
A sexta temporada de Doctor Who foi meio decepcionante, venhamos e convenhamos. Eu era um fã recente, havia acabado de sair de uma grande maratona da série de 2005 (terminei a quinta temporada um dia antes da estreia da sexta), e tudo o que eu havia assistido tinha sido lindo. Comecei a acompanhar as viagens do Lorde do Tempo despretensiosamente e acabei me apegando de uma maneira que eu não me apegava desde Buffy. Mas, melhor do que Buffy, essa série escolhida como nova maratona ainda não tinha sido encerrada, e eu poderia acompanhar “ao vivo” o frigir dos ovos dali em diante.
Mesmo a sexta temporada tendo começado de uma maneira fantástica, acredito que tanto whovians novos como os mais “experientes” compartilharam do mesmo sentimento de decepção com aquela season finale. Uma resolução confusa, rápida, fácil e covarde demais para um plot sensacional que havia sido iniciado em The Impossible Astronaut, na páscoa de 2011. O especial de natal do ano passado também não ajudou na hora de criar expectativas. Por mais que eu estivesse ansioso pela estreia da 7ª, mais por um quesito emocional do que qualquer outra coisa, só percebi o quanto sentia falta de Doctor Who quando Asylum of the Daleks terminou. E como senti.
Divulgaram a temporada de maneira cinematográfica, disseram que cada um dos cinco episódios seria como um filme e ainda liberaram um pôster de cada capítulo. Tive um pouco de medo, já que não seria “saudável” criar grandes expectativas para uma possível queda do cavalo como aconteceu ano passado; uma espécie de trauma whovian. E pra piorar, o quinto episódio ainda marca a provavelmente deprimente despedida de Rory e Amy envolvendo os Weeping Angels, da qual nem todo mundo sairá vivo (de acordo com Moffat).

No final de março anunciaram Jenna-Louise Coleman como a nova companheira do Doutor, Clara, que seria apresentada apenas no especial de natal desse ano. Qual foi a minha surpresa ao ver a atriz aparecendo nessa season premiere? Até pausei o episódio para confirmar se aquela garota era a mesma que havia sido confirmada como companion, e a Carla Gomes me disse que Moffat tinha agradecido todos os jornalistas, críticos, blogueiros e fãs que haviam assistido ao episódio em sessões fechadas (foram 4 sessões de pré-estréia em 4 países diferentes) por não terem revelado o “segredinho”. Achei lindo. Em um mundo onde qualquer coisa vira spoiler, centenas de pessoas guardarem o mesmo segredo só mostra a força do fandom whovian. E esse tipo de surpresa só funciona mesmo em séries nerds, onde os fãs acompanham as notícias e já sabiam quem era Jenna-Louise Coleman. Para os desavisados que não sabiam por quem Amy e Rory seriam substituídos (ou nem sabiam que seriam substituídos, pra começo de conversa), a aparição de Oswin não deve ter tido graça alguma.
Mas ainda assim, o receio com a nova temporada tomou conta de mim durante boa parte do episódio. Mesmo com a presença de Jenna sob um nome diferente do anunciado, o episódio já estava na metade e ainda não tinha me empolgado tanto quando The Impossible Astronaut conseguira nas primeiras cenas. Doctor e o divorciado casal Pond foram obrigados pelos Daleks a descer em um planeta que serve como asilo de robôs exterminadores estragados e defeituosos para desativar um campo de força. E assim começou uma das melhores histórias dos clássicos vilões da série desde que ela foi reiniciada em 2005. Só não foi melhor que Doomsday, da 2ª temporada, por motivos da cena final do episódio (jamais superarei Rose no universo paralelo). Foi melhor do que o Dalek humanóide bizarro construindo o Empire State Building na 3ª, que os Daleks megalomaníacos que sequestraram a Terra na 4ª e que os Daleks coloridos da 5ª. Os Daleks voltaram a ser ameaçadores, assustadores e, por que não?, legais.
Deixei para assistir os webisodes de Pond Life na sexta-feira, quando todos os cinco já tivessem sido liberados. Seria muito masoquismo assistir apenas um minuto da vida conjugal de Amy e Rory por dia. Vimos Doctor ligando para os amigos contando suas recentes aventuras e entrando no quarto do casal no dia errado, vimos um Ood abandonado no banheiro e depois de avental sendo a empregada doméstica dos Pond (por favor, onde se adquire um? Preciso urgentemente) e depois, quando tudo parecia bem, vemos uma suposta briga entre os dois, que acaba com Rory saindo de casa. Amy nunca será Rose ou Donna, mas entendo que o tempo das comparações já passou. A era RTD é completamente diferente da era Moffat. Rose e Donna não se encaixariam bem aqui assim como Amy e Rory ficariam perdidos na companhia do eterno Doctor de Tennant. Em poucas palavras, cada companion tem o Doctor que merece – no melhor sentido da frase, por favor.

