
Por motivos de ódio no coração, resolvi aproveitar essa review para escrever sobre três séries diferentes. Espero que vocês não se importem. A primeira delas se chama Dexter – Cops. Caso não conheça, é aquela trama do Showtime que gira em torno de investigações do Miami Metro. Os protagonistas se chamam Batista, Quinn e La Guerta.
No episódio dessa semana, vimos um pouco mais do desenvolvimento do caso da máfia ucraniana. Fugindo do lugar comum dos procedurais, essa é uma trama que não resolve os assassinatos a cada semana, mas arrasta os elementos por tanto tempo quanto possível. Assim, ainda caminhamos lentamente no enredo. Com a morte de Mike Anderson na estreia da temporada, logo pudemos apostar que o crime se tornaria uma questão de honra para os detetives. Uma prova disso é que resolveram fechar o clube de strip duas vezes por dia, por dica do sempre pronto para uma piadinha, Masuka.
Aqui, cabe um certo elogio aos coadjuvantes/vilões. É sempre bom ter um personagem que sabemos ser perigoso. Costumo acreditar que toda história de máfia vale a pena, e os rostos que conhecemos agora têm tudo para segurar um bom mistério pra história. O problema é que o enfoque sempre vai parar em alguma coisa completamente sem sentido. Vide o casinho da stripper com Quinn.
Sério, assim, onde foi que o ex de Debra Morgan comprou seu sex appeal? Por que olha, tá difícil de entender como ele consegue atrair DO NADA essas mulheres que caem em seu colo. Mais do que nunca, quis e quero acreditar que ela esteja armando pra cima dele, mas não sei. Está parecendo mais uma repetição de padrão, do profissional que não sabe estabelecer limites e sempre sai na pior. Uma pena, por que a cena daquela chave de fenda no olho de Tony foi muito mais digna de qualquer expressão do rosto laranja do policial.
Agora, o que dizer de LaGuerta? Numa entrevista recente, a produtora da série comentou sobre como Doakes sempre foi o grande amor da policial e juro que não lembro disso. Pra mim, ela passou toda primeira temporada se esfregando em Dexter. Mas enfim, deve ter sido em outra série também.
Falando nisso, hora de comentar sobre Dexter – Freaks, mais uma das tramas da review de hoje.

Dedicada a personagens com um passado misterioso que se revela aos poucos, essa é uma produção – também do Showtime, veja só – com muito potencial. A questão é saber como ela será conduzida, já que depende muito da capacidade de sair dos clichês e arriscar em temáticas menos seguras.
Contando com um personagem por temporada, o foco dos episódios atuais é Louis, um técnico de informática com manias bizarras e uma personalidade que beira a bipolaridade. Dessa vez, vimos mais algumas cenas de sua casa e também conhecemos os vídeos que costuma gravar informalmente, falando tanto sobre brinquedos colecionáveis quanto de seu ódio por pessoas do trabalho. O que mais foi interessante dessa descoberta, porém, foi que ele é tão confiante que sequer coloca senha em seu computador pessoal. Me senti até mal pela minha má fé, ao deixar tudo sempre protegido e tal. Shame on me.
Deixando isso de lado, acredito que dê pra dizer que Louis poderia segurar uma história solo. Começando como alguém bonzinho demais lá na temporada passada, suas nuances aumentam a cada semana. Seria esse apenas um stalker? Alguém que ficou mesmo magoado por não ter conseguido ajuda com seu projeto de game? Ou uma verdadeira ameaça a quem interrompe seu caminho?
Confesso que gosto muito dessa coisa de inimigo declarado, de dar a cara a bater. Numa disputa com alguém como Dexter, é sempre bom ver alguém que não tem medo, que está disposto a mostrar perigo de verdade. (Acho que por isso sinto tanta falta de Jordan Chase.) Foi um alívio vê-lo em cena com Jamie, pagando de namorado perfeito. Fiquei com medo que pudesse ter sido eliminado tão facilmente da trama. Essas pessoas educadinhas demais é que realmente me assustam, em qualquer ocasião. Espero que seu desenvolvimento seja relevante e não apenas mais uma peça jogada fora. Até por que, acordar no meio de um parque depois de ficar inconsciente precisa ter algum resultado.
Agora, vamos à série que eu conheço por Dexter – Você Decide.

Ok, parei com a leve zoação. Não me ofendam. É que realmente estou impressionada com a capacidade quadripolar do enredo. E eu falo em quatro personas diferentes por que ainda não sei o que pensar do desenvolvimento de Dex e Deb. Acredito sinceramente que isso depende da percepção que cada um tem das coisas. Você pensa num copo meio cheio ou meio vazio? Pensa no que foi legal ou na ladeira que se apresenta logo à frente?
Infelizmente, aprendi a aceitar que o mais provável é que a segunda opção seja a correta.
A conversa inicial entre Debra e Dexter, com ela correndo, o tom de incredulidade, tudo foi como eu acreditava que seria. Em partes, pelo menos. Algumas cenas como o da descrição da ânsia de matar foram incríveis. Falar sobre o sangue vermelho, a transformação em negro, o impulso, uma ótima sacada dos roteiristas. Acredito que a expressão de Michael C. tenha sido meu momento preferido do episódio. Tenho uma certa dificuldade na insistência exagerada na analogia, mas fecho os olhos e digo que gostei bastante.
