-Olha pra gente, nós somos estranhos! -Mercedes
-Mas somos estranhos juntos. E não deveríamos esconder isso de ninguém! – Finn
Enquadrar-se, fazer parte, ser aceito. Quem nunca quis isso, quem nunca se sentiu estranho, um peixe fora d’água da normalidade? Foi sobre isso que Theatricality falou. Foi sobre como o desejo de pertencer a algum lugar ou grupo é parte inerente ao ser humano. E, daquelas formas que somente Glee sabe fazer, tivemos aquela lição de moral no final que mostrou que o que importa é sermos quem somos, apesar dos nossos defeitos e imperfeições. Que a nossa beleza pode estar justamente em não ser igual.
Eu confesso que adorei o diretor Figgs nesse episódio. Apesar de suas participações serem sempre curtas, o diretor sempre me diverte. E ele com medo de vampiros e acreditando na existência deles foi um caso à parte. Mais divertido ainda foi a implicância dele com a aparência de Tina, que gerou o mote desse episódio: achar uma forma de se expressar, um novo meio. E, quem melhor para influenciar os jovens atuais do que ela, o fenômeno musical pop do momento, Lady Gaga?
Em suas espionagens no Vocal Adrenaline, Rachel descobriu que eles trabalhavam num número de Gaga e chegou assustada para o New Directions que, comandado por Will, decidiu investir numa semana de apresentações sobre a cantora. Acabou que os meninos não se sentiram confortáveis em fazer uma apresentação dela, que é considerada um ícone gay, e acabaram arrasando numa performance à lá Kiss. Mas, sem dúvida nenhuma, o que mais gostei do episódio foi a apresentação das meninas (inclua Kurt nesse grupo) cantando Bad Romance. Sério, adorei a versão, adorei todas exercitando seu lado cantora e, acredito, foi um show à parte. Aliás, a música foi inclusa na turnê Glee que tá rolando pelos Estados Unidos e, querendo ver a apresentação, é só clicar aqui! Mas como sou legal, deixo a versão em estúdio aqui para vocês conferirem enquanto lêem o review, porque sei que vocês gostam, né?
A homossexualidade de Kurt novamente veio à baila, já que a mãe de Finn e o pai de Kurt resolveram morar juntos. Tendo de dividir o mesmo teto com Kurt, Finn mostrou um lado homofóbico que ninguém esperava dele. Mas a cena do pai do Kurt dando aquela lição de moral no Finn foi excelente. Sim, eu adoro o pai do Kurt e acho que ele vem roubando as cenas em que aparece. A amor incondicional que sente pelo filho e a forma como o apóia é linda. E, claro que esse chega pra lá que Finn ganhou o fez enxergar a realidade e nos brincou com a excelente cena final do episódio.
Momento ‘so cute‘ do episódio: a apresentação que Puck fez para Quinn, cantando Beth. Muito legal o machão se derretendo querendo batizar a filha e mostrando que tem um lado romântico para a Quinn, que eu ainda acho que vem aparecendo muito POUCO nos episódios – eu amo a Quinn, Ryan Murphy, dê mais falas pra ela #FicaDica.
Eu já falei outras vezes aqui, mas repito: gosto de como as tramas se resolvem rapidamente em Glee. Ao invés de ficar enrolando a história de Shelby ser a mãe de Rachel, a jovem descobriu logo a história toda e já foi tudo resolvido. Eu curti a interação das duas e aquele ‘adeus‘ (ou ‘até breve‘ que seja!) das duas não me convenceu. Tomara que a Idina Manzel tenha mais participações ainda na série, pois adoro vê-la interagindo com Rachel e Will, além de conduzindo o Vocal Adrenaline. E, à princípio, ao ouvir um pedaço da versão de Poker Face sem ver o episódio, não tinha curtido. Mudei completamente de opinião ao ver a cena (Show quando Rachel chama Brad, o pianista onipresente em Glee, que está sempre pronto a tocar! Ótima forma de se autosacanear, Ryan Murphy, parabéns!) em que Rachel e Shelby cantam a música, que foi totalmente descontruída e cantada de tal forma bela que não tinha como não me arrebatar. Me ganhou!
E agora, conforme disse Will, que venham as Regionais! Estamos prontos e ansiosos para ver os nossos garotos do Glee Club arrasando!
Fico por aqui, feliz da vida com os comentários de vocês! Abraço pra quem é de abraço, beijo pra quem é de beijo!










