Home. Em inglês, casa. Mas no sentido de lar, de acolhimento, de seu lugar. Acho que o nome desse episódio de Glee é perfeito para traduzir exatamente o que ele foi. Um episódio gostoso de se acompanhar, com músicas singelas e que tocaram o coração. Porque Glee pode ser nonsense e adrenalina, mas quando quer, sabe tocar lá no fundo, tirando lágrimas de nossos olhos. Acredito que seja por isso, que os fãs da série só aumentem e se tornem mais apaixonados por ela a cada dia.
Tivemos nesse episódio a volta de April Rhodes. A personagem, vivida pela atriz Kristin Chenoweth, que marcou o episódio The Rhodes Not Taken, reapareceu triunfantemente: em sua busca pela fama acabou conhecendo um figurão local e virou amante dele com direito a ser dona de ring de patinação e tudo. Claro que sua presença serviu para tirar Will da encrenca em que se encontrava quando não podia ensaiar com o Glee Club no ginásio da escola, uma vez que Sue o fechou para uso exclusivo das Cherrios por uma semana.
Sue de nazista impondo que Mercedes emagrecesse foi ótimo. E a tensão dela ao receber um jornalista que faria uma matéria sobre sua pessoa foi impagável. O que ela não poderia contar é que o jornalista na verdade queria desmascará-la. A vilã foi salva por Mercedes e a apresentação emocionante de Beautiful, da Christina Aguilera, que falarei mais a frente, que deu ao jornalista a impressão de que Sue é uma treinadora preocupada com inclusão social de pessoas de todos os tipos. Tolinho, não?
A trama envolvendo o relacionamento do pai de Kurt com a mãe de Finn foi interessante. De como tudo foi arquitetado originalmente por Kurt para ficar perto de Finn, passando pela não aceitação desse segundo para com uma figura paterna e, terminando, com Kurt sentindo-se pretelido pelo pai. Acredito que essa história ainda será mais desenvolvida, mas acho Kurt bem bobo por se preocupar com isso. Ele tem um pai de ouro, que o aceita como é e que tem o direito de ser feliz.
E o que foi o momento Mercedes e Quinn como amigas? Eu adoro a personagem da Quinn e tava achando-a apagada nos últimos episódios. Que bom que a trouxeram de volta, ainda mais ajudando Mercedes num assunto tão tenso como o ‘se encaixar ao padrão de beleza vigente’. Muito franca a conversa das duas e o apoio que Quinn deu à ‘amiga’, o que motivou a apresentação de Mercedes cantando Beautiful para toda a escola. Mais uma apresentação que entra para os momentos marcantes de Glee nessa primeira temporada.
Notaram que Rachel quase não apareceu nesse episódio? Sou fã, mas aprecio os roteiristas deixando outras pessoas brilharem, terem seus momentos. Ainda aguardo um solo de Santana e Brittany, o que me faria muito feliz.
Então, eu que ando bipolar e inseguro e com um frio estranho na barriga, estou aqui repetindo o refrão de Beautiful, porque eu sou desses:
“I am beautiful no matter what they say
Words can’t bring me down
I am beautiful in every single way
Yes, words can’t bring me down
So don’t you bring me down today…”









e os dedinhos da Santana e brittany no número do kurt
Ahhh, é mesmo!
Foi fofo, né? Me divirto com essas duas!
Abração, Alê, rs
Antes de entrar na linha emo do episódio e da review
Gente o que foi o Kurt vestido de Cheerio durante o episódio quase todo?
Tem ser mais fofo que ele, não tem… Eu quero ele de bibelô em cima da minha escrivaninha pra todo dia acorda olhando pra essa fofolete adorável.
Esse foi o primeiro episódio melancólico, triste ou algo assim de glee. Mesmo quando glee fez a gente chorar (coral de surtos) foi um momento, os episódios tinham no geral o clima nonsense e pra cima.