Faço o mesmo em relação ao fato de Deb enchê-lo de perguntas. Mesmo com Miguel Prado ou Lumen, não tínhamos esse Dexter tão literal, tão honesto sobre o que acontece. Senti como se eu pudesse tirar minhas dúvidas através dela. Mesmo que se passassem minutos e mais minutos apenas com os dois, minha atenção jamais se perderia. Compro a ideia dessa cumplicidade crescente sem reclamar. Se for um processo, de discutir o Dark Passenger, de lembrar de Harry, questionar suas decisões, eu apoio. Mas não, eu não quero paixãozinha em Dexter. Não quero redenção. Não quero um protagonista politicamente correto. E muito menos que as coisas fiquem bem, assim, rapidamente. Nenhum dia sem se falar? Nenhuma vontadezinha de chorar? De fugir? De xingar? De não fazer as coisas do jeito mais coxinha possível? Foi tudo tão sem sal pensando no contexto como um todo. Sem alma, sem.. drama.
Assim que ele fez a irmã pegar no sono, tive esperanças de poder acompanhar algo mais visceral e verdadeiro. De vê-lo tentar parar e não saber que caminho seguir. De relutar, não baixar a cabeça. Só que aí, ao invés de ser escroto (desculpa mundo, eu prefiro Dex cínico), aproveitar pra fazer uma ceninha e mentir sobre não ter matado, o serial killer realmente resolveu ser fofura, dando a entender que o Código de Debra pode funcionar. E, principalmente, jogando toda culpa em Harry.
Sei que desejar um personagem incorreto é uma escolha pessoal e entendo quem esteja de coração aberto para as chances de vê-lo tentando mudar. Meu problema, grandessíssimo problema, é essa tentativa deslavada de botar Debra como um amor incondicional e santificado. Todo o discurso do prisioneiro que se jogou na frente do caminhão na cena MAIS FAKE DA HISTÓRIA me revoltou de um jeito que não sei explicar. Mas pior do que isso foi a sensação de que os dois estavam flertando. PQP, eu não assisti 7 temporadas pra ver todo um suspense indo parar na baboseira de um amor ~impossível.
Não me sai da cabeça que temos no mínimo mais 22 episódios pela frente e nada muito concreto a contar. Sem embasamento, fica difícil acreditar nesses desenvolvimentos. Soa tudo muito vazio, muito desconexo. Reconheço que é exagero pensar que são séries diferentes, mas será que não dava pra agregar os elementos de um jeito mais coerente? E precisamos mesmo dessa música alegrinha, latina, ao fundo? Depois de tanto tempo eu esperava MESMO ver algo mais denso, menos corrido, menos fácil.
Antes de encerrar, gostaria de compartilhar uma teoria deixada pelo Fábio Campos semana passada. De todas as que li até agora, é a que me parece mais fácil de apostar. Para ele, LaGuerta vai investigar o Bay Harbor Butcher e pensar que a Debra é a serial killer. Isso poderia render um gancho para a 8ª temporada e tal. Alguém concorda que é uma premissa possível? Aproveito também para indicar o texto da Débora Anício, que compartilhou um pouco de sua frustração lá no Abelha Fístula. Se você tiver algum post sobre a série ou quiser um espaço para dar sua opinião aqui no NaTV, só avisar. Vou adorar ler novas impressões sobre a trama. Preciso me convencer que estou errada e que a temporada vai ser decente.








Parte 1:
Pow Carla vou discordar de você em bastante coisa. Quando li seu tweet dizendo que não gostou do episódio comecei a me perguntar se estava vendo a mesma série, hehehe.
Lendo sua review vejo que tivemos interpretações diferentes sobre os fatos, se eu estiver equivocado, serei o primeiro a admitir, assim foi com a quinta temporada, mas vamos lá:
Li o texto da Débora Anício e não concordo em esperar drama e choro de Debra sobre a descoberta, era muito mais fácil ela soltar mil palavrões em uma mesma frase e querer socar o irmão. Imaginei que Debra interrogasse o irmão, embora eu achesse que perguntaria bem mais coisas. A atitude de vigiar o Dexter por 24 horas era esperado, só não sabia como ia fazer. Concordo com o texto da Débora sobre Harrison! Não é uma atitude fácil resolver mudar de casa, e seu filho, ele tem uma estrutura montada pra ele lá, sei lá, nem sequer foi cogitado nessa decisão.
Parte 2:
Pra ser sincero eu "pesquei" a paixonite em apenas UMA cena, posso estar errado, mas não é algo que os roteiristas estão dando enfoque agora. O que me incomoda é que antes podia "cair o mundo" desde que Debra descobrisse a verdade, daí ela descobre e todos caem matando nesse enredo, que nem sequer está sendo muito explorado ainda, mais cadê o "cair o mundo", Debra descobriu.
