Depois do nascimento de Christine, nada mais normal do que um pulinho no tempo e recomeçarmos com a volta de Brennan da licença maternidade.
Pensava que seria mais estranho me acostumar a ver Booth e Brennan como pais, porém, estou gostando da nova dinâmica, esta inclusive não é tão estranha porque as características essenciais dos personagens ainda continuam lá, mesmo quando os casos da semana não são tão bacanas. Aliás, esses não vêm me interessando como antes há um tempo, contudo, como tenho uma simpatia gigantesca por todos os personagens – excluindo Daisy – continuo com a série na minha lista de seriados preferidos.
Voltando ao episódio, Bones estava hilária e com doses de fofura extras por causa da filha. Ainda fico com um sorriso no rosto ao lembrar dela toda feliz ao receber – a cada meia hora – fotos atualizadas de Christine. E claro que esse serviço é exclusivo, afinal, se assim não o fizessem, Drª Temperance Brennan poderia usar de sua influência e demitir a dona da creche. Só você mesmo, Bones! E até mesmo com os suspeitos ela já começa a usar o velho conselho do ‘devemos resolver os problemas conversando’. Vejam o que faz a maternidade! Isso porque poucos episódios atrás, ela não pensaria duas vezes em derrubar um suspeito. E, por fim, ainda vimos uma das cenas mais fofas da série, se não a mais fofa. Admito que meus olhos ficaram lacrimejados quando ela diz que não colocaria Christine no berço, pois sentia saudades da filha e que iria levá-la escondida todos os dias para o laboratório. Lindo!
A propósito, essa ideia de levar filhos ao laboratório veio de Angela que em uma cena engraçadíssima é pega no flagra brincando com o filhinho e escondendo-o em uma gaveta de arquivo. Isso mesmo, em uma gaveta de arquivo! Angela usou a imaginação, afinal, ela não aguenta de saudades de Michael que continua muito lindo. Se nem Bones consegue separar vida pessoal e trabalho, imagina então, nós, meros mortais. Que venham mais cenas das duas e seus primogênitos, até porque às vezes esqueço que a Angela é mãe também; parece que a personagem está mais apagada nessa temporada. Espero mais tramas para ela, Hodgins e companhia.
Ainda no tópico maternidade – que foi o fio condutor do episódio – Cam, outra personagem muito esquecida na trama, enfrentou problemas em como lidar com esse amor à primeira vista de Michelle e Finn. Adorei a história, mas que foi tudo muito rápido, isso foi. Mal se conheceram e já estavam brigando com o mundo para ficarem juntos. Vamos relevar porque adoro ver a Cam e o estagiário mais bonito do Jeffersonian. Não a culpo por ter ficado em dúvida se Finn era a melhor opção para a filha. Ela, mais do que ninguém, sabe que ele teve vários problemas antes. Por outro lado, também sabe que ele é um gênio, responsável e está disposto a demonstrar – como tem demonstrado – suas mudanças. Por isso, fiquei feliz que tenha voltado atrás na decisão de proibir o namoro dos dois, afinal, Cam é a personagem que mais se preocupa com o bem-estar de todos na série.
E, claro, tivemos a agradável surpresa de ter a agente Shaw de volta e surpreender Booth, e todos nós, ao revelar que tem um filho. E o mais estranho foi Booth nunca ter perguntado isso. A propósito, fiquei chateada com ele, pois tratou a moça com muita frieza. Só foi perdoado porque estava se adaptando à nova rotina com a bebê e também porque no final do episódio ele aprendeu a ser mais simpático com a agente.
PS: Angela tirando sarro da mania de conspiração de Hodgins merece uma menção, certo?









Oi Gabriela,
começo dando os parabéns pelo blog e pelas matérias muito bem escritas. Não perco um episódio de Bones e adoro o Booth/David Boreanaz.
Concordo com vc em tudo exceto nos fatores agente Shaw e estagiário Finn. Fico achando que a agente Shaw está interessada em Booth ou que ela é uma ajudante do novo vilão da série Peeley. Ela e Finn são bastante inteligentes, possuem meios para ter informações de Brennan e Booth, se vc lembra das coisas que a agente Shaw pergunta a Booth de Brennan e sobre a vida de Booth coisas que ele nunca fala no mínimo acha estranho esse interesse disfarçado de solicitude. Ela sempre foi muito solícita como Finn e esse namoro de Michelle com ele no mínimo pode ser a aproximação que Peelley programou para fazer dano a Brennan. Com esse novo serial tudo pode ser. Os cinco ossos de diferentes pessoas naquele esqueleto do museu eram de agentes do FBI, o esqueleto foi remontado de forma reversa em intestino humano (Finn sabe fazer isso bem ele remonta os ossos sempre) a agente Shaw e o Finn podem sim serem da equipe do novo serial killer e isso dá um arrepio só de imaginar sendo verdade e ainda mais com dois bebês no laboratório!!!
Oi, Barbara
Juro que não tinha pensado nessa possibilidade. Gosto tanto da agente Shaw e do Finn que não consigo vê-los como possíveis traidores. Porém, lembrei que fizeram algo parecido com o Zach, personagem super queridinho pelo público. Então, sua teoria faz todo o sentido; vou prestar mais atenção nos detalhes. Só espero que não seja isso, ficaria muito triste porque já me afeiçoei aos personagens.
Muito obrigada pelo comentário, viu ^^