (sempre ele). Mas
    agora vem a parte não muito boa. Se não me engano, The Office voltará
    a NBC para 13 episódios e se não conseguir a Back Nine poderá ser
    cancelada para dar espaço ao spin-off do Dwight. Acho que se o projeto
    de Mindy Kaling der certo na Fox, nem ela e nem Ed Helms ficarão muito
    tempo em The Office. Logo vão ter que tirar Andy – definitivamente –
    de Scranton.

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