Mais uma boa semana para Major Crimes. Com uma segunda temporada garantida, parece que a série enfim encontrou seu caminho. Metade da temporada se foi e, apesar de um ou outro episódio mais ou menos, acredito que o saldo seja positivo.
No último episódio tivemos um caso mais sombrio, mas o desenvolvimento do caso dessa semana foi muito mais angustiante. Geralmente os crimes envolvendo gangues – ou a possibilidade de envolvimento das mesmas – trazem bons momentos para a série, vide a grande confusão que o caso Tyrell Baylor causou nas últimas temporadas de The Closer, sendo resolvido apenas em sua última temporada.
Na review passada destaquei meu contentamento com o desenvolvimento da nova personagem Amy Sykes. Não que estivesse sendo grande coisa, mas me agradou o fato de ela se entregar de corpo e alma (argh!) nas investigações. Pois é, e não é que eu me vi angustiado com seu espancamento e torcendo para que a detetive esteja bem?
Talvez tenha sido a forma brusca e violenta como a cena tenha acontecido, só sei que gostei muito de como tudo foi executado. Isso é também uma forma inteligente de fazer a personagem ser mais querida tanto pelos colegas dentro da série, quanto do público que a assiste.
E outra vez tenho que tirar o chapéu para Julio Sanchez. Gosto muito dessa forma mais intensa de investigação. A ação serve não apenas pra movimentar o episódio, como pra deixar os personagens secundários mais interessantes, com mais profundidade. Como é o caso de Provenza que a cada episódio ganha mais espaço e respeito com Raydor. Não me admiraria se o tenente ganhasse a promoção que tanto almeja.
E que bem não faz um caso bem pensado e um roteiro bem escrito! O desenvolvimento da relação Sharon/Rusty até fica mais interessante, mesmo mantendo um tom mais sentimentaloide. Essa é a grande sacada, quando os casos são fracos e desnecessários, os plots marginais se tornam cansativos, porém quando temos um roteiro forte e seguro, esses mesmos plots acabam sendo a cereja no bolo, quebrando o clima tenso e violento dos crimes.
Achei bonitinho como Rusty se mostrou preocupado com a possibilidade de Sharon abandoná-lo agora que seu pai foi identificado. Até cozinhando pra capitã ele está. É compreensível que o garoto esteja assustado com o fato de não saber quem e como é seu pai biológico. E acredito que os dois não se separarão muito cedo. Além disso, ainda acho que essa história toda vai acabar em caso de polícia. E principalmente de investigação da própria Major Crimes.










Bom mesmo esse episodio, foi de prender a respiração a cena da luta da SYkes com o marginal, e Julio mostrando seus dotes de policial que vai pra cima dos meliantes realmente tbm tem me deixado bastante satisfeito, provenza tem muito pra acrescentar, acho que o grupo faz a diferença na falta de carisma de Shanon, sim eu ainda acho ela sem carisma nenhum, tornando o seriado mais interessante.