Review: Prison Break – The Mother Lode (4×17)
18/04/09 por dudustorm
Prison Break vinha dando indícios de que voltou a ser boa desde o início da 4ª temporada, mas, a partir do final do episódio 12, tivemos certeza disso. Don Self revelou ser mais esperto do que todo mundo pensava, se apoderou do Scylla e matou a Lindsay de OC. Juro que eu não desconfiava do Self. Na verdade, eu nunca desconfio de ninguém. Eu sempre acredito no bem dentro das pessoas.
4ª e fatídica temporada vem tendo ótimos episódios e até remete às emoções da 1ª, mas não é igual. O problema aqui é que os roteiristas estão sempre plagiando a si mesmos e alguns artifícios que caiam tão bem na primeira temporada agora já não têm o mesmo efeito. Do episódio 12 ao 16 (que foi transmitido em Janeiro e, até ontem, a série estava em pausa), era sempre a mesma ladainha: ninguém é o que parece ser, todo mundo trai todo mundo. Ok, é legal, mas já está começando a ficar previsível demais. Ainda bem que pararam com a idéia de que a tatuagem do Michael tem a resposta para tudo. Mas agora pegaram a mania de ressuscitar personagens, então…
A história de a Companhia ser boazinha, só querer salvar a humanidade com a luz solar e dominar técnicas avançadas de medicina não colou. Alô, Linc, você já esqueceu que há alguns meses (pra eles) eles estavam tentando te matar? Desculpa, mas não dá.
Só que parece que eu não fui o único a achar essa bondade repentina da Companhia um pouco forçada demais, tanto que “The Mother Lode”, a volta tão esperada de Prison Break, começa com Linc, Mahone, Self e T-Bag, a “search party” do Scylla, recebendo da Companhia fotos de entes queridos. Uma mensagem, bem do tipo “estamos vigiando”. E, vamos combinar, foi um episódio bem médio. Essa temporada já teve episódios melhores.
Alguém reparou que o Michael acabou de fazer uma cirurgia com métodos super secretos no cérebro e já está andando e dirigindo por aí?
Pra que complicar as coisas se a gente pode seguir por um caminho mais fácil? O pessoal rouba umas chaves do cara que eles mataram e, por um feliz acaso, essas chaves são produzidas por uma empresa que coloca chips em cada chave, que mandam um sinal eletrônico e abre sua respectiva fechadura. E esse chip contém, também por um feliz acaso, todas as informações de que eles precisam pra achar qual fechadura as respectivas chaves abrem. Olha só que ótimo.
E é claro que o portão daquela super mansão segura estava aberto. Claro. Eles sempre estão.
Eu estava esperando aquele caminhoneiro que deu carona pro Michael e pra Sara mostrar alguma tatuagem secreta que o ligasse à Companhia ou discar algum número no celular e falar “estou com eles”. Sério, trancar os dois na traseira do caminhão junto com a carga era muito suspeito. Mas, ou o tal caminhoneiro era mesmo da Companhia ou ele iria morrer, já que todo mundo que é bonzinho e cruza o caminho do Michael acaba morto. Batata. E, ainda por cima, o cara que matou o caminhoneiro pegou um celular e falou “estou com eles”. Hmm. Mas bem que esse cara poderia escolher outra hora para morrer, né? Foi só revelar que ele não tinha sido enviado pelo General que, pronto, morreu. Bem conveniente pra ele.
Mamãe Burrows/Scofield é uma incógnita. Quem é essa mulher? Dizem que ela trabalha pra Companhia, mas ela está com o Scylla e tenta matar o General. Quando a operação falha, ela mata o cara que era designado para a missão.
Falando nisso, era óbvio que o General ia escapar da explosão. As pessoas sempre se safam de explosões. A Lana colocou um clone no lugar. O Jim foi jogado no mar. É sempre assim.
Christina diz ser ex-agente da Companhia e que quer derrubar o General para poder tomar o lugar dele e fazer da Companhia uma coisa mais justa e correta, assim, pede dois dias de “carência” para Linc, até conseguir ajeitar tudo. Mas esse prazo de dois dias confere com evidências que a “search party” encontrou naquele templo caribenho, evidências as quais apontam para alguma coisa grande, algum tipo de “guerra”, se é que usei o termo correto. O episódio termina com a mulher dando a ordem para atirarem em Linc.
Em certo ponto do episódio, Christina fala: “Se ao menos eles soubessem o que eu estou tentando fazer…”. E parece que não vamos saber tão cedo. Faltam quatro episódios até o fim da série e boatos dizem que o último episódio será lançado apenas em DVD no meio do ano. E a gente fica super feliz com isso.









Amigos,
sem dúvidas é uma grande série, mas algo de estranho está ocorrendo, uma mãe mandando matar o filho ? Seria possível ? Creio que não, acho que haverá uma grande surpresa, vindo da própria mãe de linc … deveremos esperar até chegar a hora, no meio do ano, onde tudo irá terminar, esperamos que sim.
Assiti todos os capítulos e os achei formidáveis, nunca pensei que me pegaria tanto em uma série ;
Alguém tem dúvidas que linc se safará ?
prision break e um maximo realmente viccccccccccciiiiiiiiiiiiiiiiiiiia estou louca para assistir as outras temporadas eu nao aguento de ansiedade queria muito so chegar perto dos atores que sao um maximo
PRESION BREAK foi a melhor seria que ja existiu
beijos vcs sao um maximo e wentworth miller vc e um cara muito especial
Olá, Dudu!