Sobre Dexter ter seguido o código da Debra a interpretação que tive é a seguinte: Louis não está dentro do código, Dexter não podia matá-lo, mas quis dar uma lição nele. Aproveitou para chamar a irmã e fazer toda aquela ceninha… Eu acredito que seja jogada dele, qual a única maneira dele parar de ser vigiado? Fazer ela acreditar que ele foi curado. E é aí que gostei da história do prisioneiro, tive um medo de um arrependimento, de uma redenção do assassino, mas não, ficou claro que a "doença" que eles possuem não tem cura. E Dexter já sabia disso, então o melhor remédio é enganar a irmã para que possa conquistar sua liberdade de novo.
Parte 3:
Sobre Louis, não acho em hipótese alguma que seja somente Dexter não ajudá-lo com o Game! Tem mais coisa por trás, e seu atrevimento no episódio foi sensacional, nunca desejei tanto que o Dexter matasse alguém. Vamos ver como ele irá se encaixar no código, bloquear cartões de crédito alheios não é grave. Concordo com você sobre as observações da senha.
Sobre La Guerta, lembro que ela gostou muito de Doakes, lembro até hoje da cara que ela fez quando ele morreu e foi colocado como o real BHB, foi uma temporada que ela teve bastante destaque, e sempre achei que ela fosse correr atrás de provar a inocência de Doakes, acho que ela até promete isso a ela mesma, não sei se estou enganado. Nessa temporada voltamos ao BHB, e acho que é uma trama que vai se estender por ela toda e não ligo desde que seja bem conduzida, lembra que trinity só o descobriu depois da metade da temporada. A teoria de Fábio é boa, se vai acontecer ou não eu não sei, mas que La Guerta morre como uma das vítimas de Dexter, isso eu acho desde a segunda temporada.
Parte 4:
Ter a expectativa grande numa trama de Quinn e Baptista não dá, concordo com você, não espero nada disso enqaunto não chegar no Dexter, só que tem que desenvolver algo até chegar nele, e a mafia ucraniana tem potencial.
Muita coisa acontecendo, estamos no segundo episódio ainda, a idéia é que tudo se afunile para Dexter, mas não tem como termos algumas tramas com resoluções semanais.
Estou muito feliz com tudo apresentado até aqui. Vale ressaltar que posso estar errado, quanto a Louis, Debra, La Guerta e que não goste de nada, MAS o que já foi mostrado até o segundo episódio, tá ótimo. Não quero ficar jogando a culpa em paixonite que ainda nem virou mote da temporada, vou esperar isso acontecer. Espero que não apareça, apesar de achar inevitável.
Sei que existem chances de me decepcionar, vide quinta temporada que curti muito o começo e depois foi muito ruim a ponto de eu ter preguiça de assistir. Mas até agora todas as tramas tem potecial.
Copo meio cheioooo! hehehe
Desculpa o comentário enorme.
Zé, antes de argumentar, deixa perguntar: vc assiste Breaking Bad ou Homeland? Não lembro, mas acredito que não. E credito grande parte das minhas reclamações às reações causadas por essas duas séries. Me recordo de um episódio de BB em que Silvestre assistiu inteiro de pé, andando de um lado pra outro. Em outro, mais recente, eu devo ter ficado uns 3 segundos sem respirar. Dud's mesmo, com todo seu amor por tramas cheias de ~bafos, sente vontade de abraçar Claire Danes, a cada cena de Homeland.
Sei que a comparação é injusta, mas sinto que justifica muito do que eu espero de Dexter. Quando a morte de Rita aconteceu, a coragem da série me segurou, me deixou sem reação. Tudo isso sem nenhuma expectativa. Agora, com todos os elementos na mão, um ator incrível, uma atriz que melhora a cada dia e o choque que todos aguardam há 7 temporadas, o enfoque foi parar numa coisa que não tem sentido. Deixemos a paixãozinha de lado por um momento. Você consegue mesmo comprar a ideia de uma Debra jantando com o irmão serial killer dois dias depois de descobrir que ele é um psicopata? E quando ela o chamou para morar em sua casa, e foi ao quarto, não sentiu em nenhum momento que ela tava bem a fim de deitar ao lado dele na cama, naquele espaço nitidamente vago?
Pode ser coisa da minha cabeça, mas tudo está sendo conduzido como uma sanitificação do amor de Debra. O prisioneiro do final falou sobre Hannah, a mulher que nunca mais o olhou da mesma maneira quando soube a verdade sobre seus crimes. E o que acontece em seguida? Um sorriso de Dex, ao perceber que Deb continua o encarando da mesma maneira. Por diversas vezes, o personagem disse que se tivesse que amar alguém na vida, seria a irmã. Eis o amor baboseira pronto pra acontecer. Não tivesse existido aquela maldita sessão de terapia da temporada passada, eu poderia ter uma percepção diferente, mas meu copo é meio vazio e nada romantizado.