A April é a personagem mais completamente sem juizo que eu já vi, chega ser engraçado como ela aceita facilmente os conselhos do Will, mas isso explica como ela os abandona facilmente também.
Sue é a Sue, ela exigindo que a Mercedes emagrecesse 5kg foi até leve pro que imaginava. O Kurt entrando na onda e deixando a Mercedes mais paranoica ainda só fez a cena dela com a Quinn mais bonita. Terminada essa temporada vai ser quase impossível eleger uma apresentação favorita.
O Kurt é muito diva, ele maquinou tudo pra conseguir o Finn de um jeito que me fez quase torcer pelo casal. Essa trama da aceitação de uma nova familia foi a mais real que Glee teve. A neura do Finn de não querer que a memoria do pai seja esquecida, o medo de perde o pouco que ele tem pra lembrar e depois ele superar isso pela felicidade da mãe.
As palavras do pai do Kurt foram incríveis também… Um dos personagens que eu mais adoro, acho que não tem uma cena dele que eu não tenha gostado.
Por mais que seja bobo esse sentimento do Kurt de ser deixado de lado, isso é natural. Ele nunca se sentiu completamente seguro na relação com o pai pelas diferenças, mas sempre teve o pai só pra si. Ai agora aparece outra pessoa conseguindo instantaneamente um entendimento que ele nunca conseguiu… Deu dó ver o Kurt olhar através do vidro o pai e o Finn vendo e conversando sobre esportes.
Foi bom os roteirista finalmente apostarem numa dramaticidade, ainda mais tão real, pra serie… Glee só melhora.
Também achei digno os roteiristas focarem cada episódio num personagem, tirando Rachel e Finn dos holofotes, os outros personagens também merecem… E tô contigo na campanha solo pra Brittany e Santana, pausa pra comentar a cena fofa de casal delas duas no solo do Kurt, e digo mais queria espaço maior pro Other Asian faria meus olhos brilhares.
Adoro comentários-post de Camila, hehehe
E ainda morro de curiosidade de saber por qual apelido tua mãe me chama ¬¬
E, concordo: espaço pra Other Asian e pro neguinho lá que eu acho que chama Mike.
Rá!
Mike é o Other asian, o neguinho é o Matt
a personagem da Quinn já se mostrou tão rica que merecia um solo bacana. papa don't preacher não fez justiça.
Tb, acho, Eduardo.
Ela cantando Say I Little Pray For You e Papa Don't Preach foi ótimo.
Mas quero ela num número só dela também. E logo!
Primeiro: ÓTIMA review, gostei muito! E além de tudo concisa, quero ser que nem você quando crescer!
Agora, vamos por partes…
Adoro o Kurt, mas já repararam que ele tem uma cara de choro perene? Ele está sempre com os olhos vermelhos e lacrimejantes, à beira das lágrimas. Podia rolar um prozac de leve, sei lá, dar um up nessa vibe corte de pulsos! Enfim, achei o conflito desse episódio muito interessante, porque é uma daquelas situações em que você consegue entender basicamente o lado de todo mundo. É uma inovação muito legal considerando que as séries tendem a ser bastante emocionalmente unidimensionais.
Aliás, acho que é essa a magia de Glee. Eles evitam maniqueísmos idiotas, de maneira que você ama a cheerleader, o professor e os rejeitados ao mesmo tempo. Eles conseguem dar profundidade emocional para cada personagem sem cair em pieguices que nos fazem odiá-los ainda mais * cof cof* Grey's Anatomy *cof cof*.
A outra coisa legal é que, se você pensar bem, os temas tratados nesse episódio são BEM clichê. O pai arranjando um "substituto", a mãe voltando a namorar, a gorda que duvida de si mesma e depois ressurge com uma mensagem de auto-aceitação… São temas batidos em si, mas Glee vence na maneira com que aborda aquela mesma situação que já vimos trocentas vezes antes, sabe? Acho engraçado as pessoas falarem que é irreal, eu acho que é exatamente o contrário. Enquanto algumas séries que se pretendem super realistas *cof cof* Grey's Anatomy *cof cof* acabam sendo RIDICULAMENTE forçadas, Glee consegue atingir o realismo justamente através do exagero. Acho louvável.