Eu assisto Prison Break desde o primeiro episódio. Achei a primeira temporada sensacional, uma surpresa após a outra. A segunda foi aceitável, fazia sentido a história. Já a partir da terceira, foi para mim uma conveniência para aproveitar a boa audiência que a série proporcionava.
Tenho assistido esta quarta temporada, mas não consigo vê-la com os mesmos olhos que você. Para mim, a história deveria ter terminado há bastante tempo, quando tudo ainda fazia sentindo. Não consigo engolir que Michael e Lincoln tenham conseguido escapar de super agentes do governo, dos piores bandidos e até mesmo da Companhia ilesos. Fugir de uma prisão que você ajudou a projetar é uma coisa. Fazer tudo o que fizeram depois, é bem diferente.
Torço para que ainda haja tempo de dar um final decente ao seriado. É o que nós, fãs, merecemos.
Um abraço e parabéns pelo post!
Acho que a quarta temporada irá terminar em um filme; acho que devia ter até uma quinta temporada, pois eles sempre dão um jeito de tudo dar certo :*
Eu simplesmente não acredito no que transformaram Prison Break, a série está ridícula, e olha que essa era minha série favorita, ficava ansiosa esperando o próximo episódio, mas agora… estou torcendo pra terminarem logo, parece tortura. O que é aquela mãe do Scofield? Que atuação medonha. E essa história dessa companhia, cada vez mais absurda… uma pena.
Nossa gente, a mãe do Michael tá sendo a gota d´água pra mim. Além da recuperação milagrosa da cirurgia [só não superou as tatuagens sendo removidas em uma única noite]
Ainda bem que restam poucos episódios, porque esse último não conseguiu empolgar nem um pouco, mesmo depois de meses. Desde o episódio Selfish as reviravoltas tem me cansado mais do que o normal. =/
Dudustorm, parabéns pelo seu post…
realmente traduziu mt bem toda a serie
mais tb axo q a serie esta demorando demais, ja perdeu seu foco
abraço
bem,eu achei incrivel a serie de prison break,assisti a 1ª,2ª e3ª. gostaria de assistir a 4ª temporada, ainda não estar a venda no brasil. só achei que tinha muita ação e pouco romance pois machael e sara se relacionaram muito pouco,achei muito distante da parte dos dois, não era natural,como o sucre e a maricusa. mesmo assim meus parabéns pela serie.
Gente… concordo em partes com tudo o que foi dito nos posts. Que a série “perdeu o foco” inicial… sem dúvida. Como os próprios personagens mencionam na 4ª temporada, várias vezes: “não estamos mais em Fox River!”… claro que não.
Se não mudassem o foco, não seria uma série! Seria apenas, um filme! Um cara que entra numa prisão para salvar o irmão que está no corredor da morte por um crime que não cometeu! Ponto!
Disse que concordo em partes que a série tenha “perdido” o foco inicial, pois de uma certa forma, o objetivo inicial era Scofield tirar Lincoln da prisão… maaaaaaaas… o ato de Scofield entrar em Fox River, não implicava apenas em executar um plano de fuga muito bem elaborado. Ele havia mexido num vespeiro, sem saber que havia mexido… ou seja, o plano dele ativou um botão daqueles tipos “não aperte” rs… que era a Companhia.
A partir dai, concordo sim com os roteiristas e escritores que, tem pano pra manga, para criar uma trama, afinal de contas… estão criando uma “série”.
Já acompanhei muitas delas, e sempre que comento com meus amigos, pessoas de minha convivência que também assistem, escuto sempre as mesmas coisas: “ah.. no começo era legal! Depois começaram a viajar, e blá, blá, blá… ”
Acho que temos que encarar as séries (de um modo geral e não só falando de PB) como uma “série”, ou seja, vai começar “A”, passar por situações “B” e “C”.. e vai terminar em “D”. Assim… não iremos transformar depois o nosso tempo de telespectador, como um martírio ou obrigação do tipo…”já que comecei assistir, agora vou terminar”…
Acho que temos que relaxar, aproveitar enquanto se assiste e fazer as criticas com outros olhos.
Temos que admitir que os caras são criativos, conseguem reinventar a roda, por mais que sejam situações previsíveis e que de certa forma.. conseguem fazer nosso coração acelerar, a palma da mão suar e a respiração quase parar naqueles momentos eletrizantes e quase sem piscar. Situações muitas que ocorreram em Prison Break.
Imaginem só… se até agora, eles estivessem tentando escapar de Fox River?
Imaginem só… se até agora, Jack estivesse liderando um grupo de sobreviventes do 815 da Oceanic, em LOST …. ou indo láaaaa atrás… se nas 10 temporadas de BH90210, as histórias girassem sempre em torno dos Walsh??? Meu Deus!!!!! rs…
Se PB já deu o que tinha que dar… vamos acompanhar o final e fechar com chave de ouro! Valeu em quanto durou!!!
Abraço a todos!
Valeu, Adelson! Também acho que a série deveria ter acabado quando teve chance. Como eu disse, tudo que fazia sentido antes agora já ficou batido e previsível. Gosto bastante de PB, mas é melhor acabar sob aplausos do que ser convidada a se retirar. Neste caso, o auge já chegou, passou, e felizmente a série está conseguindo se reerguer. Não como era antes, com certeza não, mas continua “divertidinha”. Uma pena, já que, antes, PB era muito mais do que só uma diversão pra assistir quando não se tinha nada pra fazer.
Abraaço ;]