Persons Unknown – 01×07 – Smoke and Steel
28/07/10 por Leandro Faria
É oficial: eu tenho Síndrome de Dud’s Storm Comentando True Blood toda vez que venho aqui escrever sobre Persons Unknown. Alguns vão dizer que o problema está em mim, que eu sou muito implicante, mas não tem jeito: não consigo gostar dessa coisa chamada Persons Unknown. Ok, admito que eles estão se esforçando pra melhorar as coisas agora que faltam seis episódios para o final, mas para mim não tem funcionado. Parece brincadeira, mas eu já sei o que farei quando tiver insônia: colocarei um episódio de PU pra rolar, porque é imediato o efeito em mim ao ver um episódio – eu começo a bocejar.
Joe ficou realmente enrascado nessa história toda de ser um agente duplo. O pessoal ficou tiririca da vida com ele e, tadinho, mesmo apaixonado (eu digo que se apaixonar, às vezes, é uma merda) ele foi torturado de todas as formas por Erika e Blackham. Me deu dó.
O que me deixa intrigado nisso tudo acaba sendo a ‘organização’. De acordo com o pai de Tori para Renb, ele mesmo foi escolhido pelo programa e ajuda a ‘organização’ pelos bastidores. Até mesmo confiava neles até a morte de Tori. E Joe parecia acreditar neles até se apaixonar por Janet e se ver sendo odiado por seus ‘companheiros’ de jogo e por seus superiores. Pergunto: que raio de organização é essa? Que tipo de experimento é esse com nossos amiguinhos ratos de laboratório?
Mas confesso que foi interessante os dossiês de todos virem à tona e Erika se aproveitando disso para criar intrigas e também angariar futuros favores de seus ‘colegas’. Como já disse antes, gosto da personagem e acho que sua inclusão movimentou bastante essa história morna de Persons Unknown.
Quem acabou se dando mal foi o japa-chinês-coreano-escolha-você-a-nacionalidade-do-amigo-do-Joe. Tendo de eliminar o amigo, acabou morrendo e virando um clone asiático do Freddy Kruegger. Oh, dó!
No fim das contas, Renb e a chefe-peguete foram para a América do Sul atrás da única pessoa que desafiou a organização, com o espanhol apaixonado pela finada Tori na cola (em primeira classe, porque ele pode).
E Joe sumiu. Virou fumaça. Puff!
E acabou o episódio. Bem, quer saber? Dane-se. Eu só penso que agora só faltam seis!












Tenho que concordar que este epi foi meio morno…a esta altura queria mais ação!!
Estou mais interessada na história da organização…e pq eles escolhem só pessoas desajustadas (vide Moira e sua história “tive que fingir que era louca”) ou com podres (vide Blackham e sua extorsão de ex-presidiários, entre outros). Nessas, o que Janet fez de tão horrível para estar lá?! Sabemos da história da mãe abusiva, mas seria somente isso? Os relatórios de seu psiquiatra devem ser interessantes.
Há, só corrigindo, o namorado da Tori é italiano, não espanhol!
Serie chata, sem graça… Não consigo me apegar a nenhum personagem, eu vejo e vejo e não sei por que faço isso comigo mesma.
Eu coloco o episódio e deixo ele rodando enquanto vou fazendo outras coisas, quando escuto que pode acontecer algo remotamente interessante. Paro e volto um pouco a cena.
mas tah acabando e eu vou saber que raios de projeto é esse
Não poderia concordar mais com o final da review. Quando termino de ver um episóido, tudo o que penso é “menos um”.