Doctor Who – 06×13 – The Wedding of River Song (Season Finale)

   

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Não tem como negar que a sexta temporada de Doctor Who começou corajosa. A premiere dupla que se passa dos Estados Unidos foi intrépida, destemida, ambiciosa e grandiosa, mas o final da temporada foi o contrário. The Wedding of River Song foi fraco, burocrático, corrido e covarde. Foi chato. Um final “mais ou menos” pra uma temporada que começou extremamente bem – a melhor season premiere de toda a série, ouso dizer – mas voltou “mais ou menos” do hiato de três meses que dividiu a narrativa.

A história apresentada na season finale foi boa. Algo aconteceu que congelou o tempo e toda a história passou a acontecer simultaneamente. Crianças no parque com pterodátilos sobrevoando as redondezas, carros amarrados em balões, romanos de togas em bigas parados no semáforo, Winston Churchill de imperador, Charles Dickens discutindo Um Conto de Natal no BBC Breakfast… E a responsável por isso foi uma mulher. O inferno de salto alto. Melody Pond: a doutora River Song. De alguma maneira (que, logicamente, não vem ao caso porque seria complicado demais para se explicar) River consegue vencer a roupa de astronauta pré-programada e não mata o futuro marido. Mas a morte do Doutor é um ponto fixo no tempo, o que gera toda essa ruptura temporal.

Talvez se a trama tivesse sido apresentada antes, seria melhor aproveitada. Todos os finais de temporada dos anos passados foram duplos, enquanto dessa vez resolveram “inovar” com apenas uma hora para fechar a trama. E deu errado. A história era complexa e prometia muito mais do que foi dado se tivessem prestado uma atenção maior ao evento. Porque season finales são eventos.

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Durante a semana que antecedeu The Wedding of River Song, li uma entrevista em que Moffat dizia que todas as perguntas seriam respondidas, menos uma. Pra mim, mais de uma questão ficou sem explicação. Na temporada passada, quando Doctor apareceu de roupa diferente para Amy em Flesh and Stone, tudo fez sentido lindamente no último episódio. Aqui, Doctor apareceu com um casaco diferente que talvez fosse apenas uma adição ao figurino do personagem (Tennant variava entre os ternos azul e marrom e isso não significava que ele vinha de uma linha temporal diferente), mas e o smoking de Let’s Kill Hitler? Seria uma ótima chance de introduzir um casamento melhor de River Song e que aquele Doutor – o noivo – tinha acabado de sair da cerimônia. Mas não. O smoking não teve sentido e o casamento não me convenceu, nem teve a importância que eu imaginava que teria.

O Doctor que protagonizou toda a temporada é aquele Doctor “original” de 908 anos de idade que aparece em The Impossible Astronaut assim que o primeiro – 200 anos mais velho – é morto pelo astronauta que saiu do Lago Silêncio. Em The Almost People, sexto episódio da temporada, Doctor descobre que irá morrer e em Closing Time, penúltimo capítulo da temporada, pega os envelopes “azul-tardis” da casa de Craig, ganha do amigo o Stetson que usa na premiere e vai para a América do Norte ao encontro da morte. Mas o que aconteceu nesses 200 anos? Quando esse tempo todo passou e ninguém viu? Viagens no tempo e perguntas sem resposta. Já ta virando Lost.

No final das contas, quem morre não é o Doctor, e sim o Teselecta (o “Grande Dave”) de Let’s Kill Hitler. Já que era pra seguir o caminho mais fácil e matar uma cópia do Doutor, que fosse o clone feito de Flesh. Pelo menos a história seria mais consistente por já ter sido apresentada na metade da temporada. Assim poderiam até continuar com a brincadeira dos dois sapatos diferentes usados pelo Lorde do Tempo e seu ganger.

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Canton Everett Delaware III, que levou a gasolina para queimar o corpo do Doutor, diz com toda certeza em The Impossible Astronaut que aquele é mesmo o verdadeiro Lorde do Tempo. Mas quando aconteceu a troca de Doctors? Quer dizer que, naquela season premiere, ele morreu de verdade e depois, só em The Wedding of River Song, teve a idéia do Doctor dentro de um Doctor? O tempo só seria consertado se o Lorde do Tempo morresse. Conseguiu enganar os Silence com a história do Teselecta, mas como enganou o próprio Tempo?