geeeeeeente, esse foi o MELHOR EPISÓDIO DE TODOS!
a cada episódio venho gostando mais dessa série!
Tbm gosto de como as tramas se resolvem e vc tem logo a lição que eles tentam passar
gritei até pela janela: I'M FREAK B**** BABE!!!!!!!!!!!! xD
me emocionei mto e to mais ansiosa ainda pelo proximo!
Mei, minha querida, tudo bem?
Somos dois a cada dia mais apaixonados por Glee, viu! Vc não está sozinha.
Imaginei vc dando uma de Gaga gritando 'I'm a freak bitch, baby!'
hahahaha
Bjão e nos falamos nos próximo episódio.
Achei a apresentação de Bad Romance perfeita. E Poker Face, quase não reconheço.
Naqueles ensaios do Vocal Adrenaline, fiquei esperando alguém levantar a máscara e ser Jessie; tenho certeza que ele estava ali. Qdo Rachel, Quinn e Mercedes foram espionaro ensaio, pensei que iriam flagrá-lo.
Adoro o pai de Kurt (qual o nome dele?) e adorei ele defendendo o filho. Mas, p/ mim, faltou ele ter uma boa conversa com Kurt, porque Finn pode ter tido uma atitude homofóbica, mas Kurt tb não estava inocente na história; ele vem forçando a barra com Finn. Não tinha nada hetero naquela decoração de Moulin Rouge que Kurt fez no quarto.
E eu não vejo Finn como homofóbico; acho que ele não teria problemas em ser amigo de Kurt. O que o incomoda é a paquera, que como Finn apontou, nem é mais tão velada de Kurt.
Mais uma coisinha: cadê Sue???
Gente, é mesmo: cadê a Sue??? (2)
O pai do Kurt chama-se Burt, Neysangela e ele é muito gente boa. E sim, concordo contigo. O Kurt não tem muitos limites e acaba exagerando sempre, inclusive nessa de dar em cima do Finn. E o quarto ficou realmente engraçado, né? Mas nada hetero mesmo. Risos.
Um beijão pra você que eu sei que sempre comenta e fico ansioso esperando para lê-la!
Adorei o episodio, espero que apareça mais musicas da Lady Gaga , so acho que o Finn nao foi homofobico acho que o Kurt exagerou dessa vez.
Diego,
Lady Gaga é ótima e tem muitas outras músicas que poderiam entrar em Glee, né?
Tomara que se lembrem de incluir mais músicas dela mesmo!
Abração
Power of Madonna só na em primeiro lugar por que, bem, estamos falando de Madonna.
Mas o que foi esse episódio, identificação total. Eu era de freak bitch da escola, eu era da turma da escola com roupas estranhas, todo mundo sacaneando e querendo me bater. Discutir com a Mei sobre esse episódio foi lembrar o passado, 7 anos atras.
todas as cenas do pai do Kurt são foda, ele é incrivel… Só que o Kurt tem sim um lado intransigente, ele não aceita tão bem o mundo quanto pensa, tudo bem é um mecanismo de defesa, mas ele não podia realmente esperar que o Finn encarasse a paqueras dele numa boa de primeira. E o Finn sempre sabe corrigir as mancadas que dá e foi lindo ver ele se vestir de rei das lagostas e defender o Kurt.
Adorei as versões de Gaga, mas ver os meninos incorporarem o Kiss e justificarem a maquiagem fez meus olhos brilharem, reflexo da metaleira de 14 que eu fui.
A Quinn cantou, remasterizada, mas cantou. A Santanna cantou a minha parte favorita da musica, Mike e Matt tiveram falas ( Por sinal eu ri muito quando li uma entrevista deles super contentes por finalmente terem uma fala). Só faltou a Brittaney mesmo cantar.
Momento Essas fãs de serie
Quem quiser me dar um Puck de presente eu aceito… Pode ser de aniversario atrasado, adiantado, de natal, de dia do professor, de dia da criança, qualquer desculpa é valida.
Tinha como ele ser mais adorável nesse episódio? Não tinha.
Ele foi sensível, romântico, carinhoso, tem uma voz que merecia mais solos… Beth vai tocar de forma ininterrupta até deus sabe quando
Camila,
Eu acho que The Power of Madonna foi excelente, fato! Mas muitos outros episódios, como esse Theatricality são tão bons quanto. Eu sou um fã apaixonado por Glee, o que fazer se não consigo sequer achar um episódio ruim, rs…
Ah, a Santana arrasou em Bad Romance. Eu também adoro essa parte que ela cantou da música e acho que deu conta MUITO BEM do recado. É a latina se mostrando em Glee.
