Revenge – 02×10 – Power

   

Revenge Power Revenge   02x10   Power

Prazer, leitores! Sou eu o novo (e esperançoso) responsável pelas reviews de Revenge! Antes de darmos início aos trabalhos preciso dizer que casei com essa série e vou continuar na alegria ou na tristeza, até que o cancelamento nos separe. Sou o Guilherme, tenho – até julho – 20 anos, gaúcho e um futuro administrador (quase diplomado), mas que é apaixonado por psicologia, e conta os dias para iniciar esse sonho. Por tanto, analisar é meu forte. Juntando isso com o quanto gosto de ler, escrever, comentar e assistir seriados, passo a fazer parte desse blog, do qual já era leitor fiel. Comecei a acompanhar Revenge, única e exclusivamente, por causa de Emily VanCamp e seu trabalho em Brothers And Sisters (minha paixão eterna!) e acabei me surpreendendo. Por isso, a série conseguiu um lugarzinho entre as minhas best, e veja bem, são muitas. Sendo assim, espero que continuem acompanhando as reviews tanto quem ama a série, quanto quem está mais #chatiado, pois estes eu farei de tudo para que mudem de ideia (até que me convençam do contrário, brincadeira!).

Sendo essa minha primeira review de Revenge, nada mais justo que eu explique o motivo de defender essa série, que não anda muito popular entre os telespecs. Certo! Quando a série estreou sua primeira temporada, trouxe Amanda Clarke voltando aos Hamptons para vingar seu pai que, anos atrás, havia sido acusado injustamente por um atentado terrorista, até o momento – ou até onde sabíamos – planejado pelo patriarca Grayson. Revenge cumpriu com louvor seu desafio na primeira temporada, tinha no encerramento da temporada a possibilidade de terminar a vingança da protagonista ou seguir em frente caso fosse renovada, o que de fato aconteceu. A trama ganhou uma segunda temporada, e claro, não haveria condições de continuar presa somente a vingança contra os Grayson, então Mikey Kelley apresentou a Iniciativa, como estando por trás do todo poderoso Conrad – solução lógica, afinal ninguém seria, sozinho, responsável por um ataque terrorista! Novas histórias foram criadas e personagens acrescentados, e destaco Aiden. Com a entrada da Iniciativa, ele apareceu como outra das vítimas do time malvado, além de cobrir a falha deixada por Takeda, que só tinha a função de mentor na série.

Antes de dar sequência nesta review, preciso admitir que quem vos escreve é total #TeamEmilyAiden. Agora que já deixei isso claro, posso continuar dizendo que eles têm muita química juntos, muito poder. Entre a relação Emily-Takeda, prefiro bilhões de vezes o casal, eles se completam. Aiden não está mais ali só por sua irmã, ou por sua vingança. Ele já é parte da história de Emily, e não só por gratidão. Agora, pausa! Pra que eu possa comentar que a ceninha de briga no restaurante foi master fake e Daniel – a toupeira maioral da série – caiu bem direitinho. Aproveitando, Daniel tem na série um papel interessante, mesmo tentando ser espertinho ele só colabora com a vingança, ou seja, ele mesmo vive boicotando sua família, prova disso é ele ser manipulado por Victoria e Emily. E para esse plano, Aiden precisou ir para o banco de reservas. Imagina o boyfriend abrir mão de fidelidade em nome de vingança? Prova do poder do casal, que só fica melhor quando se transforma em trio e Nolan participa dos planos.

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E falando em Nolan, eu deixo de exaltar Revenge e passo a reconhecer seus defeitos. E o (ex ou ainda pode ser considerado como?) braço direito da nossa vingadora fez seu papel melhor que ninguém, e quando foi ser reconhecido através de seus próprios plots, o resultado foi um mais errôneo que o outro. Quem é pior: Padma ou Marco? Eu, sinceramente, deixo que vocês me digam. É visível que o trio (Ems, Aiden e Nolan) funciona super bem, então qual o motivo desse ‘mimimi’ de romance para o Mr. Ross? Só acho que ele merecia um britânico ou uma britânica magya que nem sua parceira. Ah claro, e uma história decente também!

Já que toquei nos defeitos, segue o próximo para provar que Revenge já os tinha desde o início, caso contrário não conheceríamos a família Porter – com direito a uma agregada de suposto nome Amanda! Atualmente esse plot de outros irmãos se vingando deles e blábláblá dá muita preguiça. Declan e Jack já são chatos por existirem na história, mas se colocar a Amanda junto, passa a impressão que eles estão fazendo uma figuração para quando forem necessários nos planos ou confusões da Emily. Seria muito mais bonito se eles fossem recorrentes sem um núcleo próprio. Voltando ao drama deles. Não é preciso ser um gênio – e escrevo isso totalmente livre de spoilers – para apostar que quem morre naquele barco é um dos bad brothers, só que assim estraga, usar essa ferramenta em uma temporada é legal, repetir fica chato, e então se uma possível terceira temporada tiver esse mistério vai ser a ruína. Deixo a dica roteiristas!

Mas falando de boas tramas, ou atuações. Oi, Queen Victoria! A matriarca má da família Grayson somente nos presenteia com suas histórias. Enquanto seu marido Conrad é visivelmente malvado, ela traz tantas nuances que é difícil saber o que é mais importante: a família? Daniel? Ou o poder? A rainha dos Hamptons parece tão centralizadora que tenta dominar tudo isso. E o mais legal é perceber que cada vez mais ela põe os pés pelas mãos, afinal, ela foi tentar usar justo Emily em mais uma tramoia. Claro que a nossa Avenger Girl que agora poderia fazer até par com o Arrow iria se aproveitar da situação, e aproveitou tanto para detonar o juiz covarde quanto para conseguir se infiltrar na Grayson Global. Victoria nas garras da protagonista demonstra que não existe nenhum resquício de desconfiança quanto à verdadeira identidade de Thorne, e isso prova que se bem conduzida, a série tem potencial para muito mais. Enfim, Revenge mudou, mas na minha humilde opinião foi uma mudança tão natural, quanto coerente.

Ps.: Victoria, se cuida! A performance da Queen Iniciative foi tão boa que quero mais dela na série.

   

Sobre Guilherme Jacques

Gaúcho e futuro administrador. Apaixonado por psicologia, ou seja, analista de nascimento. Atualmente vivendo a crise dos vinte e poucos anos, quando não se tem tempo pra nada. Sou apaixonado por séries. E digo: quanto mais dramáticas, melhores!

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