Russell T Davies podia ter suas manias de grandeza, mas a megalomania de Moffat em “rebootar” o Tempo todo final de temporada para solucionar os problemas já está começando a incomodar. O episódio foi grandioso com muitas coisas acontecendo, mas isso não quer dizer que tenha sido digno de season finale. Já tinha perdido o elemento da surpresa quando a tal pergunta foi anunciada; até eu, que gosto de assistir tudo na inocência sem teorizar demais, já imaginava que a pergunta seria “Doctor Who?”.

Conhecemos River Song no dia em que ela morre. Já descobrimos quem ela é e o que ela fez. Então a personagem fica até quando? Até ficar chata e dispensável? Agora que já sabemos a identidade da arqueóloga  e porque ela passa seus dias na cadeia (já que as noites são só entre ela e o Doutor), a “queda do 11” é o novo cliffhanger da série. Algo como o “ele baterá quatro vezes” da despedida do Tennant. O diferente é que Tennant só tinha mais 4 episódios especiais para se despedir, enquanto Matt Smith já disse que fica na série até pelo menos 2013. Depois do especial de Natal desse ano, teremos um especial de Páscoa em Abril do ano que vem e a primeira parte da 7ª temporada apenas em Setembro. A segunda metade vem apenas em abril de 2013 (depois de um novo especial de páscoa) e em dezembro teremos a possível comemoração dos 50 anos da série em forma de um especial de Natal.

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Finalizando o texto, me dei conta de que não falei de Amy e Rory. E nem vou falar. Adoro os dois companions, mas o final não foi digno nem pra eles. Acho que os quatro – Matt, Karen, Arthur e Alex – tem uma interação incrível, mas a season finale não contribuiu nem pra isso. Não vejo o Doctor de Smith sem a família Williams (pai, mãe e filha), mas desde quando o Lorde do Tempo se despediu de Amy e Rory para salvá-los, sinto como se a história deles já estivesse completa. Nenhuma companion tão importante sai tão calmamente assim da série (vide Rose Tyler e Donna Noble), então além de um sentimento de missão cumprida, parece que está faltando alguma coisa.

No último podcast do Na TV, eu, a chefe de reportagem Carla Gomes, o editor de conteúdo Silvestre Mendes e o convidado do site Universo Who, Matheus Carvalho, discutimos durante cerca de uma hora sobre a Era Russell T Davies. Acabei de ouvir e deu uma saudade enorme de quando as coisas ainda faziam sentido.

   

Sobre Eduardo Storm

Eduardo Storm é metido a publicitário, cinéfilo desesperado, músico nas horas vagas, leitor assíduo e viciado em séries. De vez em quando (sempre, na verdade) devaneia em seu twitter, só pra descontrair.

Comentários

  1. Wiatt disse:

    Não desgostei, só achei meio confuso…
    Pensei que a tal pergunta mais antiga do universo iria ser flop (sim porque em quase todas as series quando começam com essas gradiosidades é pa flopar mesmo) mas até achei interessante e simples: Doctor Who!?
    E achei aquela relaçao mae/filha da River com Amy no final no mínimo…estranha…sim elas sao mae e filha mas…

    • dudustorm disse:

      Não achei digno de season finale. Foi confuso demais. E a relação mãe/filha no final foi tão estranha quanto em toda a segunda metade da temporada. Tem tanta coisa importante para discutir, tanto climão, e nada acontece. É como se elas fossem só duas conhecidas.
      Sempre quando fazem esses suspenses grandiosos a coisa flopa mesmo, mas achei interessante a pergunta ser "Doctor Who?" pela simplicidade.
      Valeu, Wiatt!

  2. Carla Gomes disse:

    Juro que quase nem lembrava que a história da ‘flesh’ fazia parte dessa temporada.. O hiato fez com que td parecesse separado.. O problema é que depois da pausa, td ficou mto perdido.. o retorno foi legal, mas só ganhou continuidade na finale, tendo mto espaço em branco e enrolação..