E é engraçado mesmo o Mike e o Matt aparecendo mais e até falando. Show de bola.
Pra finalizar, só algo a dizer: 'Ah, essas fãs de Glee!"
Beijão, moça!
Agora sim,nesse episodio Kurt e o Pai conseguiram me emocionar,os atores mandaram muito bem e deram um show de interpretação em suas cenas,coisa que não tinha acontecido no episodio anterior (mas mesmo assim prefiro o episodio da semana passada),foi muito boa bronca que o Pai do Kurt deu no Finn,a relação de Pai e Filho dos dois de fato é muito bonita,parabéns ao Ryan Murphy por isso.
Ah Quinn,quando vejo ela em cena não paro de pensar em como ela é linda,e concordo com todos que dizem que ela precisa ter mais falas,depois que a série voltou do hiato a personagem deu uma sumida.
Por fim,tenho que dizer como Lea Michele é talentosa,a interpretação dela na música Poker Face foi demais,ela sabe interpretar as músicas com maestria,e assim como você Leandro,também escutei a musica antes de ser lançada no episodio e não gostei,mas graças a Rachel e a Shelby acabei gostando.
Até a proxima Leandro,"Abraços".
Juninho,
Achei show mesmo a interação Kurt/Finn/Burt, muito legal.
E morro de rir do seu amor pela Quinn. Eu também adoro a personagem e concordo com você, já que acho a mais linda do elenco. E ela estava maravilhosa com aquela roupa, né? Teve como não se emocionar com ela chorando, mesmo com aqueles cílios enormes de Lady Gaga?
Então, meu caro, abração pra ti!
Eu não sei por onde começar. Assisti ao episódio 1×20 de madrugada achei que seria apenas mais um episódio, talvez por acreditar que para Lady GaGa se tornar a próxima Madonna precisa de muito feijão com arroz. Mas eu simplesmente amei esse episódio pelo conjunto da obra (como amei o episódio 1×10 – Balladas).
Não só pelas performances musicais, mas principalmente pelas interpretações do elenco.
A situação da Rachel e a Shelby, a situação do Kurt/Burt/Finn, Quinn e Puck, Tina… todos atuaram de forma incrível. Nesse episodio teve até fala para o Mark e o Matt (minúscula é verdade, mas teve), além do desempenho de Santana e Tina na música Bad Romance e os famosos comentários da Brittiney.
Admito que achei a relação Rachel e Shelby aquém do que poderia ser. Eu esperava um drama a lá Rachel de ser, mas concordo que foi agradável vê-las cantando Pocke Face de um jeito diferente. Acho que devemos esperar uma disputa mãe e filha nas regionais.
Agora como fã incondicional do Kurt as cenas dele com o Finn e o pai foram incríveis. Desde o jantar de comemoração (uma curiosidade: a casa do Kurt se resume ao quarto dele?), a discussão por causa do lenço umedecido, a discussão no quarto e a lição de moral do pai. O que me chamou atenção foi o dialogo cru e direto entre o Finn e o Kurt antes do Burt entrar no quarto. No episódio 1×10 eu fiquei na dúvida se o Finn percebia algo, mas vemos nesse episódio que ele percebeu e muito as indiretas do Kurt. Eu acho o Cory um tanto quanto fraco em relação aos outros atores, mas sempre que ele faz uma cena mais tensa ele fica muito bem, vide o episódio 1×10 quando começamos a ver a paixonite aguda do Kurt.
A cena final dos dois foi bem legal e de uma maneira interessante, pois o roteiro deixou brecha para duas possibilidades: uma poderia ser o inicio de uma relação de irmãos entre o Kurt e o Finn e a outra (eu posso está viajando, mas quem sabe….) a de uma relação mais “colorida” entre os dois personagens (até agora o Kurt foi o único sincero sobre seus sentimentos pelo Finn ao contrário da Quinn que o traiu e a Rachel que assim que pode trocou ele pelo Jesse).
Além de tudo isso ainda teve uma declaração muito fofa do Puck para a Quinn, uma atitude muito divertida da Tina com o diretor da escola (esse cara é muito engraçado), e claro, o vestido de latex do Finn… O Cory com aquele tamanho todo com um vestido vermelho deve ter sido uma piada a parte nas gravações.
