Glee – 01×09 – Wheels
13/11/09 por Lívia Figueiredo

Assumindo o lugar do nosso querido Leandro, excepcionalmente essa semana eu comentarei o nono episódio da série-sensação Glee, The Wheels. Como não deve ser novidade para ninguém, o criador de Glee, Ryan Murphy também é o criador da polêmica Nip/Tuck, e isso é relevante, principalmente em um episódio como o que vimos nessa semana já que este foi dedicado a tocar em um assunto que sempre é tratado com uma certa polêmica na televisão: pessoas com condições especiais.
O fato é que o tema é polêmico e sempre, na minha opinião, mal discutido, seja pela ausência da temática, principalmente em séries teens, ou se aparecem são recheados de clichês e são normalmente descolados da trama principal, mas em Glee o assunto foi enfrentado de frente, já que não dá pra ignorar o fato que todo o elenco principal passar o episódio inteiro em cadeiras de rodas!
Além disso, temos uma revelação que pode mudar muito o jeito que vemos a destemida Sue Sylvester, ao saber que apesar de ser uma tirana ela na verdade também pode ser uma pessoa muito carinhosa e sensível a causa das pessoas com condições especiais, já que sua irmã tem Síndrome de Down. Aliás, mais uma vez o personagem da Sue dá um show na de Mr. Schu, ele foi o ponto fraco do episódio, o centro da monotonia e de onde vinham os poucos, mas existentes clichês do episódio.

Enquanto isso temos Quinn aterrorizando Finn com as contas referentes a sua gravidez, já Puck tenta ajudar e na venda de doces para conseguir um ônibus especial para Artie acompanhar os seus amigos do Glee, acaba sabotando o doce e coloca um pequeno estimulante ilegal, que obviamente faz sucesso!
Já no Glee temos a primeira batalha de divas, e que divas! Kurt, ao saber que Rachel é escolhida para cantar uma de suas músicas favoritas decide que ele também tem o direito de fazer o teste para tentar cantá-la, mesmo sendo uma musica que é tradicionalmente cantada por uma mulher, e tudo isso com a força de seu pai! Aqui vale um outro adendo, sendo Ryan abertamente homossexual e dá para ver que o personagem de Kurt é uma maneira dele mostrar as dificuldades e preconceitos passados por outros na mesma situação, mas sem, novamente, cair no melodrama (as vezes fica um pouco inevitável) e na fantasia, o que para mim é mais um ponto positivo para a série!
Por fim, temos Artie e Tina finalmente ficam, mas depois de revelar que sua gagueira era na verdade um fingimento desde a sexta série, Artie se ressente por não compartilharem mais a mesma situação, de serem os dois “diferentes”.
Agora, vamos para as partes mais legais do episódio: as músicas, claro! Quando vi Artie tocar os primeiros riffs de “Dancing With Myself” eu caí da cadeira, quem me conhece sabe que sou A entusiasta de Billy Idol, e apesar da versão do episódio se basear na versão que o Nouvelle Vague (aliás, que curte versões essa é a banda!) fez da música, ainda sim para mim foi a melhor apresentação do episódio, tanto na voz de Artie como toda a cena em si.
Versão original, cheia das coisas cafonas que nós amamos dos anos 80: Vídeo aqui
O outro momento musical foi o teste entre Rachel e Kurt com a música “Defying Gravity” da peça “Wicked”, a apresentação foi sem nenhuma coreografia, só mostrando a feroz potencia vocal dos concorrentes, e nem preciso dizer que eles arrasaram né?
Aqui a versão orginal de “Defying Gravity” com a Kristin Chenoweth, que fez uma participação nesta temporada como uma antiga amiga do Mr. Schu: Vídeo Aqui
E por fim uma das músicas mais famosas na voz da diva Tina Turner e que também teve diversas regravações, “Proud Mary” foi apresentada por todo o elenco, e a coreografia foi toda feita com cadeiras de roda, o que deve ter dado um super trabalho,mas que foi emocionante de ver não é mesmo?
E aqui vemos a versão com Tina Turner arrasando com “Proud Mary”:
Bem, quem já está ansioso para o próximo episódio levanta a mão o/!