    Até gostei de ver os períodos sobrepostos, com Churchill, tecnologia e dinossauros.. mas estou até agora tentando entender direito o que foi que aconteceu.. É quase como se tivéssemos sido enganados por esses episódios, já que existia a garantia de que era mesmo ‘o’ Doctor quem morreu..

    Claro que ninguém esperava que esse realmente fosse o fim do personagem, mas robô? sério mesmo? Parece uma solução tão simplista e previsível.. Sem contar que essa coisa de, em tese, ele ter envelhecido 200 anos.. O que aconteceu nesse período? O Silêncio vai continuar sendo explorada na próxima temporada? Pq insistir nisso?

    E River.. Adoro Alex, gosto do jeito dela, do sweetie e foi ótimo ver a cara de Amy ao se descobrir ‘sogra’ do Doctor.. Mas, PRA QUÊ O CASAMENTO? Qual a lógica disso? Só enrolar?
    E, mais uma coisa que não entendi.. Ele disse mesmo seu nome pra ela?

    Mesmo não gostando mto de Matt Smith já na 5ªtemporada, acho que essa reta final me fez desgostar ainda mais.. Porém, começo a reconhecer que tem mto a ver com os rumos do Doctor em si.. Esse misto entre criança alegrinha e Senhor do Tempo mega atormentado fez com que ele deixasse de ser completamente adorável.. me dxando com mto mais saudade de Tennant e Eccleston, (anti?) herois mais coerentes e divertidos..

    Ao ouvir o podcast, tbm senti MUITA falta das primeiras temporadas, e afora os especiais de 2013, não estou mto ansiosa pelo retorno da série.. e em se tratando de Doctor, isso é grave =/

    Mas.. enfim, até a review mais cheia de ódio do BR em dezembro! (:

    Ps: Ele poderia ajudar nas tarefas da Rose )’:

    • dudustorm disse:

      Se tivessem explorado a história da season finale por mais de um episódio, no lugar dos fillers descartáveis dessa segunda parte da temporada, as chances de ser realmente "genial" seriam altas. Mas foi exagerado e no final nada fez sentido.

      O casamento não serviu pra nada, né? Dai ele tá todo sério casando, todo Senho-do-tempo-de-900-anos, manda a River olhar nos olhos dele, e lá dentro tá a criança boba saltidando dentro de um robô.

      Doctor disse sim o nome dele a River em algum momento da timeline dela, mas na dele isso ainda não aconteceu. E por mais que eu ame River, secretamente torcia para que esse fosse o último episódio dela. Para que fosse consistente e crível. Mas não foi nenhum dos dois e ela vai continuar voltando, voltando, voltando, até todo mundo se cansar dela.

      Não sei se o especial de natal vai conseguir ser tão bom quanto A Christimas Carol (provavelmente não), mas acho que não vai tocar nos temas da próxima temporada – a queda do 11, Silence, etc. Espero que o ódio no coração tenha se dissipado até dezembro!

  3. Nat disse:

    Oi Dudu,

    Em primeiro lugar: parabéns pela MELHOR review da season finale que li até agora!!! Você realmente tirou muitas palavras da minha boca (risos)!

    Nem sei o que mais comentar aqui. Você (e a Carla, em seu comentário) já disse tudo que gostaria de dizer sobre o episódio. Mas vou tentar dar alguns pitacos…

    Na minha opinião, foi a pior season finale da era moderna de Doctor Who. Nos primeiros 15 minutos do episódio, confesso que quase não entendi nada: tudo muito corrido, diálogos rapidíssimos e explicações e mais esquisitices sendo jogadas na nossa cara.

    Quando o Doctor encontra novamente os pequeninos do Grande Dave, e este pergunta se poderia fazer alguma coisa por ele, já sabia aonde isso iria levar. Então, o final foi muito previsível para mim. Além disso, sinceramente não entendi a razão do casamento do Doctor e River. Grande amor? Naaaahhhh!!!

    Quanto aos Pond? Só reafirmou minha ideia de que Amy é a ditadora do lar e Rory, o submisso. E é sempre o Rory quem salva o dia… a que papel secundário o relegaram. Os Silence também foram muito mal aproveitados. Como se pode desconstruir um vilão com tanto potencial assim? Fiquei até com saudade dos Daleks, que sempre foram utilizados nas finales com maior propósito na era RTD.