Rory e Amy cresceram demais no meu conceito desde que assisti à quinta temporada e só de pensar na despedida dos dois daqui a quatro semanas já me dá um aperto no coração. De alguma maneira, um divórcio consegue doer ainda mais no momento. Depois de tudo pelo que passaram juntos, não parece justo. Começar a temporada com Amy assinando os papéis da separação foi golpe baixo. Sorte que não esperaram mais tempo antes de resolverem as coisas entre eles. Rory dizendo que sempre amou mais Amy do que foi amado por ela e sendo estapeado na cara por dizer uma coisa dessas foi uma das melhores cenas do casal. Ambos fizeram sacrifícios enormes um pelo outro, e se amam com a mesma intensidade. Também passei mais a respeitar Karen Gillan e Arthur Darvill como atores depois de cenas dramáticas como essas.
Durante a cena, confesso que até achei um pouco hipócrita da parte de Rory voltar com esse assunto de “eu te amo mais” e jogar na cara que esperou dois mil anos por ela, mas, afinal de contas, ele foi expulso de casa. Também achei o motivo para Amy ter feito isso um pouco insuficiente demais, além de nunca terem citado River (claro que ter uma filha que aparenta ser sua mãe é bem estranho, mas Melody Pond é filha legítima do casal), mas consigo relevar tudo depois do trauma pelo qual a moça passou em Demon’s Run. Felizmente o casal voltou a ficar junto, apesar de um post no tumblr me deixar desconfiado do que pode vir a acontecer.
As roupas do casal na cena em que o Doctor os deixa em casa são exatamente as mesmas vistas no quinto webisode de Pond Life. Talvez tenham apenas aproveitado a locação e gravado ambas as cenas no mesmo dia, mas não sei se a produção de Doctor Who teria esse descuido. Lembrem-se de que não dá pra acreditar em nada que Moffat diz/faz, então tudo ainda pode acontecer nesse wibbly wobbly timey wimey que ele tanto se diverte escrevendo. Cada webisode se passava em um mês, sendo o último em julho, mas vai saber quando Asylum of the Daleks se passa?

Como cada companion tem o Doctor que merece, Jenna-Louise Coleman foi escolhida por conseguir falar ainda mais rápido que Matt Smith. Oswin não é nada que nunca vimos em Doctor Who; sua personalidade smartona, engraçadinha, “tiny bit sexy” e que flerta com todo mundo lembra muito Amy e River (mais uma filha perdida? Oh gawd), mas isso não é uma reclamação. A apresentação surpresa da personagem foi ótima, a garota é adorável, mas, querendo ou não, ela morre no final. Melhor: ela é um Dalek que acaba sendo explodido junto com o asilo. Ou seja: como Jenna será inserida novamente na série no especial de natal como Clara, a personagem que foi anunciada em março?
Oswin/Clara pode ser a nova River Song, uma companion com data de expiração que conhecemos no dia de sua morte. Apesar de amar River, não sei se outra história tão parecida seria interessante. Claro que seria, na verdade, mas talvez não muito “inovadora”. Por mais que River tenha surgido em 2008, a personagem ainda existe e volta para o quinto episódio da temporada, o último de seus pais. Seria fácil contornar a pergunta “por que então ela não reconheceu o Doctor?” dizendo que sua transformação em Dalek mexeu com sua memória. E assim que ela começasse a viajar com o Doctor, ele não poderia contar o que acontece com ela, pois sua transformação em robô é um ponto fixo no espaço/tempo. Se bem que eu nunca entendi muito bem esse negócio de ponto fixo, então provavelmente minhas teorias não fazem muito sentido. Mas nem as explicações de ponto fixo fazem. Então estou certo.
Outra teoria diz que Oswin pode ter algum tipo de parentesco com Clara, assim como Adeola Oshodi, técnica da Torchwood 1 que apareceu no 12º episódio da 2ª temporada, era prima de Martha Jones, companion da terceira temporada, ambas interpretadas por Freema Agyeman. Mas isso também não teria muita graça, já que seria forçado Clara ter a mesma personalidade de Oswin, e já amamos a personalidade de Oswin, então não seria legal se Clara fosse muito diferente disso. Se guardaram segredo sobre a aparição da atriz meses antes do esperado, com certeza é para uma história melhor do que essa. Pelo “lembre-se” que ela diz olhando para a câmera antes do planeta explodir, é bem capaz que Clara e Oswin sejam a mesma pessoa. É bom Moffat não nos decepcionar.