Chorei absurdos com esse capitulo…. sei q nao fui a unica
É, o teve partes bem emocionantes mesmo…
Obrigada pelo comentário!
=)
Nao foi a única nao reni. A Sue realmente mostra que, junto com o Kurt, é a melhor personagem da série (acho que eu colocaria o Puck também, a cena dele chorando na cadeira foi demais). Mais uma vez, coadjuvantes demais, protagonistas de menos (o melhor momento da Rachel e do Finn foi ele conseguindo o emprego gracas a cadeira).
Adorei o texto Livia, mandou bem.
Bjs
Chelsea, eu também acredito que a Sue é a melhor personagem até agora!
Valeu pelo comentário!
=)
Idem!
Adorei todos os outros episódios de Glee, cada um com alguma coisa especial.
Mas esse foi o único até agora que me fez chorar…
Episódio show de bola e review tb…
Valeu pelo omentário! =)
Episodio foi perfeito,concordo com você Lívia,esse epsidio merece aplausos pela forma como lidou com o tema:”Pessoas com condições Especiais”,em Glee o tema foi encarado de frente,sem meio termos,foi emocionante a cena em que Sue vai visitar a irmã que tem Síndrome de Down,e mais uma vez Jane Lynch deu um show.
Finalmente um episodio centrado em Artie,o personagem é um dos menos utlizados e esse episodio que teve sua historia como o centro,foi o melhor até hoje,pra terem uma idéia quando o Will conversava sobre o Artie com o diretor no inicio do episodio,fiquei pensando quem é a Artie?
Tomara que agora que Artie arranjou até um romance,ele tenha mais destaque na série.
Ah,acho que Lea Michele deve estar um pouco cançado de tanta coisa que jogam em seu rosto ,kkkkkkk
Juninho, concordo com vc em todos os tópicos! Acredit
o mesmo que Sue se destaca, e que Artie estava mesmo merecendo um eísódio só dele já que era muito apagado! E quanto a atriz Lea Michele eu acho que ela já ta se acostumando de tanto que ela levou smothies na cara né? hehehehe
Valeu pelo comentário!
=)
É, até que foi um review legalzinho!
¬¬
Vc sabe que eu te amo, né?
(Bem, depois que assistir ao episódio comento decentemente)
Bjos
Espero os comentários decentes, se bem que de você isso pode ser difícil..

Rá!
Beijão!
Review boa, série boa, mas o vídeo da Tina Turner é matador. Não que o show do cast não tenha sido bom, mas essa é uma performance de verdade.
Andrew é por isso que a Tina ainda é DIVA com 70 anos né?
valeu pelo comentário!
=)
|o|
PERFEEEEEEEEEEEEEEEEITO…
Chorei horrores…Sue como sempre MARA!
Elisa, mais uma pro fã-clube da Sue! \o/!
valeu pelo comentário!
Oie!
Eu também chorei com esse episódio! Foi incrivelmente bom, abordaram o tema da acessibilidade de uma forma super sensível.
E Sue me conquistou ainda mais! Adoro essas vilãs que não são completamente más, acho mais próximas da realidade.
E heeey, a personagem que fingia ser gaga não se chama Tina?
Beijos, ótimo texto.
Tary, eu também achei bacana que a Sue tivesse um outro lado, eu concordo que isso traz a personagem mais pra realidade..
Valeu pelo comentário!
=)
Vamos ao comentário decente então.
Adorei o episódio e como ele foi conduzido.
Um assunto espinhoso e não mostrado muito em séries que foi feito de forma magistral em Glee.
Agora, como a Quinn é dúbia, não?
Ao mesmo tempo q pode ser uma menina que sofre, saber ser bitch explorando o idiota do Finn pelo filho que não é dele.
E Sua é diva! Adoro cada vez mais a personagem e esse novo lado dela foi muito bem explorado.
Que gracinha a atriz com down, né?
Um review perfeito para um episódio perfeito, feito pela minha amiga mais legauzinha de SP!
Rá!
Apesar de eu ser legalZINHA meus reviews são DIMAIXSSS (/sthefany)