House e as mudanças trazidas pelo último episódio da temporada
31/05/07 por Gisele Ramos
Gisele Ramos
A terceira temporada de House começou mal, muito mal. A introdução de Tritter na trama para punir o médico pelo seu mau comportamento foi um tiro no pé. Os episódios eram chatos, porque fugiram da fórmula à qual estávamos acostumados: caso insolúvel + sarcasmo + questionamentos dos métodos de House + Vicodin. Sim, eu e a maioria dos telespectadores temos medo de mudanças. Sempre que estréia uma nova temporada das nossas séries favoritas, estranhamos as inovações. Assim que Tritter saiu do ar, House entrou na lista dos mais assistidos da tv americana e foi escolhido para ser o programa exibido após o Superbowl, “o” acontecimento televisivo daquelas bandas.
Pois o dr. Gregory House não difere muito de nós. Toca o mesmo violão desde o colegial e mora na mesma casa há quinze anos. Ele já possui o seu método de trabalho e qualquer mudança na sua dinâmica o afeta profundamente. E foi isso que vimos no último episódio desta temporada, “Human Error”. O doutor está abalado com a saída de Foreman. Lança mão de todos os expedientes para convencer o neurocirurgião a continuar na equipe, e como percebe que não terá sucesso, demite Chase. É hora das mudanças, diz ele. A transformação vem na forma do marido cubano de sua paciente, que diz o que todos queriam falar há tempos, mas nunca tiveram coragem:
- Como você vai curar alguém que nem vê?
O cara atravessou o oceano para ver House, o único capaz de curar a sua esposa. Sofreram um acidente e ficaram dias a deriva, esperando por um milagre. E ele veio diversas vezes: através do resgate, através da cura de Marisa e através do pouco da humanidade que o médico parece ter recuperado. Não me lembro de ter visto um caso mexer tanto com ele e, mesmo que tenha repetido inúmeras vezes para Cuddy que não se importava, sabemos que ele se preocupava sim. Daí a recusa em dizer para o marido que o coração de Marisa não batia mais. E é quando esse coração inexplicavelmente volta a bater que House percebe que não tem controle de tudo, o que se confirma quando Cameron também pede demissão. Ao final do episódio, House não tem uma equipe. Mas tem sentimentos. E que venha a quarta temporada, repleta de mudanças.










Gisele, eu não poderia discordar mais sobre a afirmação de que a terceira temporada começou muito mal. Mas assim como você, gostei muito da finale. E que venham as mudanças.
Como assim esse foi o último episódio e eu nem sabia?
Bom, discordo. Continuo achando que foi uma boa temporada de House e tão boa quanto a primeira (acompanhei poucos episódios da segunda, não me mate!).
Discordo totalmente, pois todas as temporadas foram ótimas.Espero ver o HOUSE por um belo e bom tempo ainda.
Gisele, gostei muito do seu comentário, apesar de discordar de algumas partes. Não acho que o início da terceira temporada foi ruim, muito pelo contrário, mas tudo bem!
É raro acharmos comentários de House assim, a maioria dos que conheço sao apenas resumões dos episódios, e já estava cansada de ler isso. Eu tento fazer algo diferente, e é bom saber que não sou a única, hehe!
Sobre o episódio, eu achei que ficou a dever, mas com certeza abriu um imenso leque para a quarta temporada, que tem todo potencial do mundo. Imagina o que poderão fazer com o episódio do Super Bowl? Ja to sofrendo por atecipação! hehe
Também comentei o episódio aqui: http://www.seriesfreaks.com.br/blog/?p=84
se puder dar uma olhadinha!
E que venha logo a quarta temporada!
Ana
Eu adorei todas as temporadas de House. Só não gostei do arco do Tritter no início da terceira. Fora isso, pra mim a série sempre foi perfeita!
Libox
Tô indo lá agora mesmo! Que bom que gostaste, volte sempre!
estou acompanhando hidden palms e vim aqui
tb não tenho mais medo do house! ele pediu para o foreman ficaaaar!! fiquei passada.
bjs
não achei tao ruim assim comesou mesmo um pouco chato mas logo se sobresaiu
so nao gostei de ue na quarta temporada vao mudar os personagens
nao acho legal o ´pulblico gostou de como estavam
nao achei manero eles mudarem
mas fase o q