Agora, parte 1. Eu não esperava necessariamente Debra xingando ou chorando. Eu só esperava mais paixão. Foram seis anos esperando por esse momento, preciso de mais do que a superficialidade de 3 minutos de revolta, mais nuances e peso dramático. Como disse, adorei alguns momentos da conversa, de poder ouvir o lado dele do Dark Passenger, mas a sensação de paz foi rápida demais. Vc nunca teve uma discussão que se arrastou por mais de um dia? Ou ficou se torturando com alguma coisa? Não dá pra enxergar nada disso ali. Tudo que vi foi uma Debra super heroína, fazendo o papel que Harry não quis. Harry esse que virou vilão.
Parte 2. Ou vc dá créditos demais para Dexter ou eu de menos. Por um momento, acreditei que estivesse manipulando a irmã. Contudo, não acho que ele tenha essa 'maldade' em seu discurso. Está sim cheio de ódio de Louis, e existe um Dex impulsivo que o mataria só por ter acabado com a vida do sócio.
A história do prisioneiro me pareceu uma muleta desavergonhada e preguiçosa.
Parte3. Vc leu a entrevista da produtores sobre Louis? Não vou me estender demais, mas as respostas dela me preocuparam em termos de densidade do personagem. Não quero que seja apenas o game, mas me parece mais que sim do que não.
Eu devo ter abstraído LaGuerta da minha vida. Só lembro da amizade dela com Doakes, não dessa coisa de 'amor da vida'. Sou doida pra ela morrer tbm, concordo.
Parte4. Como falei na review passada, eu surtei MUITO com o potencial de Santa Muerte na 5ª temporada e amei Jordan Chase como nunca. Não caio mais nessa. Quanto mais espero de Dexter, mais me decepciono.
Pra mim, a paixonite só não está na mesa pra quem consegue superá-la. A sementinha do amor devotado foi plantada lindamente naquele discurso do prisioneiro e eu quero estar errada, mas aposto que vai crescer incomodamente daqui pra frente.
Não estressa sobre o tamanho do comentário, é bom argumentar mais (:
Ainda estou mto atrasado em BB, mas realmente é uma série espetacular, quero me alualizar o quanto antes para, pelo menos, a última parte da temporada, eu poder discutir aqui com vcs.
Sobre as reações que você citou com as séries, eu tb assisti o último episódio da segunda temporada de pé, e perdi a respiração no 04×09 (se não me engano), quando o episódio acaba com Trinity chegando na delegacia pra encontrar Dexter. Mas, realmente, faz tempo que não tenho essas reações.
Bom ter alguém que pensa o contrário, fico com os pés no chão! Continuo gostando mto do que foi apresentado até aqui, mas caso a temporada fique ruim, talvez minha decepção não seja tão grande, pois "já fui avisado".
Ola Carla obrigado por citar a minha teoria, rs. Vi o episódio segunda e achei muito legal, sobre o Doakes a impressão que eu tinha da relação com a Laguerta era que ela era afim dele e ele era ligado na Deb, lembro até que ele levou ela para conhecer a familia dele. Agora a grande pergunta que a Deb não fez e eu faria: Você matou o Doakes? outra boa também é Você matou o Trinity? Coisas assim iriam gerar um plot bem interessante.
Voltado em uma tecla que bato faz tempo e que já está na hora da série focar é, o Dexter seria um psicopata se o Harry não tivesse feito aquele treinamento com ele? As vezes vejo a figura do Harry como uma má influência para ele e não como um benfeitor.
Agora para mim a grande decepção foi o Louis, se ele de fato for o nerd idiota que ele aparentou ser, e não tiver nada de psicopata eu vou achar ele um outro personagem descartável na trama.
Um último comentário sobre o vilão da temporada, eu vejo ele como um psicopata diferente dos outros da série, o irmão do Dexter era louco, a Lila mais psicopata defensiva, o Miguel um oportunista justiceiro, o Trinity assim como o Brian era louco, o Jordan Chase um maniaco, o Travis um fanatico religioso e por fim agora temos um mafioso que é mais um homem de negocios que não mata por prazer mas para limpar seu caminho, só achei dose ele matar o carinha lá, achei que o capanga ia fazer isso. Espero que dentro das devidas proporções tenhamos um embate Tony Soprano x Dexter.
Imagina, Fábio. Sua teoria é realmente a única que faz sentido pra mim nesse momento.
Juro que eu não lembro de nada romantizado entre LaGuerta e Doakes. Até tinha alguma torcida por ele e Deb, acho que formariam um bom casal.
Estou esperando que Debra faça mais perguntas a Dexter, foi a parte que mais gostei de tudo. O que me incomoda é só a atmosfera cool da situação. Estão jantando, falando sobre os crimes que seu irmão cometeu e tal. Foi rápido demais. Não consigo ter certeza se o timing de questionar vai voltar.
Concordo sobre a hora de Harry ser debatido melhor. Só tenho medo que ele seja vilanizado 100%, já por esse episódio, ficou fácil não gostar do personagem e não era isso que vimos em outros momentos. Porém, gosto da ideia de que ele tenha ajudado no processo de transformação a serial killer.
Como comentei com Zé aí em cima, prefiro não me estender demais sobre Louis por causa da entrevista que li com a produtora. Mas é, se ele for apenas um nerd/stalker, vai ser minha grande frustração na temporada.
