
Há algumas semanas, a Camila Cerdeira me mandou email perguntando se não gostaria de dividir as reviews de Emily Owens M.D com ela. Na época, respondi que estaria empenhada com Dexter e Homeland, e não tinha certeza se poderia conciliar as três. Só que aí resolvi assistir ao piloto e descobri que estava precisando de uma série leve pra minha vida. Uma história em que não fosse necessário criar mil teorias ou analisar tudo demais.
Gosto do trabalho de Mamie Gummer desde que era a única coisa decente da vergonhosa Off The Map, e é bom saber que conseguiu se tornar protagonista de uma trama própria, em que pode reinar sozinha. Mesmo em The Good Wife, seu timing de humor já chamava atenção e mesmo que aqui a ideia seja mais uma dramédia, sinto que está confortável e, principalmente, fácil de se apegar.
Apego, acho que é justamente isso que me fez curtir esse primeiro episódio. Não sei vocês, mas esse conceito meio underdog é o tipo de coisa que me atrai. Quem não tinha seus problemas enquanto estava no colégio? Quem não odiava pelo menos uma Regina George ou não sabia se se encaixava com o resto do mundo? São perguntas muito adolescentes, talvez, mas que sobrevivem e são fáceis de se identificar. Claro que, pelo menos no meu caso, não lembro de nenhuma nêmesis, embora já tenha sentido o gostinho de encontrar quem não gostaria em algum lugar que deveria ser ‘meu’. E é isso que acontece com Emily. Ela chegou ao hospital para ser alguém diferente da Pits do passado e deu de cara com a bitch da escola, tão insuportável quanto antes.
Sei que não é nada muito original, mas as expressões meio canastronas da médica são divertidinhas de acompanhar. Não apenas ela tem uma grande concorrente profissional quanto possivelmente amorosa também. Puro azar.

Ainda bem que não ficamos muito tempo nessa enrolação de se declarar ou não para Will, por sinal. Por mais que tenha gostado da protagonista, não prenderia minha atenção se fosse apenas uma paixãozinha platônica. Até por que – perdoe-me mundo – o médico é bem sem sal. Espero que consiga um relacionamento mais interessante, que não dependa tanto do seu amor pelo ‘popular’.
Na verdade, meio que já fomos apresentados ao possível par perfeito de Emily. Ainda olho para Micah e lembro do trágico remake de Melrose Place, mas com uma subtrama como a apresentada no final, sua história pode ficar interessante. Grey’s Anatomy me ensinou que todos os médicos tem potencial para se pegar, então espero que não demorem muito ou pesem demais no drama. Ainda estou me encontrando na série, meio sem palpites, mas não gostaria de ver algo arrastado demais. Ainda bem que parecem existir muitas pontas com potencial para fazer a história render.
Uma das que mais me chamou atenção foi em relação ao diretor do hospital e sua filha lésbica. Por um momento, acreditei que Tyra fosse se revelar bitch também, graças à tal cantada na enfermeira, mas acho que me enganei. A grande dúvida é o que vai acontecer agora que o caso do médico foi descoberto por Em – assim, as pessoas são sempre descuidadas desse jeito quando estão traindo?
Tá, não são conflitos alucinados ou mega cheio de nuances, mas como disse no começo, é sempre bom ter um guilty pleasure, pra aliviar a pressão de enredos muito densos. Pessoalmente, tenho a sensação de que não vai passar da primeira temporada, até por que Hart of Dixie mantém a cota de série médica bobinha do canal, ainda assim, acredito que vale a pena assistir enquanto durar.
Ps. A série só estreia oficialmente nesta terça, 16 de outubro. Semana que vem vai ser a vez de Camila falar sobre a série, no segundo episódio.








Desde que saiu a primeira divulgação da série eu achei que parecia interessante. Tá, confesso que tenho uma paixãozinha pelo Michael Rady e por causa dele a série também me atraiu. Mas no fim das contas, não estou a fim de ver uma série da CW. Esse canal dos infernos quebrou meu coração com Priviliged, eu superei, mas aí Ringer foi demais.
Não vou me arriscar…pelo menos por enquanto. Se tiver outra temporada talvez eu pegue pra ver como maratona, talvez…
Sério que vc gosta do Michael Rady, Aline? Acho tão sem graça tbm. ^^
Compartilho do seu trauma com a CW e até acho queEmily Owens não vai passar da primeira temporada, mas não vou sofrer como Ringer. O que me convenceu a assistir é que a série é bem leve mesmo, quase bobinha. Algo como Greys Anatomy sem a psicopatia de Shonda Rhimes, sabe? Vale a pena pra uma maratona, sim, mas sem pressa.
eu pensei em pegar essa série, mas vi o trailer maiorzin e pensei melhor.. aahaha. me deixa com hart of dixie bobinha mesmo.. é o melhor q eu faço. to espantada que voces pegaram pra comentar hahaha. vou ficar atenta, pq se vingar, assisto por causa de voces msm. mas duvido mto :X
depois de Ringer…..só assisto séries novas da CW qd garantirem a 2° temp…..
Talvez……. pq séries médicas (seja comédia, drama ou os dois misturados) meio que já deu pra mim…..