Bem, se eu pudesse dar prêmio para esse episódio seria pelo conjunto da obra: roteiro, interpretação, figurino, cenário (que quarto foi aquele que o Kurt montou?), e acima de tudo, direção impecável do nosso queridíssimo Ryan Murphy……
E para fechar deixo aqui os meus Parabéns e muitos anos de vida para o Chris Colfer (Kurt) que faz hoje 20 anos…. Lindo com 20 imagina quando tiver 30? My God….. pena que ele torce para outro time…. mas, nada é perfeito…. beijo Chris….
Eliane,
Adorei a sua vibe de presidente do fã clube do Chris Colfer, risos!
Eu, como vc, adoro Ballads. É um episódio tão gostoso de assistir, com músicas tão lindas (eu amo a versão de Endless Love). E, pensando bem, esse episódio tem um pouco a ver com esse que estamos comentando mesmo. Boa lembrança a sua.
Agora, acho improvável que o Finn se envolva realmente com o Kurt. Será que é isso que Ryan Murphy reserva para nós? Seu comentário me deixou aqui pensativo.
Adorei o comentário e continue por aqui, que adoramos essa interação com os leitores.
Um beijão
Engraçado que tive a mesma impressão a respeito de Poker face, ouvindo não foi tão bom qto ve-las cantando. Falta os pais de Rachel aparecerem ja que essa descoberta foi feita a revelia deles…fica um tanto falso tudo isso. Gosto dos melodramas.
Além da ótima produção musical para Bad Romance, acho que o climax do episódio foi a boa lição de moral dada pelo pai do Kurt em Finn.
Fico com medo que esqueçam o roteiro e se prendam demais nas produções. No inicio da serie ficava mais emocionado com os clipes…a produção milionária ta assustando…rs.
ta aí..feio o comentário.
Rafa, que legal vê-lo por aqui! Já tá intimado a voltar sempre!
Sobre o que disse do roteiro, acho que Glee tá tão acima da média das produções adolescentes em geral, tocando de forma leve em assuntos complexos, que não me incomoda muito o que acontece. A série é pra ser uma sátira e faz isso muito bem.
E eu me divirto com os clipes das músicas e as apresentações do Glee. Além de me divertir falando sobre a série contigo no msn.
Abraço, meu amigo!
Eu digo e repito, super sinto uma vibe sertonajo-country pra essas duas. "Poker face" foi uma das coisas mais maravilhosa que eu vi na série até hoje. Arrebatador mesmo.
Mas ok, vou ter de dar meu pitaco com relação ao "casal" do episódio, aqui. Vamos combinar, que por mais que tenha saído dos limites nos insultos, o Finn tinha certa razão. Pelo amor de Deus, o Kurt passou de um dos melhores personagens, que era no início da série, pra um dos mais malas da temporada. Essa coisa, sou gay, me aceitem tá ficando OOOOOOOOOOVER, ouviu Ryan Murphy. Tipo, assim como ele exige compreensão dos outros com sua homossexualidade, ele precisa entender as necessidades hetero do Finn. Querer decorar um quarto, que mais pareceu um quarto de cabaret não é respeitar at all, o espaço e individualidade do outro. Fora todas as atiradas que ele dá pro Finn, e o Finn sempre na dele.
Eu adorei o diálogo do pai do Kurt no Finn. Adorei mesmo a cena. Soube ser "pró-homo" sem ser pejorativa. Mas que o Finn tinha certa razão, isso tinha.
Régis, tudo bem, como passou a semana (risos)?
Eu, como disse, amei Poker Face descontruída. Muito bom.
E sim, concordo com vc sobre o exagero em relação ao Finn. Ele errou e acho que nem percebeu que estava sendo preconceituoso, mas o Kurt não é flor que se cheire. Esqueci de falar isso no meu review!
Rapaz, eu adoro os comentários aqui!
Abraço
Tudo bem… estaria melhor se a Crystal Bowersox tivesse ganhado aquele fiasco do American Idol, mas só pelas três performances sublimes dela na semi-final já estou satisfeito. Tenho musiquinha dela no meu mp3 por mais um mês garantido, ao menos. Hehe…
Pois é, o Kurt tá sendo muito exagerado nesta coisa… tipo, nossa sabe aquela hora que ele levanta e pega um lenço pra limpar o rosto do Finn? Eu pensei, "Ah, não, ele NÂO vai fazer isso." E ele foi lá e fez. A gente ter alguém apaixonado pela gente, e não poder corresponder, já é uma sensação horrivel. Agora imagina pra um cara bem hetero beem esteriotipado como o Finn, descobrir que outro "dude" gosta dele. E sutileza não é bem uma palavra muito utilizada pelo Kurt, né?