Tony Soprano x Dexter só não é um sonho de consumo maior do que Dexter x Criminal Minds pra mim. Sinto falta de um inimigo à altura (sdds, Jordan, Trinity), seria bom ter isso de novo, de alguma maneira.
Eu li sobre o 3° episódio que me parece está bem relacionado ao Louis, e por isso minha questão sobre ele. Mas veremos se será aquilo mesmo. Acho que nossas opiniões vão bater se esse o caso.
Copo Vazio.. rsrs Vazio e entornado!_Estou adorando essa temporada!! Tem potencial para voltar aos velhos tempos!_Me espanta a ingenuidade de Deb, mas quando a gente ama (de qualquer forma: materno, fraternal, conjugal), a gente quer acreditar… Então, vá lá!_Acredito que Laguerta vá morrer pelas mãos do Dex (nessa Season Finale ou na próxima temporada). Mas antes disso, claro, ela vai descobrir quem é o Bay Harbor Butcher! Se bem que a teoria apresentada seria ótima e daria um bom cliffhanger para a season 8._A trama com o Louis também me empolga, só que nao sei como o Dex nao aprende: O Trinity ele teve a oportunidade de matar, não matou e foi um calo no sapato com graves consequencias
Thais, posso sentir inveja de você? Sinto falta de ter essa empolgação com a série! Queria estar adorando tudo e vou achar ótimo se morder a língua ao final da temporada.
Tem lógica que Debra acredite por que quer acreditar. Mas não sei, amor fraternal não me parece tão cego quanto amor devotado. Aquele discurso do prisioneiro ao final me deu calafrios, pq não me sai da cabeça o quanto a estão endeusando no papel de única pessoa a aceitá-lo.
LaGuerta morta acho que é uma das poucas coisas que todo mundo concorda. Espero que ela avance na investigação e não desista antes de ser um perigo de verdade.
Todos aqueles que Dexter desistiu de matar sempre foram um problema. Mesmo na temporada passada, mas parece que ele não aprende mesmo. Vamos ver como as coisas vão continuar (:
olha tambem fiquei com um gosto meio amargo depois desse episódio!!!
ñ o achei totalmente ruim,mas ficou faltando algo,…talvez eu tenha criado muita expectativa com o final do 1 episódio,mas achei que Debra aceitou surpreendentmnt bem a situação,…concordo com Fábio,pensei que ela iria encher Dex de perguntas,sobre quem ele havia matado e tal,faltou cenas empolgantes,mas tbm pode ser pq ainda esta no começo,sei lá,torço p q realmente ñ exista um romance,a história ficaria meio chata,
A verdade é que ñ sinto tanta empolgação p assistir Dexter,como fico com BB,que mesmo as vezes tbm tendo episodios meio parados,sempre acaba nos surpreendendo de alguma forma…
Às vezes me sinto meio só nessa coisa de não estar achando tudo perfeito, Déia. É bom saber que existem opiniões não tão empolgadas.
Tbm não posso dizer que foi um episódio ruim, estilo Nebraska ano passado, por exemplo. Mas essa era a grande descoberta da série, merecia mais do que 5 minutos de cena. Faltou intensidade, algo menos superifical, pra mim.
Estou culpando BB e Homeland pelo meu desapego tbm. É incrível o quanto Dexter parece fraca quando se compara com outra série =/
Masuka, Quinn e Batista só aparecem pra justificar o salário. Preferia mil
vezes a morte do caveirinha do que o Mike, que tinha um potencial de história
muito maior e poderia ajudar a Laguerta nas investigaçoes.
Só tem uma coisa me incomodando profundamente: O Dexter muda pra casa da Deb
e deixa o filho morando com a babá… É isso mesmo produçao?!
E tou achando o Harrison cada vez mais parecido com o Dex.. fofurinha!!
Eu já gostei muito de Batista, torcia por ele lá nas primeiras temporadas, mas depois que o juntaram com Quinn, ficou muito chato e incoerente. Chega a dar pena.
Tem muita gente comentando sobre isso tbm, Thais. No começo eu pensei que Harrison tinha ido pra casa dos avós, mas parece que ficou 'sozinho' mesmo. Mas ainda me incomodo mais com Louis não tendo nem uma senhazinha de entrada no computador.
Vc sabia que o 'filho' de Dexter é interpretado por gêmeos? Imagina a overdose de fofura!!
Sim.. eu já sabia que o Harrison é interppretado or gêmeos… *—*
Mas entao.. nem avós eu creio que te nessa história, ois se nao me alha a memória, os avós com quem a Astor e o Cody estao morando sao pais do Paul, e não da Rita, não tendo, portando nenhuma relação com o Harrison! :/
E Batista eu realmente curtia ele também… E até curtia um pouquinho o Quinn antes de le se envolver com a Deb, assim como as canalhices do Masuka (sério que ele pegaria alguém com aquele papo?!).. Mas hj tá tudo muto Blegh, Boring!
acredito que você não deveria mais comentar sobre Dexter.
Vc quer uma xícara de café tbm?
kkkkkk
Ou talvez um copo de suco?