    E por falar em RTD, apesar dele ter destruído Torchwood em sua empreitada americana, confesso que senti falta dele nesta temporada. Pelo menos, até então, as temporadas de Doctor Who eram constituídas majoritariamente de "fillers" que embutiam alguma pista para o encerramento da temporada. E a maioria destes fillers (ou "casos/montros") da semana eram ótimos. Nesta temporada, tudo que não tinha relação com o plot central foi majoritariamente medíocre (claro, houve exceções, como The Doctor's Wife) e ficávamos aguardando episódios que retomassem a trama central. Neste quesito, Moffat foi, no mínimo, ingênuo…

    E (mais uma vez) por falar em Moffat, acho que esta sua fama de troll é superestimada. "Trollou" tanto que acabou por ser "trollado". Sem dúvida, ele é muito talentoso e nos presenteou com muitos dos nossos episódios favoritos de DW. Mas será que é um bom showrunner? Sinceramente, fiquei com muitas dúvidas sobre isso nesta temporada…

    (continua)

  4. Nat disse:

    Matt Smith é um excelente jovem ator e acredito que personificou muito bem o doutor que Moffat imaginou. Mas confesso que tive problemas com o eleventh doctor e seu jeito pueril não me cativou, pois a fórmula se desgastou na sexta temporada (não na quinta!), sobretudo em função de seu papel quase secundário, pois Amy foi a protagonista e em DW, uma companion NUNCA poderia ser protagonista (em alguns episódios, ok, mas não na temporada como um todo).

    Sei lá… fiz este longuíssimo comentário apenas para verbalizar minha frustração com uma de minhas séries favoritas de todos os tempos. Mas whovian que sou, aguardarei ansiosamente pelo especial de natal! Até lá!!!!

  5. Natasha Cardoso disse:

    Primeiro de tudo? Me recuperando do choque de descobrir que a próxima temporada será somente em setembro!!!

    Vamos lá, estou tendo mix-feelings com relação ao episódio e a própria temporada no geral. Esse ano descobri que definitivamente não gosto quando as séries tem suas temporadas dividas em duas, a primeira parte sempre é excelente e a segunda não atende a demanda gerada pela primeira. Estou me sentindo assim.

    Apesar de eu ter gostado dos episódios individuais, mesmo como fillers que são. Mas se for olhar a temporada como um todo, a segunda metade teve 6 episódios e apenas 2 foram sobre a narrativa principal da temporada, enquanto que na primeira parte, pelo que me lembro, tiveram apenas 2 fillers (se não contar com o Almost Peaple). Como você mesmo disse no texto e mesma disse no comentário passado, foi muito corrido, apesar que, acho que o fato de estar esperando essa correria propiciou para mim acabar gostando um pouco do capítulo (mixfeelings).

    Novamente, como vc mesmo disse, a ideia de usar a história acontecendo ao mesmo tempo foi inteligente, só não gostei que passaram muito rápido por isso, queria ter visto um pouco mais dessa timeline nova, gostei demais. Pode ser porque escutei o podcast ontem, mas aquela parte do Doctor no salão do senado com o Churchill, o jeito do Matt Smith tava muito parecido com o do Tennant (Saudade MODE ON)!!

    Os Silence chegaram prometendo como vilões, mas foram meio fail nesse final de temporada. Espero que se redimam na próxima temporada (ou alguém acha que a queda do 11 não vai ter nada a ver com eles?).

    Dedico um parágrafo inteiro ao casamento, a única parte que eu gpostei verdadeiramente do episódio. Foi corrido e, novamente como vc, gostaria de ter visto o casamento propriamente dito, mas não reclamo, aquela única cena já foi muito linda e fofa. Pra mim, o que salvou o episódio foi isso.

    Uma temporada que começou fantástica (pode ser efeito de eu a ter visto em apenas 1 dia) terminar desse jeito…….só perdoo porque é DW, se fosse Merlin não perdoava não.

    Agora é me contentar com Fringe, que ta muito Timey-Wimey-Wobley-Woomey (é assim que se escreve isso???) e esperar o natal (embora não esteja muito ansiosa não)!!

    Abraços!