Sutileza e Kurt numa mesma frase é discrepante demais, risos!
Eu gosto das tramas que começam abruptamente e terminaram no mesmo episódio, simples e sem enrolação, mas não consigo engolir a história Quinn & Puck. Em um episódio ele está com a Quinn, no outro tem Mercedes e Santana brigando por ele, no outro ele está solteiro de novo, depois está se declarando pra Quinn, pow, assim não dá! Decidam logo se o Puck quer ficar com a Quinn ou não.
E pra onde foi o Jesse?? Entendo que se ele tivesse aparecido, faltaria um membro do Kiss para ele, mas ele faz parte do ND e nem aparece nas reuniões do grupo?? Como assim?
Não vou defender o Finn, mas eu entendo o lado dele. Desde o começo ele não lidou bem com o relacionamento da mãe dele com o Burt, o que a fez pensar que ele gostaria da ideia de se mudar para outra casa e dividir o quarto com um menino que ele sabe que gosta dele??? Imbecilidade total da mãe dele! Ela deveria ser mais como o pai do Kurt!
No geral, não foi meu episódio preferido. Parece que foi feito só mesmo para apresentarem Lady Gaga e nada mais. Mas 2 coisas salvaram o episódio.
1- Finn enrolado em uma cortina de banho vermelha brilhante. Luxo total!
2- Ouvi a voz do Matt!!! Aleluia!!
Agora para eu ficar mais feliz, Brittany, Mike e Matt devem cantar!!! Porque agora foi comprovado que o Matt tem voz, sim!
Aline,
Confesso pra vc que só me dei conta da volatilidade amorosa do Puck com esse comentário seu. Gente, é mesmo, não decidem o que fazer com a vida sentimental do rapaz.
O Jesse é um personagem curinga quase, né? Utilizam o rapaz quando precisam pra mexer em alguma trama, depois colocam o menino dentro do armário de novo (piadinha infame).
O vestido vermelho de latex do Finn foi hilário. Aquele cara altão, todo desengonçado, com aquela roupa deve ter sido hilário de acompanhar na gravação.
Bjão
O diretor é realmente sensacional!!Cada uma de suas breves aparições são um show à parte. Uma das coisas mais engraçadas deste episódio foi justamente o seu embate com Tina e a cena final.Amo qnd no 2º episódio na apresentação de "Push it",ele fica "viajando" na música de olhos fechados e completamente alheio ao teor quase obsceno do número.Hahaha.Choro de rir, todas as vezes q vejo.
De modo geral, gostei do episódio. Gostei demais da bad Romance, realmente as meninas(e o Kurt) estavam maravilhosos!
Gostei muito mesmo de como foi mostrada a relação d Finn e Kurt.Os jovens "de hoje" são mais "modernos" e "liberais" e "aceitam" a homossexualidade com naturalidade. MAs até q ponto essa é uma postura politicamente correta ou respeito e "aceitação" propriamente ditas? Finn não se mostrou "melhor" d q seus colegas d futebol com relação ao Kurt. A homofobia existia, só q ele a escondia e talvez mal soubesse da sua existência. Esse é um tema muito difícil e Glee soube tocar nele da forma mais certeira ,delicada e simples possível. No fim, Finn mostrou-se melhor e aberto a mudança e às críticas de Burt q já se viu no lugar de Finn quem sabe até bem pouco tempo(um momento emocionante d série em q ele defende o filho).Disposto a mudar, afinal de contas, nimguém nasce perfeito. Mas, já surgiram diversas discussões de quem estaria "certo". Se Kurt não seria "heterofóbico" (termo q despontou ou surgiu não sei d último BBB). Colocar o assunto em pauta a meu ver é sempre bastante positivo. Temos q deixar de ser politicamente corretos e passar a aceitar de fato as diferenças e respeitá-las. Gostei muito, demais de Poker face! Adoro qnd fazem isso e desconstroem uma música completamente. A versão ficou deliciosa e bastante teatral! Lea sempre se superando. Eu já achei rápida demais a "resolução" d drama Rachel/Shelby mas tb fiquei com a impressão de q a relação das duas não acaba por aí.De agora em diante, vão focar nas Regionals. Senti falta da Sue e simplesmente rachei com a "fantasia" q a Rachel escolheu cheia de bichinhos caindo.No mais, um vazio tremendo por não ter Lost p baixar na terça junto com Glee.
