Review – Criminal Minds: 4×20 – Conflicted

   

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Comentários

  1. TATIANA disse:

    Acho sim que acontece isso na maioria das séries,o maior exemplo pra mim é Smallville,no qual eu só vejo a season premiere e o season finale pois o meio fica extremante entediante.Nesse episódio de CM eu também duvidei da conclusão e já estava até preparada pra um "to be continued…",afinal estamos já na reta final…Mas fiquei fascinada com o desenrolar do episódio.Fico realmente intrigada com esse tipo de desordem psicológica, ter alguém que pensa diferente de você, na sua própria cabeça,esperando pra emergir e tomar conta dos seus pensamentos e corpo,é algo perturbador e intrigante ao mesmo tempo.Acho que,afinal,assistir The United States of Tara,não foi perda de tempo total…Quanto ao fato do Reid se importar com esse tipo específico de vítimas se deva ao fato da mãe dele também ter um tipo de disturbio mental,esquizofrenia se não me engano.

  2. Gabi Spinola disse:

    Discordo do seu "nível de episódios". Assisto Criminal Minds desde a 2ª temporada, e nunca assisti a um episódio ruim. Medianos? Sim. Nunca ruins.

    Desde o começo da temporada, com o eletrizante "Mayhem", conseguiram prender o espectador com uma habilidade incrível, usando de episódios desconectos de uma cronologia exata, sem se segurar com subtramas pessoais servindo de conectivos – coisa que acontece com Grey's Anatomy, CSI mas mais principalmnte, em Law and Order Special Victims Unit, em que eles cismam em mostrar as vidas pessoais de Eliott Stabler e Olivia Benson como plano de fundo para tornar os episódios mais interessantes, porque já não têm fôlego o suficiente depois de 10 geniais temporadas para mostrar tramas independentes de uma cronologia.

    Acho que o fato de Reid se importar com Adam vem mesmo da ligação com o distúrbio esquizofrênico da mãe e de Tobias Hankel, sem cuja interferências seria impossível que Spencer crescesse tanto como pessoa como o ocorreu nas últimas 2 temporadas.

    O mesmo vale para Prentiss e Morgan, o motivo de os dois se sentirem tão culpados quando os casos envolvem crianças (Hotch também, mas é mero detalhe porque a participação dele é ínfima se comparado a mily e Derek). Eles sabem, em partes, como as vítimas com quem lidam se sentem, portanto se sensibilizam mais que o resto da equipe (e tornam um episódio "bacana" um episódio "brilhante").

  3. dita disse:

    axei o mlehor episodio da season, quiça da serie. amei, bom d+++. eu nem pensei q akele suspeito no inicio era o adam. foda mt bom

  4. Chris disse:

    Pra mim o que estragou o episódio foi a cena de introdução; dava para perceber que a paciente era um homem, e quando o Reid ficou perguntando repetidamente onde estava Adam deu logo para deduzir que Adam era uma personalidade suprimida do próprio. Daí não teve graça acompanhar a história, já sabendo como ia terminar.

  5. Camila Telcontar disse:

    Gabi, não disse que em CM chega a um nível ruim, só que decai um pouco, os episódios são mais "tensos" no inicio e no final, lógico. Nas outras série citadas, principalmente em grey's, acho sim que no meio da temporada chegam a episódios ruins.
    Esse é o que faz eu gostar tanto de CM, sem focar tanto na vida pessoal, mas não podemos negar que tem uma certa dose de "pessoal" em alguns episódios… Tivemos tantos sobre o Dr. Reid essa temporada.

    Vc devia ver a primeira temporada, é ótima, apesar de gostar mais da Prentiss do que da Elle.

    Eu acho que tem alguma coisa a mais com o Reid, tá, a mãe é esquizofrênica, mas eu acho que tem algo mais que isso… Talvez o medo de ficar assim, ele já falou isso pra Garcia uma vez, mas não sei, só a mãe ser assim não me convence sabe?

    Gosto muito da participação do Morgan, mas eu não vi essa participação brilhante nessa temporada, poucas vezes ele apareceu tanto. Nas outras ele era mais presente em todos os episódios, até fiquei com medo que ele "morresse" no fim dessa temporada. Mas adoro quando ele participa, como nesse episódio, sem bancar o super-herói. Sei que faz parte da personalidade dele, ma me irrita um pouco.

  6. Camila Telcontar disse:

    Apesar do clima "continua", achei que o episódio acabou no momento certo.. tem uns que vc fica querendo saber um pouco mais, outros que vc queria que já tivesse acabado, mas esse foi perfeito né?

    Tatiana, eu acho que tem um pouco a ver com a mãe do Reid ser esquizofrênica, mas não sei se só isso o faria ser tão ligado a todos os personagens com problemas mentais. talvez seja mais pelo Tobias que pela sua mãe.. não sei, pode ser que tenha mais coisas por aí…

  7. Ronaldo disse:

    Camila, sobre o Reid eu concordo com você… É claro que existe a óbvia influência da esquizofrenia da mãe e do caso Tobias, mas acho que tem muito mais de uma ansiedade, um medo do Reid do quanto ele pode ser como um desses transtornados… O que é totalmente plausível se considerarmos o fator hereditariedade pelo histórico materno, fora o fato de que é até comum a conexão entre genialidade e "loucura" (um exemplo premiado é o "John Nash" de "Uma Mente Brilhante" [filme fantástico por sinal])… Falando disso eu até lembrei da angústia dele naquele episódio que inicia quando um garoto o aborda na estação de metrô, falando de seus temores e a trama desenrola com o jovem acreditando que possa ser um assassino… O quanto que o nosso super-dotado não se identifica com o garoto perturbado?
    Afinal, convenhamos, com 27 anos, ter graduações em Psicologia e Sociologia com doutorados em Engenharia, Química e Matemática, deve bagunçar um pouquinho a "cachola", não?! rs

  8. Camila Telcontar disse:

    Hahaha.. deve ter bagunçado um pouquinho mesmo né? saber o tanto de coisa que ele sabe aos 27 anos…

    Fico pensando nas pessoas que são assim., a falta de preparo das outras pessoas pra conviver com elas. ou escolas.. aqui no Brasil eu não sei como elas são tratadas por escolas.

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