Séries em série: novas personagens, parcerias inusitadas e redução de custos

   

3045290659 642abaabcc Séries em série: novas personagens, parcerias inusitadas e redução de custos

Hoje é dia de babar com o pôster novo de Lost, dormir com o último episódio de Heroes (por isso, perdoem a falta de comentários) e colocar os comentários em dia por aqui. Ainda faltam algumas coisas para ver, mas sigo tentando diminuir o tamanho deste post. Ah, e tenho um aviso para fazer: apesar de ter abandonado o programa nos últimos dias, hoje tem comentário sobre a final do Brazil’s Next Top Model, ok? Vamos às considerações…

Privileged “All about insecurities” - O episódio exibido nos EUA na última semana trouxe Megan tendo que reafirmar suas escolhas, quando uma ex-colega de faculdade vai visitá-la e mostra todo o sucesso que alcançou. É aquilo que ela quer? Ser tutora das meninas é uma boa opção de carreira? Achei válida a discussão, afinal Megan é uma jornalista graduada em uma das melhores faculdades americanas. E a menção a inseguranças do título se fez presente no comportamento da chefe, de Sage, de Will… mas o legal mesmo foi ver a participação de Perez Hilton no episódio, mostrando que um blogueiro pode realmente virar celebridade. E mais ainda: pode fazer de uma carreira sucesso ou fracasso. Adorei.

Californication “In a lonely place” - Eu acho que falei isso semana passada, mas sou obrigada a repetir: que segunda temporada maravilhosa está tendo Californication! É uma das melhores séries no ar ultimamente, na minha humilde opinião. Nem vou mencionar o quanto foi escatológico o papo de Hank com a professora de Becca antes de transar com ela, mas não tenho como não falar no diálogo entre o escritor e a filha. Foi simplesmente emocionante. Mas só fiquei com uma dúvida: aquela menina tem um olho maior que o outro?

How I Met Your Mother “Woooo!” - A série anda devendo um episódio daqueles que nos deixam pensando “pqp, como essa série é boa!”. Entretanto, se mantém na média, e não decepciona. É engraçadinha e bonitinha, mas não causa espasmos de tanto rirmos. E foi isso que aconteceu nesse episódio: foi legalzinho o lance do Sven e das Woooo Girls, mas também esquecível. O mais preocupante é perceber quantas garotas Wooo (que por aqui também se comunicam através de Uhuuuus) conhecemos.

Private Practice “Let it go” - Neste episódio vemos Addison assumindo o comando da clínica. Se ela já era trapalhona em Seattle, imaginem tentando arrecadar milhares de dólares em Los Angeles… A série nunca foi uma das minhas preferidas, mas cumpre seu papel. Os casos médicos são sempre muito comoventes, e envolvem a família. E aqui não foi diferente. Só fiquei com uma pulga atrás da orelha: porque Charlotte tinha uma cara tão maquiavélica ao alugar o andar da clínica? Ela não virou amiguinha de todo mundo?

Ugly Betty “Crush’d” - Betty apaixonada resolve fazer uma festa para seu vizinho tocar. Amanda vai morar com Betty. Amanda fica com o vizinho de Betty. Ah, ia ser tão bom ser surpreendida! Infelizmente, a série apostou no óbvio e um bom episódio foi por água abaixo nos 48 minutos do segundo tempo. Foi bacana a trama de Daniel e Willie disputando a atenção do novo gerente da Meade, foi legal ver a vilã toda derretida e também Marc em crise quanto a morar junto com o namorado. E ia ser tão legal se Amanda virasse realmente room mate de Betty, não? Adorei vê-la repaginando as roupas bregas da secretária… bom, quem sabe a série não surpreende e as duas continuam morando juntas?

Grey’s Anatomy “These ties that bind” - Tirando o piti de Callie em plena sala de cirurgia, esse episódio foi chatoooooo. E boa parte da minha rejeição vem do fato de ter detestado as duas novas personagens que foram inseridas na trama. A interna de Melissa George é chata, inconveniente e quer roubar o posto de melhor amiga da Mer de Christina. Já a cardiologista de Mary McDonnel vai ser difícil de aturar com aquela síndrome de Asperger levada a sério. Se era para inserir a doença na trama, que chamassem o Jerry Espenson, de Boston Legal, que é muito mais divertido. E o fantasma de Denny Duquette já encheu o saco. E aquele beijo da Christina com o McArmy foi estranho. Tudo foi estranho.

Eli Stone “Should I Stay or Should I Go?” - Além de ter nome de música do Clash, o episódio de Eli Stone foi mais uma vez bonitinho e comovente. A série está imperdível nessa segunda temporada. É difícil para o pessoal do escritório competir com as ofertas irresistíveis dos sócios que estão saindo da firma, mas essa trama mais “enxuta” vai diminuir os custos com figurantes, o que deve garantir a presença da série na grade. E isso é bom, muito bom.

   

Sobre Gisele Ramos

Comentários

  1. Picelli disse:

    Grey's tem me desanimado com a reapariçao de Denny e a demissão de Dra. Hahn. Mas preciso voltar a ver.
    Já HIMYM, sinto falta dos episodios fantástiicos da segunda temporada! Só o final me tirou o folego de rir =P

  2. Janito disse:

    Deeny Duquette. Não Crane. Hehe!

  3. faltou comentar a pequena baker soltando a voz com "Fever"
    melhor q muitas q participaram daqle reality das pussycats q tiveram q cantar (sim, eu assistia ¬¬)

    privileged ta legalzinha ne?! era melhor a cw ter apostado nela do q em 90210, "buuuuuuuuut" nem tudo é perfeito

  4. Vinícius P. disse:

    Gostei muito do episódio de "Ugly Betty", até considero o melhor dessa temporada e a Becki Newton estava arrasadora. Ainda não vi os demais…

  5. Gisele Ramos disse:

    Putz, falha nossa!

    (mas o Denny Crane é mais legal… heheheh)

    Valeu pelo toque! Beijo!

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