Flavia,
Vc foi certeira no seu comentário. Glee sabe tocar em assuntos espinhosos de forma coerente e fala para multidões de forma magistral. E esse assunto heterossexualidade x homossexualidade rende e sempre renderá muitas discussões.
O diretor Figgs me diverte muito. A cena de Push It é uma das minhas preferidas graças à cara dele viajando naquela música maluca. E como esquecer dele na cama com Sue. Show de bola do ator.
Quanto às Regionais, até que demorou, né? Mas… Rumo às Regionais agora!
Bjão
Eu costumo não criar expectativas em relação à Glee e sempre fico e pouco desconfiada quando eles anunciam episódios temáticos. Mas achei genial o gancho do episódio ao falar de ser diferente, esquisitices, eles colocam dois artistas que são estranhos e por isso fazem sucesso: Kiss e Lady Gaga.
A bronca que o pai do Kurt deu em Finn foi emocionante, ele não estava falando para o Finn; ele falava para pessoas como os dois garotos do time de futebol que se impõe frente pessoas que também se impõe, porém não fazem parte do mesmo “grupinho” que eles.
O que eu não gostei nesse episódio foi exatamente como a relação de Rachel e Shelby se resolveu tão rápido. As duas vão do desconhecido a separação (novamente) tudo no mesmo episódio e tudo muito frio. E apesar de ter achado a música do episódio passado muito brega gostei mais que a apresentação de Poker Face (tá bom, ficou muito boa nas vozes de Lea Michele e Idina Manzel).
Por fim, espero que a despedida de Idina seja mesmo um até logo, não pela história de mãe e filha mas pela voz da atriz que é realmente incrível.
Ana,
Eu concordo inteiramente com vc sobre o discurso do pai do Kurt. Ali eu podia ver o próprio Ryan Murph (homossexual assumido e militante) dando um recado pra milhões de homofóbicos mundo afora. Ser direcionado ao Finn foi apenas uma circunstância do episódio.
E eu espero mesmo que a Idina Manzel apareça mais.
Adoro seus comentários, viu!
Bjo
Então, eu adorei o episódio, a Rachel cantando com a Shelby foi demais, até mesmo a Shelby cantando sozinha foi estupendo. Era como ver a própria Rachel,mas numa versão menos sonhadora.
Definitivamente, odiei o Kurt, e senti pena do Finn, e quis espancar o pai do Kurt, além de querer sacudir a mãe do Finn. Primeiro que o Kurte não sabe o que quer e não aceita as consequencias de seus atos, não é por ser homossexual que as coisas tem que ser do jeito dele. Achei legal a atitude do pai dele ao dizer que faria mais um quarto para o Finn, ou ter dado dinheiro para que o quarto fosse redecorado.
Podemos ver claramente onde está o erro dele em relação ao próprio filho. É legal que ele tenha criado o garoto aceitando suas diferenças, mas ele não soube impor limites a ele o que lhe garantiu essa personalidade tão excentrica. Finn acbou passando por vilão, por que foi ele quem se redimiu enquanto Kurt como sempre foi a pobre vitima que é discriminada por sua sexualidade.
Adorei a Tina como uma vampira do oriente, e também esperava que a relação mãe-filha não terminasse. Acho sim que Rachel precisa dela assim como Shelby precisa da Rachel. Ela não é mais um bebezinho mas ainda precisa de uma ~MÃE. Onde está Jesse? E por que nenhum dos supostos pretendentes de Rachel estava ao lado dela nesse episódio?
Tamires, tudo bem?
Muito bom o seu comentário e seu ponto de vista. Eu acho que há erros de ambos os lados, tanto de Kurt quanto de Finn. Entendo a explosão de Finn, mas ele não precisava dizer as coisas da forma que disse. É possível ser mais sutil.
E eu curti muito a Tina assustando o diretor Figgs, foi hilário!
Volte sempre, ok?
Bjo
M controlei absurdamente p não comentar a ausência do Jesse no episódio, mas alguns puxaram o assunto… rs. Achei super estranho ele não aparecer e não darem nenhuma justificativa. Eu sabia q ele apareceria neste episódio pq tinha visto fotos de bastidores e ele estava usando a roupa vermelha d VA na cena inicial. Daí, resolvi partir para uma investigação, tipo "CSI real" e só agora descobri q este episódio foi trocado com o Funk da semana q vem.Por isso, fizeram vários cortes, inclusive a cena em q Shelby chama e Jesse tira a máscara enquanto as meninas observam e um beijo entre Rachel e Finn. Enfim, aparentemente a troca foi devido a estratégias de marketing ou coisa d tipo da Fox por isso ficou estranho, mas acredito q irão editar o episódio da semana q vem tb p dar continuidade à estória.