E eu sempre tive birra com a Quinn. Não só porque ela é cheerleader loirinha, mas porque ela demora uns 40 minutos para terminar uma única frase e aquela eterna sobrancelha levantada me dá nos nervos. MAS achei a participação dela hoje incrível, e a cara de sofrimento permanente finalmente se encaixou bem com a situação. Palmas.
E O QUE SÃO BRITANNY e SANTANA? Eu esqueci qual delas é a loirinha, mas ela é simplesmente INCRÍVEL. Ela faz uma cara de idiota tão ridiculamente genuína que eu DUVIDO que aquela menina não seja uma completa imbecil na vida real. Não tem como!
Em tempo: não gosto quando a Kristin domina taaanto o episódio. Sei lá, sinto falta dos moleques e a voz dela é aguda demais. E acho que o Jesse St-James ainda tem que aparecer mais, uma delicinha de menino… Essa dinâmica Jesse+Rachel, aliás, é bastante promissora, e espero que apostem ainda mais neles no futuro.
Nanda Prates dizendo que quer ser como eu me deixa sem palavras pq eu sou fã de Nanda Prates!
Amei o comentário e vc tá intimada a vir aqui toda semana agora.
E acho que estamos livres da Kristin, pq aquele número final foi meio apoteótico, né?
Ela deve sumir de novo agora, rs
Episódio legal, mas não é daqueles que vou rever várias e várias vezes. Uma vez foi o suficiente.
Ok, tiraram a Rachel dos holofotes e colocaram Kurt, Finn e Mercedes. Agora alguém me responde: quando irão dar mais destaque pro Matt e Mike? Os coitados ficam lá no fundo de enfeite episódio atrás de episódio. Brittany e Santana estão tendo mais chances de mostrar talento, Santana até já cantou em Like a Virgin, mas o pobre do Shaft nunca nem teve uma fala!
Eu ainda acho que Matt, Mike, Brittany e Santana mereciam um número musical só deles.
Eu gostei mesmo do episódio, Aline. Muito até.
Achei bem feito, denso, dando uma outra cara a Glee!
E estamos todos esperando esse número musical dos coadjuvantes.
Primeira rewiew decente q eu vejo sobre esse episódio.
Acho q algumas pessoas ficaram decepcionadas pelo episódio ter sido melancólico, o q na verdade não nada ruim.
Outros personagens conseguiram foco e mostraram algo de sua personalidade q não nos havia sido mostrado.
Eu gostei muito da interpretação da música do Will e da April no apartamento dele, aí que a gente vê como os atores são bons. A Mercedes humilhou no solo. Eu não achei estranho o Kurt ter cantado aquela música como vi algumas pessoas reclamarem, na minha opinião, a música foi bem coerente com a personagem, afinal ele cantou Mr. Celophane no primeiro episódio. O q eu não gostei foi do Finn cantando pra urna funerária, não sei, eu acho o Cory muito mau ator, mau dançarino, será q ninguém nas audições foi melhor q ele? Gostei da Quinn dando uma de amiga da Mercedes. E aquela música final da April ficou com uma cara de despedida, parece q vamos ficar um bom tempo sem vê-la.
Obs: Destaque para a cara da Sue na hora em que ela está com o jornalista no estádio enquanto a Mercedes está cantando.
Obs 2: Um dia ainda saiu um livro de frases da Brithany, é uma melhor q a outra.
Franklin,
Fiquei até sem saber o que dizer, hehehe… Obrigado pelo elogio!
As frases da Brittany são AS MELHORES, sem dúvida!