Que mania que o povo tem de achar que nao se pode criticar, apontar defeitos, descontentamento… Só pode venerar, é?!
E te digo isso tendo uma visao mais positiva que a Carla sobre a série, nao concordo com tudo o que ela disse, mas ela me fez me atentar pra algumas coisas que me havia passado despercebido. Nao concordo com tudo, exponho minha visao e venho debater.. aí que está a graça!
E se vocE não sabe, o objetico de uma crítica é debater, criticar, aontar erros e acertos. Se fisse falar sempre e apenas "dexter é otimo, tudo é otimo, excelente e estou vomitando arco-íris com o episódio", esse tipo de texto se chamaria Elogio, e nao crítica.
Disse tudo, Thais. O mundo seria bem mais legal com pessoas conscientes como você.
Dexter é um produto televisivo que ainda gosto, mas não sou cega e vejo as dezenas de erros na trama. Falhas que estão ficando cada vez mais frequentes de dois anos pra cá…
É muito comum as pessoas confundirem tudo, Thais. Infelizmente, muita gente acredita que escrever sobre uma série equivale a elogiá-la, sendo que o objetivo é dar uma opinião, qualquer que ela seja.
Pessoalmente, acredito que crítica é algo que eu não faço, por não ter conhecimento técnico. Então sempre me encaro como uma fã com espaço. De qualquer maneira, uma das coisas mais bacanas é poder argumentar e até mudar de ideia, ao conversar com as pessoas. Uma pena que muita gente esteja tão cega a ponto de não conseguir fazer isso.
Mas obrigada pela defesa! (:
Adorei seu texto. Você conseguiu expor toda as suas (e minhas) frustrações de uma forma fria, coisa que nem tentei fazer em meu blog. Brigada por ter colocado o link do Abelha Fístula aqui e adoraria contribuir com o blog.
Dito isso, vamos lá! Adorei a teoria do Fábio Campos. Se isso acontecer será fantástico, Deb investigada pelos crimes do irmão. Como Dexter vai sair dessa?
Odiei a cena entre os dois. Houve momentos bons, como os citados por você. Mas faltou drama, complexidade, alma, emoção, iluminação, trilha, enquadramento, enfim… direção de cena. Como você espera seis anos por um momento e a Showtime me faz uma cena fraca dessas? Claro que temos mais 10 episódios e tals, mas esse era o ponto alto e deveria ter sido mais trabalho.
A analogia ao presidiário foi ridícula! Então ele vê que não pode ser salvo por Debra após conversar com um prisioneiro qualquer? Dexter decide os rumos de sua vida de uma maneira muito rápida e fácil. Culpa da preguiça dos roteiristas.
Continuando…
A galera do Dexter Brasil postou meu texto lá. Se você quiser rir (ou se revoltar) um pouquinho, passa lá e veja os comentários. A maioria da galera não concordou com minha opinião, o que respeito, claro. Dei meu ponto de vista e ninguém precisa concordar comigo. Alguns acabaram se exaltando e falando demais, mas a maioria se ateve à discutir ideias e teorias, o que adorei. Mas o que me deixa um pouco "chateada" é ver que muita gente não enxerga os defeitos da série. Qualquer coisa que façam a galera ama. Deve ser por isso que Dexter se tornou uma série tão comercial, porque hoje em dia o interesse é fazer o máximo de temporadas possível sem se importar com o seu conteúdo. "Vamos ganhar dinheiro, então vamos repetir a fórmula de sempre". E a audiência simplesmente compra isso sem pestanejar.
Continuo fã da série pela história que tenho com ela. Tô dizendo que Dexter é meu Lost. Decepcionou agora, mas tenho um caminho trilhado com a série. Mas o fato de eu ainda gostar de Dexter (o que já estou pondo em dúvida), não significa que eu não posso criticar a série. Visão crítica meus amigos, aceitem que algumas pessoas têm isso, e que isso não significa que eu tenha que parar de assistir Dexter ou deixar de escrever sobre ele.
Além de me decepcionar muito com as cenas desse episódio, tive a impressão de estar vendo todas as outras temporadas de novo. Fiquei sabendo de algumas coisas que vão acontecer e… Acho que vou fazer um texto sobre o que vai acontecer na season finale, porque acho que tá fácil de prever.
Acho que você ainda tem mais esperança com Dexter do que eu, Débora. Não sei, o encanto se perdeu mto pra mim. Talvez por isso acabe sendo mais 'fria'. Queria estar gostando da série como o povo passional, mas tem sido complicado.
A teoria do Fábio tem todo sentido do mundo. Se souberem fazer, vai ser interessante. Só não sei se existe o que contar nos 10 episódios que faltam até o final da temporada.
Talvez eu tenha assistido já pensando que seria ruim, mas quando lembro que foram 6 temporadas pra essa cena dos dois, com taanta preparação, é impossível não achar frustrante. Faltou explosão, não sei.
Quanto mais lembro do presidiário, mais acho que foi uma muleta bem da fraquinha. Sabe aquelas coisas que na teoria parecem geniais mas na prática é brega até não poder mais? E a cena do atropelamento foi o ápice.