Uau, Flávia! Já pode ser contratada pra trabalhar em CSI, heim!
Eu achei estranho esse episódio sendo o 01×20, porque tinha certeza que tinha lido que seria o 21º a ser exibido. Agora entendi tudo.
Obrigado pelas informações. Não basta ser leitor, tem que participar!
oi gente…eu como vcs sou uma fanática por glee e estou postando aki pela 1ª vez.
Adorei o episódio! Achei a resolução do caso Mãe/filha muito rápido, mas depois comecei a pensar.
Acho que a Shelby vai acabar adotando a filha da Quinn!
Priscila,
Tomara que seja a primeira vez de várias, viu! Adoramos ler vocês aqui com a gente!
Seja bem vinda!
Shelby adotando a filha da Quinn??? Não tinha pensado nisso… Será???
Não foi o melhor, mas foi ótimo…
Só um negócio: CADÊ A SUE? KKKKKKKKKKKKKK
Ansioso para o penúltimo episódio!
Dimitri,
Glee vem mantendo uma série de bons episódios e isso é excelente para nós, telespectadores, né?
Tomara que tenha muito de Sue em Funk, o próximo episódio!
Abraço
Vou dizer que não gostei do episódio, apesar das apresentações terem sido muito boas e a cena do Finn e Burt, impactante, achei que ficou faltando alguma coisa. O episódio me pareceu um pouco perdido na trama.
É claro que foi legal a mensagem que a série passou contra o preconceito e a favor da diversidade, sem falar na áurea Lady Gaga que teve no episódio. Mas será que é só isso que poderiam ter nos mostrado?
Sinceramente, pensei que seria muito mais explorado Rachel e Shelby. Afinal, por que Shelby foi embora? Alguma vez ela pensou que, quando visse sua filha, Rachel iria pular em seu colo como uma menina de 7 anos? Pelo que consta, ela queria que Rachel a encontrasse, não é, então por que pular fora sem nem mesmo tentar criar um vínculo com a filha? Tá bom, mamãe pode ser que ela nunca seja, mas por que não uma amiga?
Gosto muito de Glee e esse episódio foi bom, mas ficou faltando alguma coisa, pois sei que a série tem potencial pra mais.
Também senti falta de Sue e Jesse. Gostei do destaque que deram pra Tina, sem falar em Brittany, que sempre detona, até com uma lagosta na cabeça. E o que foi Santanna em Bad Romance? Muito bom!
Mesmo Theatricality sendo bom, penso que ficou uma coisa muito aleatória. Tirando os musicais e as citações ao mundo pop, o que sobra? Um exemplo disso é, como já falaram aqui, Puck e Finn. Por que não exploram mais esses personagens que parecem ser legais, ao invés de jogarem esquetes que não terão importância pra trama lá no fim? Se formos fazer uma analise da série, o que levamos de cada episódio, quais são as grandes diferenças dos personagens que temos agora, para os do Piloto?
Pedro,
O que curto em Glee é a série ser despretensiosa e não ter que seguir uma história maior, do tipo que se você perder um episódio, perde uma porção de coisas.
Glee fala do grupo e de como eles se preparam para as Regionais, só isso.
Por isso os episódios são independentes entre si, mas seguem uma lógica. E isso não me irrita, pelo contrário, me agrada bastante.
E eu gostei muito desse episódio. Boas músicas, interpretações acima da média (até o Finn me convenceu) e muitas gargalhadas.
Abração
Britany : "You're terrible, and I'm Awesome" hahahahah
Ótimo episódio só faltou a Sue né.Tomara que Glee mantenha esse ritmo para que não vire aqueles "fogos de palha" (cofcof flashforward cofcof)
Ótima Review Abraços
Mateus,
Também sentimos falta da Sue. E da Emma também!
E quanto a manter o ritmo, tomara mesmo, afinal, a série já foi garantido pelo menos até a terceira temporada.
Abraço
Cheguei atrasada. Trabalho e escola, definitivamente, roubam tempo.
Bem, o que dizer do episódio: Fantástico. Primeiro, tenho que dizer que o sermao do pai do Kurt foi lindo mesmo, mas o Kurt também merecia se tomar um se situa, já que ele acha que todo mundo tem que mudar por causa dele. Gostava mais do Kurt quando ele era mais ironico no inicio da temporada.