E voltei toda semana, hehehe
Abraço
You're welcome!
Eu adoro Glee… em pensar que comecei assistindo porque não tinha nada para fazer….o Kurt é o meu personagem preferido, mas concordo que parece que o ator está sempre querendo chorar….E a Mercedes e a Quin naquele papo de “super amigas” foi muito legal e a música ficou perfeita com os sentimentos do personagem…. Gostei muito do espaço que estão dando ao Kurt e a Mercedes tanto por que eles estão na listas dos personagens favoritos da galera. Mas admito que a cada episódio espero ansiosa pelas frases filosóficas da Brittany… Ela gosta de animais né… primeiro os golfinhos e agora o gato…. Sugiro um post “as melhores fala da Brittany” vai ser difícil escolher……
Eliane,
Entendo perfeitamente vc adorar Glee. Afinal, eu até escrevo sobre a série, né? Amor demais, hehehe
E seria legal juntas as pérolas de Brittany e montar um post. Quem sabe, né? Anotada a sugestão!
Comecei a assistir Glee por curiosidade e acabei me apaixonando e fazendo meus pais gostarem também. Esse episódio foi ótimo e eu chorei bastante de fazer minha cabeça doer. Espero que o diretor dê mais espaço para os outros personagens sem ser a Rachel. E o que foi a Quin falando com a Mercedes? Mostra que ela é uma pessoa boa, mas como qualquer adolescente passsa por seus momentos. AMEI a Mercedes cantando Beatiful! LINDO!!!
Eu também me apaixonei por Glee sem querer. Só fui assistir ao episódio piloto meses depois dele ter ido ao ar na tv americana e, mesmo assim, não conseguia tirar 'Don't stop believing' da cabeça, hehehe
Obrigadão JOana pelo comentário e voltei sempre.
Bom saber que não fui a única a chorar com esse episódio de Glee. Fugiu um pouco do padrão, não foi cheio de risadas, mas foi ótimo.
Rachel não teve um solo e nem deu chiliques – já está aí um boa razão para gostar do episódio.
Mercedes sempre super confiante tendo um momento de fraqueza e ficando insegura consigo – que adolescente nunca passou por isso? A série tida como nonsense num momento totalmente realista.O número dela cantando Beautiful foi emocionante. E a cara de Will assistindo isso me fez pensar (e torcer) que ele vai dar um solo para ela.
Eu gosto de Kurt mas já estava pegando raivinha dele por ter armado pro pai ficar com a mãe de Finn por puro interesse. Mas os momentos dele de ciume e insegurança sobre a relação do pai com o novo "filho" foram tocantes e genuínos; já simpatizo com ele de novo. E o pai de Kurt (não sei o nome dele) é um personagem ótimo, o amor e a aceitação do filho como ele é são lindos.
Só teve uma coisa que não gostei nesse episódio: Sue saiu de boazinha. Adoraria que ela tivesse sido desmascarada.
E faço coro com aqueles que esperam por um número de Matt, Mike, Britany e Santana.
Isso mesmo, Neysângela, acho que apesar de ter fugido um pouco da comédia rasgasda, o episódio foi muito feliz ao mesclar um pouco de drama, mostrando que Glee pode ter mais potencial do que já tem.
E o coro vai só angariando vozes, hehe
Ah, não gostei do episódio. Acho que me acostumei tanto com Glee ser despretencioso e comédia praticamente em tempo integral nos 15 episódios passados que quando fica sério parece que não dá certo.
Ok, foi legal a Mercedes cantando Beautiful e Quinn toda amiga (sempre gostei da Quinn, mas peguei raiva dela no episódio passado quando mostrou ela fazendo uma caricatura da Rachel e escrevendo "LOSER". Mas a raiva já passou), mas isso foi a única coisa boa do episódio.