  6. mariasamara disse:

    Eu não sou muito fã das quatro primeira temporadas, nem consegui vê-las inteiras, gostei bastante da quinta e, como vc disse, o começo dessa sexta foi ótimo, no entanto, ela como um todo, não. Teve alguns otimos momentos, mas faltou algo ou sobrou algo. Mas ainda gosto bastante dos personagens, o doctor do Smith, Amy, Rory e River, embora esas última tenha perdido um pouco da graça, e sou fã do Moffat (mais por Sherlock) e ainda acho a era dele a melhor e ainda confio, apesar dos delizes dessa sexta temporada.

  7. Vagner_Sgt disse:

    Achei este episódio final superior aos últimos mostrados depois do hiato, mas mesmo assim, passou longe de uma season finale. Muitas incoerências e coisas mal explicadas. Diferente do final da quinta temporada que empolgou com razão, onde parece que cada acontecimento foi muito bem trabalhado e amarrado, aqui pareceu tudo simplesmente jogado, além de várias coisas que não se encaixam. O que fazia o tempo continuar era a morte do Doctor ou apenas o ataque da Melody? Achei irritante a River falando no final que teve que fingir a morte do Doctor no começo da temporada. Quer dizer que depois de termos visto toda a preocupação da personagem, sua revolta (que até a levou a dar um tapa no rosto do Smith), ainda temos que aceitar que foi tudo fingimento? E a cena que explica que o Doctor não pode encostar na River, mostrando inclusive o tempo passando quando se tocam, para pouco tempo depois mostrar que aquele não era o Doctor, mas sim o robô/nave, então não deveria ter ocorrido nada, já que não se tocaram. O casamento também foi mal desenvolvido e quando parece que temos a explicação de quando o Doctor fala seu nome pra River e logo explica que não foi este o momento (ainda bem, teria sido tão chato saber que foi neste episódio que ele conta seu verdadeiro nome pra ela). O episódio teve também alguns bons momentos, como o início do episódio, mas é como o Eduardo muito bem falou, 1 episódio foi muito pouco para preparar uma boa season finale pro Doctor.

    Bom, é o Moffat então acredito que não deva acontecer mais tantas falhas assim com Doctor Who. Vai ver que ele estava ocupado demais gravando a próxima temporada de Sherlock, se for isto, tá quase perdoado.

  8. t_coelho disse:

    Concordo que foi frustrante essa temporada , acho que foi a mais fraca desde que DW voltou , superando até a morna 3ª temporada. Porém duas coisas colocadas na review eu não concordo , o fato de você ter dito que alguma réplica "flesh" do Doctor poderia tar lá no momento da "morte" do mesmo , como ele disse , ele devia estar lá naquele momento do tempo-espaço , isto era fixo , também não gostei da explicação , que considero no mínimo desleixada , mas com o Doctor dentro do Teselecta, pelo menos ele estava de alguma forma naquele momento como o fluxo temporal "exigia". E também o fato de não ter mostrado os supostos 200 anos que o Doctor viveu antes da "morte" , acho que na realidade alternativa que foi criada quando a River decidiu ( não sei como ) não matar o Doctor , ele não estava mais velho , acho que da mesma forma que o Moffat fez na season finale passada, usando a Fez como uma gigante seta para mostrar em que fluxo temporal o Doctor estava , ele fez do mesmo jeito nesse episódio , só que dessa vez com o cowboy hat , aquele Doctor com o chapéu da mesma forma que não morreu , não ficou 200 anos separado da Amy e companhia , porém isso é só uma teoria minha , e mesmo que eu esteja certo , ficou muito mais complicado e cheio de paradoxos do que o aceitável para ser considerado como uma boa season finale. ( E a coisa que mais me deixou PUTO com essa temporada é que o Doctor passou ela toda com aquela vibe "chegou a minha hora de morrer, já fiz muitas coisas e blá blá" , e no último episódio ele simplesmente muda de ideia, sério que falta de consistência é essa ? Moffat conseguiu o que parecia impossível , decepcionou feio … )

  9. Alucard disse:

    Muito boa a review!
    sobre o smoking a explicação está nos mini-episódios (não vou dizer pra não estragar a surpresa de quem não viu), mas realmente ficou bem estranho…

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