Segundo: Tenho que confessar: eu NUNCA (repito, NUNCA) ouvi uma música da Lady GaGa; já explico que sou quase uma Brennan de Bones: Nao vejo Tv (só jornal, série eu baixo), nao ouco rádio e nem me interessei em olhar no Youtube (o único clip que eu vi, e no mudo, foi o Paparazzi, por causa do Eric de True Blood); por causa disso, nao conhecia nenhuma música, por isso achei tudo legal. Em compensacao, conhecia as do KISS e adorei! E, como alguém disse aí em cima: Alguém me dá o Puck de presente? Sério, o que o povo ve no Finn? Jesse e Puck sao o que há em Glee(musicalmente inclusive)!
Mas, destaque à parte: Cena inicial do diretor! Gente, eu ria tanto, mas tanto, que eu nao me aguentava mais. O pior foi a Tina falando que os pais nao a deixavam ver Crepúsculo pq a mae acha a Kristin alguma-coisa uma piranha! (Será que vai rolar processo?).
Bom, que venha o próximo episódio, e queremos Jesse, Sr. Murph.
Bjs
Chelsea, antes tarde do que nunca! Mas sempre espero você por aqui, viu!
Gente, como assim vc nunca tinha ouvido Lady Gaga??? Ela é onipresente, toca em TUDO quanto é lugar, inclusive em loja de departamento, hahahaha
Ah, eu também adorei a Tina falando de Crepúsculo, adoro essas citações pop. Mas será que rola processo? Acho que não. Mesmo sendo chamada de vadia, é um senhor elogio ser citado em Glee, hehehe
Bjão
Fiquei triste de não ver Sua neste episódio mas feliz pq finalmente os figurantes (masculinos e femininos) do Glee estão tendo a chance de cantas. E acima de tudo por ver que na série as tramas se resolvem logo, sem ficar de enrolação.
Bom, de acordo com os comentários, somente EU não gostei do episódio!
Como você mencionou Leo, o desenvolvimento rápido das tramas são coisas boas em Glee. Mas tudo tem um limite. Não é só porque que a série pode brincar com isso que ela pode fazer de qualquer jeito. Sério. Me diga qual está sendo o fio condutor da metade dessa temporada? Se sua resposta for "regionais" eu não concordo. Quase não vemos os Gleeks tocarem nesse assunto, diferente do que aconteceu na "estrada p/ as sectionals".
Parece que tudo está sendo empurrado com a barriga e jogado ao acaso. Eu não fiquei nem um pouco interessado na trama da Mãe da Rachel. Porém, nesse episódio até que isso se desenvolveu legal. Sem ser clichê.
Outra coisa irritante é a repetição das histórias. Kurt e seu #mimimi tem horas que, sério, enchem o saco. Logicamente que é compreensível o que ele deve passar, inclusive a cena de seu pai dando um sermão no Finn foi espetacular, prova de que Glee sabe fazer algo ótimo quando quer. Mas o que custa colocar o menino em outros dramas? Será que ele só serve p/ ser jogado no lixo ou sofrer homofobia? Acho que não…
Sobre os números musicais, eu não gostei de Bad Romance, se colocassem a própria Lady Gaga cantando não iria fazer a menor diferença. O que contrasta de Poker Face, performance muito boa e que vicia do jeito que só Glee faz.
Bem, eu só espero que Glee retome o seu caminho e que nos traga tramas coerentes daqui em diante, e por favor, que a série não se apoie em cantores do momento. Pode usar? Lógico. Mas que isso não seja seu único atrativo, pois eu sei, e nós já vimos, que Glee é muito mais do que um teatrinho!
Que revolta, João, hehehe
E sim, acho que vc é o único que não curtiu esse episódio que, pelo que tenho lido por aí é quase uma unânimidade.
Eu acho muito que Glee não tem que ser levado à sério e, exatamente assim, vou assistindo e adorando a série.
Um abração
Não posso deixar de passar e comentar como amei esse episódio, as performances perfeitas!
AH! A melhor roupa foi a da Brittany, clarooooo!
Hahahaha
Bjos a todos os gLeeks!
Roger,
O episódio foi excelente mesmo.
E a Brittany tava linda de Gaga!
Volte sempre, viu!
Abraço
oi, baixei a serie quinta-feira e acho q assiste mais de 7 veszes e as apresentaçoes ja perdi a conta. A cançao Pokwer face foi demais ,nao sai da minha cabeça(nessa versao).Kiss e Bad romance foi fo@#a tbm …