Desperate Housewives – 06×11 – If…
04/01/10 por Michael Oliveira

Quem nunca divagou sobre o que aconteceria se ao invés de escolher o caminho da direita escolhesse o da esquerda. Vários filmes já foram feitos partindo desta premissa, várias séries criadas explorando esses caminhos alternativos, várias histórias em quadrinhos se sustentam há anos só com essa idéia simples. Afinal de contas, qual é o fascínio com: O que aconteceria se…?
Seguindo de perto os acontecimentos de Boom Crunch descobrimos as primeiras consequências do acidente ocorrido durante a festa de natal em Wisteria Lane e como já era esperado Karl Mayer se despede da série e se torna mais um marido morto na crescente lista de maridos mortos da Bree. Mancada dos roteiristas ainda assim bem previsível, já que é muito melhor para o drama da série que a Sra Hodge seja obrigada a conviver com um marido paralítico do que com um amante sexualmente hiperativo.
Para Gaby, Bree, Susan e Angie o episódio foi um desperdício já que todo o tempo de tela foi gasto com o exercício criativo imaginando o que aconteceria se eles perdessem ou não alguém no acidente, porém o maior desperdício de todos foi a ausência completa de Katherine que nem ao menos foi citada no episódio. Não é possível que os roteiristas da série vão simplesmente ignorar a estadia dela seja lá onde for! Tanto a personagem quanto a atriz definitivamente merecem mais do que isso…
O único sonho/flashforward que me agradou foi o de Lynette Scavo que após receber a notícia sobre a morte de um de seus bebês e a possível deficiência do outro imagina seu futuro como uma mãe de uma criança com deficiência física e as dificuldades que enfrentará caso isso aconteça. Óbvio que no fim a criança não teve problema nenhum, mas a interpretação de Felicity Huffman valeu cada segundo.
Para terminar o episódio finalmente descobrimos o que aconteceu com os Bolen, ou melhor, com Angie Bolen. Aparentemente, ela e um ex namorado fizeram parte de um protesto que causou a morte de um homem e isso a faz se sentir culpada desde então. Pois é, terroristas. Chaaato e tão 2001… Marc Cherry pode fazer melhor.
De qualquer forma, semana que vem tudo deve voltar ao normal em Fairview e estarei aqui mais uma vez para discutir os últimos acontecimentos. Até lá!










Nossa, primeira vez pstando aqui. Vamos lá:
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O que 2001 tem de chato?
Excelentes histórias podem ser tiradas dessa data. Brothers & Sisters que o diga.
Obs.: Susan sempre será minha preferida e a mais engraçada.
If… – Não que não tenha gostado do episódio. É que a essencia da série já se foi há anos (há exatos 5 anos, na série, claro).
Sobre a Katherine… Gosto da personagem, começei a gostar da atriz quando entrou na série, mas realmente não vi importância dela no episódio (mesmo que possa ser muito aproveitada). De fato, acho que ”pós Mike”, é o momento perfeito para tirarem ela da série. A personagem sofre a custa dos outros e está sempre sozinha. Há uma grande diferença da Katherine anos depois daKatherine com sua filha anos antes.
Antigamente, me refiro às primeiras temporadas da série, costumava exigir muito dela. Mas agora, assisto a série como um passatemtpo, visto que como possivelmente terá umas sete a nove temporadas, poderão encher muita linguiça.
Sobre os mistérios de cada temporada, para mim é lucro. Um atrativo a mais dos meua 40 e tantos munitos sentados assistindo a essa série que tanto me diverte.
Desculpem os erros no texto. Estou escrevendo às pressas aqui no trabalho.
Na verdade um dos bebês da Lynnete esteve sempre bem, o outro poderia apresentar problemas mentais/físicos que seria evitado com a cirurgia na qual ele acabou morrendo. O sonho dela é com o bebê nascendo com problemas mas superando-os com a ajuda dela.
Olha, não é que a criança da Lynette no fi mdas contas não tinha problema nenhum. O que acontece é que tinha um gêmeo com possíveis complicações e outro saudável, e esse com complicações (que foi o que a Lynette imaginou no sonho/flarshforward) não sobreviveu, restou só o outro.
Eu até que gostei bastante do esquema do episódio, acho que todos tiveram a sua contribuição, seja cômica, dramática ou apenas para selar a despedida do Karl… Que aliás, não achei previsível, muito pelo contrário. O Orson já vem enchendo o saco há tempos e o Karl tinha muito potencial, então a morte dele é uma ousadia que os roteiristas há muito tempo não mostram.
Katherine realmente tá fazendo falta, mas acho que estão guardando o retorno para um momento de mais impacto!