Outras 15 mil teorias podem ser criadas a partir da imagem abaixo, onde a cadeira usada por Oswin é idêntica à de Jenny em The Doctor’s Daughter, na 4ª temporada.

Muito provavelmente essa foi apenas uma questão de reaproveitamento de objetos de cena, mas precisamos sempre lembrar que foi Moffat, já sabendo que seria o novo showrunner da série, quem pediu a RTD que não matasse Jenny ao final do episódio.
Antes de desligar o campo magnético, Oswin invade a “mente telepática” dos Daleks e apaga todas as informações existentes sobre o Doctor. Nenhum robô se lembra mais que ele é O Predador. O episódio acaba com todas as criaturas da nave fazendo a clássica pergunta “Doctor who?”, que, de acordo com a season finale do ano passado, é a questão essencial dessa temporada.
Doctor desconfiou de Oswin desde o começo, se perguntando onde ela conseguia o leite e os ovos para fazer seus suflês diariamente. Já eu desconfiaria de todo mundo que estivesse abandonado há um ano em um asilo de Daleks que ainda se arruma daquele jeito para ficar trancafiado dentro de uma nave, sozinho. Precisa ver a minha situação ao final de um sábado todo sem sair de dentro de casa. Imagina um ano.
PS: Eram tantas as teorias na minha cabeça que acabei não me tocando do fato mais claro: Doctor nunca chegou a ver a forma humana de Oswin. Por isso, não importa quem o Timelord venha a encontrar no especial de natal – seja a própria Oswin mais jovem em sua linha do tempo ou uma parente, próxima ou distante –, ele não a reconhecerá. O que muda um pouco boa parte das minhas teorias e ainda abre espaço para várias outras. Oswin pode ser, de alguma maneira, o futuro de Clara. Mas também existem os boatos (como Carla Gomes disse nos comentários) de que a nova companion vem da era vitoriana, então Oswin pode ser uma prima distante de Clara, como Gwyneth, que apareceu no 3º episódio da 1ª temporada, The Unquiet Dead, era parente da Gwen de Torchwood, ambas interpretadas por Eve Myles. Ainda é cedo para divagar sobre a identidade de Oswin e sua relação com Clara, mas esse detalhe faz toda a diferença para como a história será contada.
Muito obrigado ao leitor Sparky por ressaltar o fato nos comentários =D








Antes de qqr coisa, não fazia ideia de que estava sentindo tanta falta de Doctor Who. E nem de que Moffat ainda conseguiria me surpreender desse jeito. Mesmo que não tenha conseguido fugir do spoiler sobre a presença de Clara, não estava esperando que ela fosse um Dalek, e nem que seria tão fácil gostar dela.
Tbm estou bastante em dúvida sobre como Jenna será (re)apresentada a partir de agora. Concordo que não quero uma River 2.0, mas não vejo muitos caminhos. Dizem que a nova companion vem da era vitoriana, mas como fazer pra se apegar por alguém que nem sabe da existência de Oswin? (fui pesquisar o significado do nome, e o google me diz é 'amigo de Deus', será alguma referência?)
De qqr maneira, a chegada dela, desse jeitinho trágico, serviu para afastar as chances de rejeitá-la, como aconteceu com Martha. Amy e Rory estão presentes há tanto tempo, que seria mais difícil pra ela. Seria, pq agora todo mundo que tem um coração já a aceitou e ficou triste pelo que aconteceu.
Gostei tbm por terem, em tese, já resolvido os problemas do casal Pond. Torço para que as roupas tenham sido apenas coincidência, mas, vai saber!? O que me chamou mais atenção foi a postura de Rory, que não parece mais tão bobo quanto antes. Ele não correu atrás de Amy e sua expressão, pelo menos pra mim, pareceu mais séria e confiante. (sua pergunta sobre a cor dos Daleks foi puro amor)
Concordo tbm que foi um dos melhores epis com os Daleks, Moffat já tinha dito que as pessoas iam voltar a temê-los, e acho que isso ficou mais claro aqui. Apesar de ter morrido com aquele que estava dançando, a visão de milhões e milhões deles me assustou um pouquinho no começo.
Tenho um pouco de medo de pra onde a história vai caminhar a partir daqui. A ideia de serem 'filmes' a cada semana é animadora, mas gosto quando existe um fio que conduz toda temporada.