Concordo com a Nanda, foi tudo muito clichê, mas tudo em Glee é clichê e eles sempre conseguem se superar, não tenho problema nenhum com isso – pelo contrário, acho um dos maiores trunfos da série. Mas não consegui gostar da historinha de Kurt e os pais apaixonados lá. Sei lá, me parecer forçada demais. Achei digna, ficou claro o sentimento de frustração de Kurt "perdendo" o pai pro Finn, a mãe de Finn superando e tal, mas sei lá.
E sou apaixonado por April Rhodes. Podiam despedir o Will e a Emma e colocar ela de conselheira da escola e diretora do Glee Club. Mas não aproveitaram bem a personagem dessa vez… Ela teve ótimas cenas (o primeiro dueto; falando pro Will que ia depilar a virilha; ficando rica HAHA), mas acho que o conjunto da obra não a favoreceu. Espero ansiosamente pela volta da personagem.
Mas, mesmo que eu não tenha tido as mesmas impressões que você teve do episódio, a review ficou ótima, Leco! Bipolaridade rende frutos, sei bem.
Jura que não gostou dud's?
O que me chamou a atenção foi exatamente isso: achei que a série conseguiu sair da comédia mantendo um drama interessante e que me prendeu. Gosto é tudo diferente mesmo, né? hehehe
E obrigado pelo elogio pela review. Vindo do CARA que resenha Lost, isso é MAIS do que um elogio.
Glee é amor eterno. Comecei a chorar no segundo dueto de Will e April (belíssimo) e não parei mais. Me identifiquei totalmente com o episódio. Nem sempre dá pra ser louco, nonsense e legal. Todo mundo tem seus momentos de melancolia e insegurança – até a diva do mal Sue Sylvester. O solo do Kurt foi lindo, a Mercedes contando Beautiful foi arrebatador. Fiquei passada com a excelente seleção dos números. Foi muito melhor que o da semana passada!
Glee quando quer nos emocionar consegue,muito bom esse equilibrio que a série tem e como ela consegue caminhar pelos gêneros drama e comédia sem perder sua identidade.
Confesso que gostei da primeira aparição da April em Glee,mas não me empolguei tanto como algumas pessoas,talvez por não conhecer bem o trabalho da atriz,não achei tudo isso,mas essa segunda aparição me deixou bem feliz,a cena em que ela canta com Will na pista de patinação foi bem legal,são poucas apresentação do Will que são boas,só mesmo em duetos pra aguentar uma apresentação do professor.
Mercedes e April foram as grandes estrelas do episodio,e por mais que tenha sido valido todo o sentimento do Finn pelo namoro da Mãe e de como ele não queria perder a lembrança do Pai,sempre acabo ficando com raiva das atitudes do personagem,ele é muito bobo e sempre acaba cometendo os mesmos erros imaturos de sempre.
Muito bom o review,só faltou citar mais uma das asneiras da Britanny que disse desconfiar que o seu gato estava lendo o seu diario,kkkk,um dos alivios comicos desse episodio que preferio focar mais no sentimentalismo e se saiu muito bem.
Mais uma vez parabéns pelo Review Leandro,Abraços.
No quesito "episódio tocante" eu ainda fico bem mais com "Wheels" que foi e ainda é de longe meu favorito dessa temporada. Mas se possível, eu gostei ainda mais de "Home" do que "The power of Madonna". Episódio bonito, singelo e engraçadissimo. (O que foi a Sue dizendo que estava orgulhosa da Becky por ela não se excluir, e querer ser como qualquer outra adolescente americana obcecada com a aparência. Piadas politicamente incorretas da Sue rules.)
Dos musicais, meus favoritos foram o solo do Kurt e o dueto Will e April, na cama. Embora eu ache "Beautiful" uma das coisas mais geniais do mundo músical, eu não achei que a música ornou na voz da Mercedez, e olha que eu adoro a diva.
De resto, Brittany mesmo com uma frase, já eleva o episódio.
E bate aqui, pois a Quinn também é uma das minhas personagens favoritas, desde sempre.