Jackson nasceu com DNA feminino e masculino, doença chamada de Mosaicismo genético. Os pais então escolheram criá-lo como um menino. Adicione a isso House surpreendentemente “bonzinho”, uma complexa discussão sobre o uso de drogas e um debate sobre sexualidade. O resultado? Mais um ótimo episódio de House M. D.
Dores pélvicas e um mal súbito durante um jogo de basquete levaram o garoto ao Hospital Princeton-Plainsboro. Depois de tentativas iniciais que não deram em nada e devido as desordens sexuais, Cuddy não pensou duas vezes antes de passar o caso para House. Mesmo não gostando muito da exigência dos pais de que não falassem nada ao garoto sobre sua sexualidade, House aceitou o caso.
Depois de uma conversa inicial com sua equipe sobre os possíveis diagnósticos, House resolve aceitar a sugestão dois pais do menino. Eles recomendaram que se fizesse uma Ressonância para buscar um possível útero incompleto, o que em seguida acabou sendo descartado. Mas a facilidade com a qual ele aceitou o caso e a dica dos pais acrescentada a atitudes típicas de uma pessoa de bom humor chamaram a atenção de todos. Principalmente a de Cuddy e Wilson, que desconfiaram que o médico poderia estar usando Heroína.
Ao procurá-lo para para buscar explicações, Cuddy e Wilson acabam encontrando House desacordado e sem respirar. E não fosse a rápida atuação de Foreman, nosso doutor teria ido dessa pra melhor. O fato preocupou ainda mais os amigos do médico, mas Wilson acabou descobrindo que House estava tomando Metadona. Uma droga mais forte que Vicodin, mas legalizada. E que segundo o amigo não sentia mais dores.
Cuddy ao tentar solucionar a questão colocou House contra a parede pedindo que ele escolhesse entre continuar usando a droga ou o seu emprego no Hospital. House afirma que prefere não sentir dor e que isso era mais importante do que o trabalho. Por isso acabou se demitindo.
No dia seguinte Wilson foi a procura do amigo pensando que ia encontrá-lo acabado mas se surpreendeu ao ver um House barbeado, bem vestido, motivado e ainda muito bem humorado. O que faz com que os amigos se questionem sobre o quanto a droga é realmente ruim para House.
Enquanto isso, instigada por um bilhete que encontrou na casa do garoto, Thirteen desconfia que ele esteja sofrendo de depressão e que a explicação poderia ser psicológica. Por isso, sugere e cria situações a todo momento para que os pais conversem com o filho sobre sua sexualidade. Mesmo refutada com veemência pela mãe a conversa acaba acontecendo. Jackson, como era de se esperar, não reage bem e se revolta com os pais.
Thirteen descobre que o bilhete que encontrou no quarto do garoto e que a fez pensar que ele estava deprimido não passava de uma lição. E depois de descartada a explicação psicológica as possibilidades de diagnóstico se afunilaram. A equipe cogitava ser a doença de Zollinger-Ellison ou Esclerodermia Sistêmica. A primeira tratável, mas a sergunda não. Infelizmente o caso se direcionou para a segunda opção.
Depois de algumas evidências e buscando todas as possibilidades que a fizessem se sentir menos culpada Thirteen desconfia que Esclerodermia talvez não fosse a única explicação. Mas foi preciso Cuddy recontratar House oferecendo a possibilidade de ele tomar Metadona de forma vigiada, para que o caso se resolvesse.
House deduz que Jackson tomava energéticos em demasia, o que se confirma. E conclui que ele teve apenas uma simples desidratação, que não teria sido resolvida de início pois os energéticos estavam causando esforço dos rins e impedindo seu funcionamento normal. Mas o que explicaria todas as complicações? O próprio tratamento. House concluiu que os problemas que se seguiram foram resultantes da aplicação do contraste, líquido necessário para a realização da Ressonância. Como eles foram aplicados em um organismo no qual os rins não funcionavam direito e portanto não filtravam as impurezas o líquido se espalhou por todo o organismo causando todas as reações adversas.
Caso resolvido, menino vivo e feliz. Mas House ainda tinha a situação com a Metadona para resolver. E ele acaba desistindo de usar a droga pois avalia que o uso dela acabou afetando o seu julgamento médico. Segundo House seria preferível viver com dor mas fazer bem o seu trabalho do que o contrário. E antagonicamente as histórias infantis não seria exagero dizer ao final deste episódio que todos viveram “miseráveis para sempre”, ou pelo menos até o próximo episódio.
Obs.: House dá uma paradinha na semana que vem devido a um especial de 24 horas que será exibido na Fox americana e volta com episódio inédito no dia 9 de março. Até lá!









O Blog Na TV foi escolhido como o Blog da Semana no Informação Virtual.
Parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido pela equipe.
A forçação de barra para a 13 seja aceita e amada pelo público é impressionante! Cada episódio é centrado nela, suas doenças, suas angústias, seus dramas… e os outros 2 novos só fazem 'pontas' e nada dos antigos aparecerem!!!
Tudo inútil!
Morra 13, morra!!!!
Morra 13, morra!!!! (2)
Concordo plenamente com o comentário da Thalita é incrivel como a Thirteen tem destaque eu acho que depois de House ela é o personagem que tem mais destaque rsrsrs, e sinceramnete isso já ta enchendo o saco antes eu tinha esperança de que a Camerom e o Chase voltase a ter mais participação mas parece que cada vez mais ta ficando claro que isso não vai acontecere e isso me deixa mt triste com a série pq eu gostava mt da participação deles principalmente da camerom agora falando sobre o episódio foi um bom episódio mas na minha opinião mais uma vez os roteristas foram rápido demais com uma boa historia que poderia ser mais desenvolvida da mesma forma que eles fizeram com a Camerom como Chefe………..acho que seria interessante ver o House feliz em outros episódios há e para aqueles que torçem com um romance entre House e Cuddy acho que ficou claro mais uma vez que iso não vai acontecer pq simplesmente o House não consegue mudar ele não consegue ser feliz………………………….