Estou em dívida com vocês, mas pretendo saná-la ainda esta semana. No episódio passado, os agentes do CBI se depararam com um caso envolvendo colegas (uns nem tanto) de uma High School da Califórnia. O caso: um antigo estudante e sua esposa foram assassinados no caminho da festa de 15 anos da turma.
Uma das coisas que eu mais gosto em The Mentalist são as tiradas engraçadinhas do personagem principal. Logo quando ele e Teresa chegam na tal reunião de ex-alunos, um dos presentes confunde a agente com uma ex-colega e a beija à força com a desculpa de que ela era A mulher da vida dele. Jane logo diz: “Eu não sou!”. E é esse tipo de humor que me faz gostar cada vez mais do personagem.
Em Rose-Colored Glasses tem vários momentos com essas frases, como é de costume nos episódios de The Mentalist. Apesar das coisas legais que já estamos acostumados/as a ver, tenho que confessar que o que mais sinto falta na série é a relação com Red John. É sempre uma angústia imensa para os fãs ficar esperando quando ele retornará. Enfim! Depois desse desabafo vamos ao comentário sobre o episódio.
A história envolvendo o crime, em si, não foi das mais criativas. A culpada pelo assassinato foi a antiga rainha do colégio, a garota mais popular da turma de 1995. Clichê? Que é isso! (plaquinha de sarcasmo). Eu estava pensando que seria ela ou o antigo jogador de futebol. Os dois estavam pra cima e pra baixo durante a festa.
As cenas mais legais foram momentos paralelos à resolução do crime. A primeira delas foi quando Patrick incita Phill, um antigo looser da escola, a confrontar seu pior inimigo. Porém, ao invés de uma conversa, Phill partiu para a agressão física para a surpresa até mesmo de Jane.
Outro momento bem legal foi quando Patrcik tenta montar mais uma célebre armadilha e para isso tem que ter a ajuda de Risgby. Quando este descobre o plano diz que não vai colaborar, mas desiste e ajuda o amigo quando é chantageado. A chantagem? Jane ameaçou contar a Lisbon sobre o caso de Risgby e Van Pelt.
A dança com Patrick e Teresa também foi um momento singular. Durante todo o episódio ele tentou descobrir o que ela tinha feito na escola e ela sempre negava todas as afirmações e tentativas do colega. No final, começa a tocar uma música da sua época e ele a convida para dançar. No meio da dança ele ainda fica tentando descobrir e é muito engraçado, tenho que admitir.
De maneira geral o episódio foi mediano com alguns momentos instigantes. Mas nada que já não estejamos acostumados a ver na série. Acho que o maior trunfo de The Mentalist é o suspense envolvendo Red John, sem contar é claro com a esperteza e inteligência de Patrick Jane.











Myri, o que eu mais gostei foi a desculpa, no final, do Jane pra convencer a Lisbon de dancar com ele. Acho que os produtores vao tentar unir o casal, mas acho que nao deveriam (nao vejo nada ali que possa unir os dois, eles sao amigos e nada mais que isso. Nao rola nem tensao sexual como entre Booth e Brennan). Bem, gostei da review e eu fico como vc, doida pra volta do Red John. Beijos
"nao vejo nada ali que possa unir os dois, eles sao amigos e nada mais que isso", resume o que eu penso sobre eles serem um casal.
E que bom que vc vem acompanhando os reviews. É ótimo comentar a série com outras pessoas!
=)