No dia que você avisou do texto, fui lá olhar e até comentei no Dexter BR. Gente, as pessoas me dão medo. Já fui ofendida de todas as maneiras que vc possa imaginar, em séries diferentes, mas sempre me impressiono com o quanto as pessoas preferem ser ofensivas a argumentar. É sempre o mesmo papinho de 'vai lá e faz melhor', 'vc não sabe assistir' ou 'pare de ver, então'. Senso crítico manda lembranças. Mas estressa não, Dexter pode matar o Harrison e vai ter gente defendendo com unhas e dentes.
Eu tbm tenho uma grande consideração pela série, talvez com menos amor do que vc no momento. Torço para me surpreender, mas já perdi aquele gostinho de acreditar que vai melhorar. Eu virei xiita de Lost, abstraí todos os defeitos e só sinto falta, mas acho que não vou conseguir fazer isso agora ):
Olá, Carla, tudo bom?
Então, sou adm do Dexter BR, e a gente nunca tinha postado um texto tão contrário a opinião da "grande" parte dos fãs do site. Foi algo novo que a gente queria experimentar, pois só temos textos positivos sobre a série, e claro que nem todos os fãs são iguais e gostam do epi. Para alguns(eu) foi bom e para outros não. Respeitamos isso, é muito bom ter esse debate(com respeito é claro), pois assim trocamos idéias e fazemos um site muito melhor. Mas pelo fato de ter sido a primeira vez e o texto ser tão forte ao olhos dos "fãs xiitas", que causou um alvoroço enorme. Recebemos muitos e-mail's e mensagens no face enchendo o saco mesmo pra tirar o texto do ar. Não podemos fazer isso. No dia que o texto foi postado no Dexter Brasil, tivemos uma reunião com a equipe do site sobre isso, o que posso dizer é que foi tensa. rs. Mas depois de acalmar os ânimos da equipe e deletar vários comentários e mensagens, tudo voltou ao normal.
Oi Rodrigo, eu lembro de vc (:
Eu não costumo ler sobre a série antes de escrever review, fico com a sensação de que vai me influenciar, então, não sei, pode ser que isso aconteça com as pessoas tbm. Ver muita gente elogiando cria uma espécie de capa protetora, sabe?
Eu já fui ofendida por falar mal de Off The Map, uma série horrivelzinha e quase desconhecida, postar um texto contra Dexter numa página dedicada a Dexter foi algo bem corajoso, eu diria. Fiquei até curiosa sobre essa discussão da equipe! Vcs já pensaram em fazer podcast ou algo assim? Seria uma boa pra debater melhor essas opiniões contrárias.
De qqr maneira, torço pra voltar a gostar da série. Caso eu (e Débora) esteja(mos) errada(s) sobre os rumos da série, me ofereço pra escrever um mea culpa ao final da temporada, mesmo achando que isso não vai acontecer.
Não imaginei que fosse causar tanta confusão. Quando vi que vocês postaram o texto no Dexter Br pensei e falei para meus amigos que precisaria me preparar psicologicamente, pois seria metralhada na internet.
Mas a postura de vocês foi incrível e muito corajosa. Afinal é mais fácil encher os administradores do site do que a mim. Não sabia dos pedidos para retirar o texto do ar e achei isso ridículo. Então as pessoas não concordam com alguma coisa e deletam isso da vida? Ridículo! Quem não concordou comentou, e quem fez isso com respeito tem minha admiração.
A ideia do podcast é ótima. Eu adoro essa mídia e até já gravei uns este ano. Inclusive o primeiro que fiz foi sobre séries. Juntei meus amigos e falamos sobre as nossas séries favoritas, e adivinha qual era o meu show preferido? Dexter, isso mesmo. Infelizmente aquele episódio me quebrou ao meio, Dexter perdeu o encanto pra mim. Mas ainda admiro muito o trabalho de vocês em atualizar o site e manter discussões inteligentes.
A partir de agora o que vier da série é lucro pra mim, pois não tenho expectativa alguma. Mas se a série voltar aos bons tempos (coisa que acabou junto com a 4ª temporada) ficarei feliz em dar a cara a tapa e falar bem do nosso serial killer.
Oi Carla. Eu fui um dos que ficou muito decepcionado com final da sexta temporada, como você deve lembrar nos comentários que coloquei. No entanto, eu só fui me dar conta do impacto dessa decepção quando baixei o episódio de estréia e fiz algo simplesmente inédito: eu preferi ler primeiro as resenhas do episódio, a sua e a do Michel Arouca do Sériemaníacos, antes de ver o episódio. O primeiro episódio já começou com aquilo que eu chamo de suspense bobo, ou seja, aquela tentativa tosca dos roteiristas de nos enganar com algo que sabemos que não irá ocorrer. Só gostei praticamente da cena final, da Deb fazendo a pergunta e o Dexter respondendo com uma cara de visível alívio por não ter de mentir. As cenas no aeroporto me deram azia por lembrar todos os absurdos da quinta e sexta temporada.