Agradeço a review a tempo de colocar minhas ideias em dia aguardo live da semana que vem ^^
Só percebi que estava morrendo de saudades de Doctor Who quando a musiquinha da abertura começou a tocar. É muito amor! O tempo ajuda a relevar muita coisa também (vide final de Lost).
Não sabia que Clara supostamente viria da era vitoriana… Isso me lembra Gwyneth, a personagem que Eve Myles fez em The Unquiet Dead, 3º episódio da 1ª temporada. A atriz depois voltou como a Gwen de Torchwood, e quando o Doctor viu ela, perguntou se ela teve algum parente em Londres (ou algo parecido). É capaz do Doctor lembrar de Oswin quando ver Clara e chama-la para viajar com ele por isso. Mas seria meio sem graça e até triste Oswin ter existido apenas para que Clara viajasse com o Doctor. Se bem que esse negócio de companion do passado pode render boas histórias. E Oswin é do futuro, certo? E não do presente de Rose, Martha, Donna e os Pond. Pode ser legal. Mas o amor pela Oswin já é bem grande… Se elas forem mesmo pessoas diferentes, torço por um encontro.
Não cogitava assistir por streaming ano passado pois nunca estava em casa na hora da exibição, por isso acabei esquecendo da possibilidade esse sábado. Vou tentar semana que vem! Torcendo para não travar em nenhum momento. E que voltem as reviews ~MAIS RÁPIDAS DO BRASIL~! =D
Importa ressaltar que o Doctor não viu a Oswin, então não sabe como ela é. Ele pode ter ela como companion a série toda e nem desconfiar, para, na despedida, acontecer algo que o faça abandoná-la e apagar suas memórias (que nem com a Donna), e então ela assuma esta identidade e tenha um desejo inexplicável para conhecer o universo.
Mas essa teoria dela ser a filha dele também é muito boa, não tinha nem me passado pela cabeça. Isso que eu gosto de Doctor Who: não importa quão absurda e sem sentido possa ser a sua teoria, ela é plenamente válida e aplicável à série. Haha…
Parabéns Eduardo, pela review mais rápida sobre a season premiere que eu já vi de Doctor Who!
Obrigado, Sparky!
Eu estava tão preocupado com outras coisas do episódio que não tinha me tocado da mais importante: Doctor nunca viu a forma humana de Oswin! Muito obrigado por ter lembrado disso. Isso muda todas as minhas teorias, na verdade, hahaha. Vou atualizar a review com um parágrafo a mais.
disse tudo: "Uma resolução confusa, rápida, fácil e covarde demais para um plot sensacional que havia sido iniciado em The Impossible Astronaut"
Aquela finale foi a maior decepção da minha vida de whovian, haha.
da milhões de hipóteses sobre a cadeira a mais óbvia e que torço é que a Clara seja regeneração da Jenny
poxa, de TimeLady só a Susan e a Romana (I eII) que foram companions
mas que seria bom rever a Georgia Moffett como Jenny mesmo, ô se seria
Adoraria Georgia Moffett de volta na série também. E ela poderia aproveitar e trazer o marido e o pai pra uns flashbacks, né? Família mais whovian que eles não existe. Se for pra deixar a imaginação voar mesmo, Oswin pode ser Jenny e tudo pode ser revelado (com direito a Georgia, David Tennant e Peter Davison) no especial de 50 anos.
Como estava com saudade de Doctor Who e também nem tinha ideia. O grande culpado por isso é Moffat e sua mania de plot twist em cima de plot twist. Mas no momento em que Doctor, Rory e Amy estão em frente ao "transporte" até o asylum e Doctor fala que Amy não precisa ter medo… A resposta da moça foi tão perfeita que minha saudade desse universo e até de Moffat voltou!
A história foi bem ambiciosa e deu certo! Voltamos a ter ~medo~ dos Daleks e já amamos/sofremos com Oswin. Particularmente, quero a moça como companion e espero que Clara tenha sido um nome genérico criado por Steven.
E acredito que a ideia da grande trama para o próximo ano já começou. A abertura tá um mashup das antigas ou é coisa da minha cabeça?
Fui assistir à abertura novamente e não consegui identificar o mashup… Mas vi no tumblr que toda semana terá uma abertura diferente. Ou no twitter. Ou sonhei, haha.
Sim! Tanto Amy quanto Rory estavam ótimos. O "Gerônimo" de Amy e a postura de Rory foram ótimos. Não são meus companions favoritos da série, mas com certeza passei a gostar muito dos dois. Vou sofrer quando partirem.