Parte 2
O segundo episódio já foi bem melhor. Eu não vi tanto problema na dinâmica entre Deb e Dexter nesse início, não que eu não compartilhe das suas preocupações com a maneira como vão desenvolver isso, mas ainda não cagaram nada, o que em se tratando dos roteiristas da série já é um ganho. Eu também acho que o plot do prisioneiro valeu pelo final, ao mostrar ao Dexter que não tem essa de redenção, Se aceitar simplesmente significar morrer. A partir daí só resta ao Dexter encontrar um meio para tirar a irmão do caminho, o problema é que isso só seria possível com a morte da Deb. Outro caminho seria seguir os livros originais, eu não os li, mas dizem que a Deb aceita esse lado do Dexter e até o ajuda. O lance da máfica Ucraniana só me anima porque eu assisti a série Roma e levo muita fé no Titus Pullo, só a maneira como ele matou o cara no final já foi foda. Quanto ao Louis, a cena dele aparentemente quase se cagando no apartamente com a prensa do Dexter poderia indicar que a questão era apenas o jogo, mas depois ele aparece no apartamente do Dexter e mostra que pode ser alguém muito perigoso. É claro que o histórico da série de decepionar com seus personagens me deixa com um pé atrás e o jeito é ver como isso vai se desenrolar. De qualquer forma eu achei o segundo episódio bem melhor que o primeiro.
Lembro de você sim, Marcos. Acredito que não seja o único que preferiu dar um tempo da série. Pessoalmente acho meio complicado ler review antes, eu prefiro não ler nada, pra não me influenciar, mas como já está decepcionado, talvez nem seja um grande problema.
Eu curti o primeiro episódio, mas com tanta frustração nas últimas temporadas, aprendi que um episódio não é suficiente pra salvar a história. Debra e Dexter estão segurando parte da trama, mas as pontas soltas são absurdas em alguns momentos. O aeroporto que vc mencionou que o diga.
Meu grande problema com o segundo episódio é que esse deveria ser 'O' grande momento da série. Não algo que fica bem em dois dias. Comentei com Zé aí em cima sobre aquele tipo de discussão que se arrasta por dias, e vc não sabe o que fazer. E acho que esperava algo assim. Algo mais excruciante, visceral. Isso me frustrou muito.
Muita gente tem comentado sobre Roma tbm, eu não vi então acabo não compartilhando. Gosto mto de história de máfia, mas acho que tem muita subtrama pra permitir que essa possa reinar, não sei. Santa Muerte ainda me dói.
Estava apostando em Louis como melhor enredo, espero que seja bem desenvolvido. Vou lembrar de todos esses argumentos no 3º episódio, pra ver se consigo gostar mais.
não sou uma fanática, mas vi com muito entusiasmo todas as 6 temporadas da série. Gosto de algo inovador, criativo, genial.Já estou na reprise da quarta. A melhor de todas. Mas agora acho que infelizmente a série perdeu o fôlego pelo menos pra mim nesta sétima temporada. Tinha esperança de que a ultima cena da sexta temporada fosse um delírio, uma imaginação de Dexter. O que mais funcionava a meu ver era a trama dos irmãos lutando em lado opostos do sentido de justiça. Debra,como uma policial íntegra e cumpridora de seus deveres profissionais, lutando pela justiça na forma legal e de outro lado, o irmão, fazendo a justiça com as próprias mãos. Foi este mote que me impulsionou a assistir a série. Mas agora que ela descobriu não tem mais sentido continuar acompanhando pelo menos por enquanto. Vamos ver se algo muda, porque tá difícil. E o que é pior foi que a bela policial perdeu totalmente sua essência ao tentar encobrir e proteger o irmão das garras da justiça sem sequer um dileminha moral nisso tudo. Ela aceitou fácil demais e agora tenta mudá-lo como se ele fumasse, cheirasse ou entornasse todas como um viciado qualquer. Dexter não é e nunca foi um qualquer humano.Pelo contrário, ele, e nós também, nunca o vimos como um ser humano. Pelo menos foi o que a série passou nestes anos. Tudo bem que ela o ama (como irmão), mas pensei que seus princípios estariam acima de qualquer coisa. Ela virou uma policial tão sem noção quanto seu pai. O que é aquele Harry? Se fosse para isso acontecer, que acontecesse lá pro final da série para assim termos seqüencias de um embate moral entre os dois ótimos personagens antes do final definitivo. Assisti a estes dois primeiros episódios e não consigo engolir Debra babá de Dexter. Pior do que quando ela pensava estar apaixonada por ele. A personagem tão forte pra mim, caiu. Assim como Dexter tentando aceitar seu novo código ao se negar a matar o mala do Louis. Quando ele matou o Vicktor, mesmo sabendo que Debra já sabia,eu vibrei. E aí veio esta ceninha da redenção, do arrependimento… Jennifer Carpenter sempre foi boa atriz, e não foi surpresa as suas seqüencias. Brilhantes. E quanto aos outros coadjuvantes, só o Masuka, o pervertido, escapa. Cansei das duas facetas de LaGuerta, da patetice do Batista e da insignificância do Quin. E quando você descobrir onde ele comprou seu sex appeal me avisa. Tô na fila!