Pensei em Clara ter sido um nome genérico também, pra se "Oswin" vazasse o público não assimilar de cara. Pode tudo quando o assunto é Moffat.
a abertura será a mesma, o que vai mudar toda semana é o logo, essa semana o logo estava com as bolotas dos Daleks, semana que vem deve ter algo relacionado com dinossauros.
E nome "Clara" surgiu de pessoas que viram as gravações e disseram que tinha ouvido chamarem ela de Clara, e que o Doutor a chama pelo sobrenome "Oswin", mas oficialmente ninguém da produção confirmou que o nome era "Clara Oswin"
Depois de Once Upon A Time achei que todo o amor que podia sentir por uma série, e sentia por Doctor Who, tinha sido realocado, mas estava com tanta saudade do Doctor que, agora, posso afirmar que tenho duas séries favoritas e amo ambas igualmente! Além de que, foi bom ser trollada pelo Moffat também (sempre é)!
Eu não sei como vai ser essa (re)apresentação da Jenna, mas concordo com a Carla, não quero uma River 2.0, embora tenha gostado muito mais de Oswin do que de River, quando a mesma apareceu. Gostei da teoria dela ser a filha dele e, confesso, já estou torcendo por isso! Até acho as duas atrizes com um jeito de ser bem parecidos.
Foi bem legal o Rory mais Pro-ativo em sua relação com Amy, e a pergunta da cor do Dalek foi tão fofurinha!
Depois dos Daleks coloridos da quinta temporada, não tinha esperanças de ver os robozinhos de volta a série ou, pelo menos, de serem legais. Gostei demais do asilo e já estou louca para vê-los de volta!
Tem tanto tempo que não comento em uma review que perdi o jeito, mas adorei a volta, adorei Jenna e, como adoro Dinossauros e espaçonaves, já estou mega ansiosa pro próximo!
De todas as teorias possíveis, a que eu menos acredito é essa da Oswin ser a filha do Doctor. Seria BEM legal, mas não sei se as explicações me convenceriam muito… Até porque Jenny, quando morreu, não se regenerou; apenas "ressuscitou".
Rory e Amy foram mais legais do que eu me lembrava que eram, e isso só faz a iminente partida dos dois doer ainda mais.
bem se a história da Oswin ser parecida com a da River, não vai ser a primeira vez que o Moffat repete histórias, a história da Amy é igual ao da Madame de Pompadour, ambas encontram o Doutor quando tinham 7 anos, e acreditaram que o Doutor era um amigo imaginário, e o Doutor encontra ela em várias fases de suas vidas, o que leva a pensar se o final da Amy também será igual a da Pompadour. sobre a Oswin achei ela uma mistura de personagens, ela tem um pouco de Amy e River, e tem um jeito que lembra o Jack do "The Empty Child/ The Doctor Dances", detalhe que fizeram uma referencia a esse episódio duplo, o que estava transformando as pessoas em Daleks no planeta eram o mesmo que transformava as pessoas com a mascara de gás.
Outra curiosidade é que no final, quando a Oswin diz que aqueles Daleks sobreviveram as guerras e diz todas guerras, e o Doutor diz que lembra de todas elas, bem ela aconteceram na era do 1º, 2º e 3º Doutores.
E sobre a Jenny, acho que ficaria confuso ter duas personagens com o mesmo nome sendo recorrentes na série.
Para mim o que a Oswin fez antes de todo planeta asilo explodir é transferir sua mente para um corpo andróide! Ou recuperado seu corpo humano que já deveria ter sido modificado pela nuvem nanotecnologica, migrando sua mante para ele! Vale lembrar que Moffat disse que a nova companion seria diferente de todas então ela poderia ser uma Dalek, que de vez em tem algo muito tosco saindo da testa!
e sobre as roupas dos Ponds serem iguais ao do quinto episódio de Pond Life, no final quando a Amy chega em casa e vê que não tem nenhuma mensagem do Doutor, ela está com a roupa igual ao que parece no trailer do próximo episódio.
Questão de tradução e soufflé
Seguinte, para se manter humana ao invés de "exterminate' ela bloqueava a palavra na primeira sílaba
por semelhança com 'eggs' a mente ficava com a dúvida "por que ovos? o que fazer com ovos?"
Daí a solução em fazer soufflés
Lembrando que o Doctor sempre procura e acha cabelo em casca de ovo (eheheh) só ele ficou perguntando dos ingredientes frescos para fazer soufflé. Isso era estranho e não o ter alguém sobrevivido sob as masmorras Daleks
Esse episódio apesar de ficar um pouco parado no começo foi perfeito!!… e agora que os Daleks não sabem da identidade do Doctor… o que poderá acontecer… aliás, “Doctor Who?”